Gentem, por várias vezes já expressei meu ódio por algumas coisas da carreira jurídica. Além do fato de que minha pessoa não suporta advogado (Sorry Galeno! Você é exceção). Quando eles estão exercendo a profissão eles são insuportáveis, odeio mais ainda estudantes de direito que prometem fazer valer os próprios direitos e processar Deus, os santos e os ajudantes do capeta (eles próprios?????).
O fato é que gosto do direito, não me imagino fazendo outra coisa na verdade me imagino fazendo compras com a Lu Brasil na 5ª Avenida mas como é preciso trabalhar. No entanto tem coisas que nunca, eu falei nunca eu vou engolir. É o tal do juridiquês plus latim. E eu nem sei com qual dois dois começar porque os dois são igualmente insuportáveis, seguidos pela expressão “Pela ordem Excelência.” tão usados nesse mundo jurídico em que fui jogada nos últimos anos.
Complete a frase: A língua falada no Brasil é o _____________________.
Na cabeça dos advogados é latim. MAs na minha pobre cabeça limitada é o português, mas eles insistem em falar latim essa língua arcaíca que já deveria ter sido enterrada há tempos. Sei lá, eles devem achar chique, não sei. Ou querem meter medo. Ou não sabem o que falar. Ou todas as anteriores.
De todas as expressões latinas a que eu mais odeio é o tal do data venia e sua variante data maxima venia.
E daí vem os ajudantes do capeta estudantes de direito fazer uma releitura (releitura eu acho digno) da língua usando expressões como ius fudendi. NUm fode digo eu né? Falar a língua portuguesa de maneira clara e objetiva é pedir muito???????
Daí junte as expressões latinas com frases rebuscadas dignas dos livros de Machado de Assis. Palavras tão incompreensiveis como as idéias de quem as escreveu. Pedir objetividade no escrever é pedir muito? Acho que não né? E pode acreditar, quanto mais os advogados escrevem mais erros encontramos e mais contradições são jogadas no papel.
Ai, ai… Em que mundo eu vim parar hein? Me sobra objetividade e me falta paciência.

Danny,
Não acredito que todos tenhas essas “esquizofrenias latinas”, mas que geral acha que eles estão falando grego… Ah, isso é verdade!
Talvez seja por isso que a grande maioria da população tenha um certo “medo” de advogado!
Não sei se já comentei isso por aqui, mas achei hilário e ao mesmo tempo triste, quando no programa do Jô, o ex-presidente FHC falou: “Antigamente quando um político queria falar algo pra ninguém entender, ele falava em latim. Hoje, quando ele não quer que ninguém entenda, ele fala em inglês…”
uhauhhauauhuahuahhua assim né… fazer o quê..
Danny, concordo com o Bruno. Penso que os advogados falam assim que é prá ninguém entender… nem contestar, nem reclamar, nem exigir, etc, etc, etc… E, quanto ao “gran finale” do seu post, eu ganho no quesito esquisitices idiomáticas. Estudei numa escola católica, e a cada início de aula rezava-se no idioma que seria estudado a seguir. Já pensou? Ave-Maria em português, francês, inglês e alemão? E na hora das missas… Latim. KKKKKKKKK. Bjs
Hi..
Concordei…
Ainda mais que estou com um mandado de segurança emperrado na justiça aguardando não sei o que para que seja julgado o ‘mérito’ da ação…
Seja em português ou latim, são um bando tudo que penso é que eles experimentam nossa paciência até o limite…
Affffff…
Té mais ver
Neo
Vixi..
Correção obrigatória!
Leia-se: “Seja em português ou latim, são um bando. Tudo que penso é …”
Obrigado…
(muitos risos…)
Neo
Desabafo: É por isso e por outras coisitas mais, q. não cabem aqui nesse site tão interessante, que o “povão” não conhece seus direitos, nem seus deveres, não sabem em quem votar, ou seja o direito tá muito distante da população em geral, o que só piora a situação desse país! bjjjjjjjj
Pois é… só cursei 1 ano de direito e me apaixonei também. Estou planejando continuar, mas tá difícil. Contudo ainda não descobri em que semestre o juridiquês é ensinado; tô achando que é ‘metidisse’ desses adevogs mesmo. Sem falar que existem muitos que nem sabem o português direito, daí sai cada coisa…
Tem-se observado que a linguagem jurídica recorrentemente praticada com excessivo preciosismo, arcaísmo, latinismo e polissemia contribui para o afastamento da própria sociedade em relação ao Direito, sendo que do fundamento ontológico deste ramo do conhecimento, infere-se que a linguagem jurídica deveria apresentar-se mais diáfana aos olhos dos cidadãos, como verdadeiro instrumento a serviço da sociedade e de busca pela excelência da prestação jurisdicional. Relevante é a ressalva de que o acesso ao conhecimento do Direito constitui uma das modalidades de acesso à Justiça, na lição clássica de Cappelletti. Acredito que alguns termos podem e devem ser usados, pois fazem parte da essência do Direito, entretanto no trato com o jurisdicionado deve ser evitado.