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Festinha no Blog Vizinho

Sábado teve festa de dois anos do blog Esmalte no Pé, da Mara e foi tão legal!!! A Mara é uma amiga querida, que conheci graças ao Mulheres. Tão vendo como esse meu blogueto só me rende coisas bacanas?

Foi com ela que eu fiz a Consultoria de Estilo, que comentei nesse post, e desde então (ou antes disso, tavez) nos aproximamos do jeito que nossas agendas permitem, mas sempre com sinceridade e amizade, regada a café, coca diet e muita risada. Graças a ela também conheci a Faby, que é linda, competente, amável e é sócia da Mara no Esmalte no Pé, né looxo?

Mas voltando ao encontrinho, lá teve tudo que uma festa deglícia tem que ter: coisas gostosas pra comer, gente bonita, bom papo e presentinhos!!!

Os doces maravilhosos foram feitos por uma amiga da Mara, a Adriana, e estavam um verdadeiro convite ao prazer (ui que erótico, isso ficou tipo slogan de motel). Eu sou do tempo que doce bonito era doce ruim, então quando eu experimentei os doces, já tratei de anotar o telefone para quando eu for fazer uma festa baphônica do Mulheres comprar tudo dela.

Mara, Faby e Eu, puro sorriso e cupcake no coração!

Mara, Faby e o filhote da Mara, que – pasmem – também escreve no blog!

O encontrinho foi numa loja bacanéééérrima em Moema, a loja dAs Turcas, chamada Garimpo da Moda. A Mara já falou delas aqui. Agora me imaginem numa loja com minha própria consultora de estilo? Me senti praticamente no Esquadrão da Moda, só que sem ninguém pra me detonar ! Amei.

As Turcas também têm blog de moda, estilo, beleza, turquices, enfim, vê lá.

Olhem eu e a Mara com as Turcas, que são daquele modelo de mulher alta e magra que a gente quer matar, sabem? Elas são uns amores, tiveram uma paciência de Jó com aquele monte de mulher falando e zanzando pela loja (e comigo experimentando duzentas peças por milímetro cúbico, brigadão).

Foi uma tarde super gostosa, uma conversa entre amigas, a gente morreu de rir e  rolaram altos presentinhos, entre eles milhares de esmaltes, lencinho removedor de esmalte, e um chinelo com a nossa caractarura!!

Eu conheci lá uma menina-veneno, a Vanessa, que corta o próprio cabelo, faz a própria unha, faz depilação, corta a franja da filhinha dela e ainda é jornalista! Pedi pra ela ensinar tudo pra gente e ela topou, ó que bom. Não que a gente não goste de ir ao salão de beleza ver Caras e Contigo!, mas um pouco de liberdade de escolha não faz mal a ninguém.

Só sei que foi assim…

P.S. A fotos estão meio pálidas porque foram tiradas com meu humilde celular.

Gentes, inspirada na Mariah Carey, que mal chegou no Brasil e já rumou para uma churrascaria, resolvi contar como sou eu numa churrascaria. Claro que isso é tão ou mais irrelevante que a própria Mariah Carey, mesmo assim …

Pensando sobre churrascarias, acho que é um ambiente realmente irritante, já que a gente mal consegue dar uma mastigada completa e já tem um garçom, munido de um espeto pingando óleo, querendo saber se vai mais um pedaço de alcatra.

Em tempo, não sei a diferença entre alcatra, fraldinha, maminha. Só sei o que é picanha, e olhe lá.

Mas voltando ao tema,  eu gosto de comer pouco, portanto o jeito de se comer em churracarias é bom pra pra mim, porque tem salada, carpaccio, e coisas que  só os bobos vão la pra comer. Então, com a barriga cheia de mato,  eu como um tico de cada carne e já está bom.

Aí, quando algum garçom chato me pergunta o que eu quero comer, eu digo que quero risoto.

Mariah, me convida? Somos magras, né amiga?

Só um tapinha

Sabem, eu nunca apanhei. E não venham com piadinhas do tipo: “por isso que você ficou assim”. Não que eu não tenha merecido uns safanões, mas lá em casa as coisas eram resolvidas de outro jeito, ou conversando ou esperando a poeira baixar.

Devo esclarecer que sou contra o lance de deixar a poeira baixar, não acho que esconder sujeira embaixo do tapete seja uma boa saída, e também não acho que esperar que os problemas se diluam seja a solução.

Na verdade, nem sei se meus pais não me batiam por convicção ou por um pouco de culpa, já que minha mãe sempre trabalhou e eu era filha única (sinônimo de solidão e recalque,  tadinha #ironia).

Lendo o post da Lu Brasil sobre bater em criança e após umas discussões no twitter, resolvi tocar nesse assunto tão polêmico e ao mesmo tempo tão particular, já que cada um cria seu filho da maneira que acha certa e sempre buscando dar o seu melhor, com certeza.

Eu devo ter batido no João umas 2 vezes na vida, e sempre foi meio que no “susto”. Por exemplo, ele ficava sentado no banco de trás chutando o banco do passageiro, e eu mandando parar. Na terceira (ou décima) vez que eu mandava parar, em vez de conversar, eu virava pra trás e dava uns tapas. E o pior é que esses tapas “susto” pegam onde Deus quiser…

Acontece que quando eu bati no João não me senti ensinando, ou mesmo repreendendo. Me senti descontando nele minha frustração, minha raiva, minha falta de controle. Sou muito mais eficiente castigando, colocando ele pra pensar ou negando algo que ele queira, tipo um brinquedo novo, do que batendo. O pós tapa me deixa realmente com vergonha de mim, e eu tenho certeza que nem disfarçar eu consigo.

Ou seja, se eu bato no meu filho eu fico com vergonha de mim e dele. Como isso poderia funcionar?

Ando amando Wraps

Gêntis, eu comprei um wrap, você sabe o que é isso? Uma dica: não é de comer.

Vejam-no:

Essa imagem eu peguei do site da Renner, digníssimo por sinal. (Na verdade não sei se é um site, um blog, uma revista digital, enfim…).

Resumindo, wrap é uma blusa justa na manga com dois bicos na frente, que pode ser enrolado ao corpo e usado de vários jeitos, ou ainda usado solto com um cintão, ou um cintinho. No fim das contas é o tipo de roupa prática, elegante e econômica, do jeito que a gente gosta.

Eu comprei meu wrap faz tempinho e confesso que dava um nó na frente apenas porque não curtia os bicos bicudos bicando minha altura e me deixando meio “atarracada”. Fui então recorrer ao bom e velho google, e vi que as meninas do blog Look do Dia sempre usam de um jeito mais bacana, amarrados de um jeito diferente, parecendo uma blusa mesmo.

Vejam os dois looks da Chris, que tão legais! Se você quiser ver mais detalhes dos looks, clica nas fotos.

No site da Renner tem um vídeo ensinando várias formas para amarrar os wraps, clica aqui pra aprender.

Né bom?

Meus vizinhos, meu carma.

Os vizinhos que moram em cima do meu apartamento abusam do direito de ser barulhentos. E a empregada deles, a exemplo dos patrões, arrasta corrente cadeira o dia todo. Se eu ficasse em casa durante o dia eu certamente já teria reclamado, como fiz um dia que eles estavam vendo televisão com o volume tão alto, mas tão alto, que minha sala trepidava.

Eu admito que a acústica do meu prédio não é lá das melhores, o que meus vizinhos também já deveriam ter percebido.

Para completar a tragédia grega, a mulher toca órgão. E o marido toca tuba. Sim, você leu certo: tuba.

Eu só ainda não morri de ódio porque o carro deles não atrapalha o meu na garagem, essa tarefa cabe a outro querido casal.

Meu vizinho de vaga na garagem tirou 10 na aula de balisa. Ele estaciona perfeitamente no centro da vaga, o que significa que nem ele sai do carro, nem eu. Eu, por minha vez, paro colada no carro dele, por mais que isso me incomode e me faça ter que limpar o carro com a bolsa. Eu estaciono assim na esperança que meu vizinho fique com medo de mim, e pare o carro dele longe do meu. Mas não tem surtido efeito!

Preciso fazer alguma coisa pra melhorar minha fama de má. Ou mudar pra uma casa !

Quando nasce o pai

Na semana do dia dos pais, fiquei pensando sobre como se forma o pai, já que o homem não fica grávido (pela graça de Deus Pai, senão seria um drama nacional, com repouso e gemeção durante 9 meses) e apenas vive sua nova situação depois do fato consumado, ou seja, depois do nascimento do filho.

Também tenho ouvido na rádio Eldorado a série Armadilhas da Paternidade, e parei pra pensar sobre as tais “armadilhas”.

Como já falei, fui uma grávida muito gente fina (e modesta). Eu era magra, saudável, disposta, não tinha enjôo, ou seja, era uma companhia e tanto pro meu marido! Ele, por sua vez, nunca precisou correr comigo pro médico ou comprar detergente de coco pra eu beber. Resumindo, tudo normal, com a diferença que uma barrigona estava entre nós, além de ser bem divertida aquela vida de ultrassons e expectativas.

Então, acho que o Alê não caiu nas “armadilhas” da paternidade durante a gravidez, mas depois ….

Depois que o João nasceu, logo depois, no minuto seguinte, toda a minha fé foi transferida para o Alê. Ele se tornou pra mim numa espécie de Jesus Cristo em forma de marido perfeito. Eu achava que só ele me salvaria de qualquer coisa que acontecesse comigo ou com o João. Os detalhes são que: 1 – ele não tava ali pra salvar ninguém e 2 – nada nos aconteceria, ou melhor, nada que necessitasse de salvação, no máximo um copo de água ou uma bomba tira-leite.

Isso foi super confuso porque saí da posição central de “Grávida de Revista” para as posições de mãe – posição desconhecida e meio desapontante - e para a de mulher totalmente dependente, o que dispensa comentários.

E assim nasceu o pai do meu filho, colocado sobre um pedestal de poder e glória. E cobranças, muitas cobranças.

Eu tinha um sonho de consumo que estava tipo no vigésimo lugar da minha minha listinha de coisas inúteis porém desejadas.

Era o Desodorizador Portátil da Brastemp, que serve pra dar uma ventilada nas roupas antes de guardá-las. É o caso daquele casaco que a gente usa por cima de outras roupas e que, evidentemente, não vai pra lavanderia toda vez que é usado. Tambem serve pra tricots e outras peças que realmente a gente não vai lavar após cada uso.

Vocês já viram?

Pelo que entendi da descrição do produto no site da Brastemp rola um vapor de água na roupa, um banho de gato. E, falando em gato, dei meu jeitinho brasileiro pra ter meu próprio desodorizador, apenas com materiais existentes.

Eu aplico nas roupas um eliminador de odores, tipo Shout, e coloco a peça na minha humilde secadora de roupa, daquele modelo suspenso, que não tem vapor de água, porém tem ar quente ou frio circulando. Eu estendo a peça sozinha na secadora e deixo no ar frio cerca de 20 minutos, materializando o ditado: “quem não tem cão, caça como gato”*.

+

Fica perfeito, a roupa fica cheirosinha e pronta pra ser guaradada!!! Tenta e me conta.

(*) De acordo com o comentário da Soraya, quem não tem cão, caça COMO gato, ou seja, sozinho. Eu tinha postado “quem não tem cão caça COM gato”. Valeu Soraya!

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