Viagem de negócios (frustrada) – O Retorno – Parte I

Part one

Oi pessôs, fiquem calmas. A viagem foi ótema. Porém as reportagens prometidas no post Viagem de negócios foram comprometidas por uma crise tecnológica horrível que se abateu sobre mim.

Meu celular morreu totalmente em Minas Gerais, para desespero geral da nação. E aí, depois de ligá-lo e desligá-lo centenas de milhares de vezes (exageraaaaaaaaada) fiz o que mais odeio fazer (depois de lavar louça): liguei para a Vivo. Vocês lembram que sou traumatizada, né? Liguei do celular alheio, oficórse, porq o meu já estava gelado. Logicamente, a atendente não soube estar me dizendo o que se passava e eu tive que ir até uma loja da Vivo ouvir a notícia bombástica:

– É um problema com o seu aparelho, senhora. A freqüência de Minas e de São Paulo são diferentes, e seu aparelho não é quadriband, uai.

Tá. Uai é mentira; é só para enfatizar a mineirice da mocinha me dizendo isso calmamente.

Ao que eu berrei:

– Escuta aqui menina, você sabe com quem está falando?

Tá. Isso também é mentira. É que para ter uma crise histérica eu teria que me apresentar como algum membro da família real brasileira ou alguém decadente porém dêgno o suficiente para ter um siricutico.

Na verdade, a única coisa que consegui dizer foi:

– E eu faço o quê? E o que é quadriband? (isso eu nem queria muito saber, nem sei se perguntei ou só pensei).

Ao que ela responde:

– Tem que comprar um aparelho novo, uai.

Dessa vez teve uai meixmo. E eu morri junto com meu celu. Morri não, virei purpurina, junto com os gays da parada que rolou lá hoje (so crazy).

O que me fez não surtar surtar menos, foi o fato de que no hotel tinha wireless (que não era nenhuma Brastemp) e o nosso amigo, pessoa previnida and nerd, levou seu note sob pretexto de ter que trabalhar. 

Aí fizemos um rolo. Ele ficava com meu ipod durante a tarde (eu deixei ele até tirar a capinha de silicone se começasse emperrar, podia acabar com a bateria, molhar, deixar cair maioneze, desde que me deixasse 5 minutinhos na net) e eu consultaria meus e-mails. E assim se fez!

A segunda parte do post amanhã, desta vez com as delís da viagem.

   

 

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8 comentários sobre “Viagem de negócios (frustrada) – O Retorno – Parte I

  1. Vanessa

    uai Jane me explica direitim esse trem…

    então quer dizer que quando eu for à São Paulo tenho que comprar outro celular?? rsrsrs

    Vanessa / BH

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