Selinho Kreativ Blogger Award

kreative_blog_premioE depois de toda aquela embromeixan do post anterior, vim, finalmente, postar o selinho Kreativ Blogger Award que ganhei do blog Toda POP na Vida, da queridota Mosana!

As regras do prêmio são essas: 
1) Agradecer à pessoa que lhe deu o prêmio – BRIGADA !
2) Copiar o logotipo e colocá-lo em seu blog – OK
3) Linkar o blog que nomeou você para o prêmio – OK
4) Falar sete coisas sobre si mesmo que os outros possam achar interessantes.
5) Nomear outros sete blogs para o Kreativ.
6) Postar links dos sete blogs que você indicar.
7) Deixar um comentário nos blogs para que saibam que foram nomeados.
 
Gentem, deixarei de nomear blogs para postar. Quem quiser, pode fazer um post desse selinho, vou ficar feliz e menos culpada por indicar ou quem não quer, ou quem já tem, ou quem quer e não ganhou.
Então, agora vou falar 7 (ou 700) coisas sobre mim, e fiquei pensando que gostaria de escrever coisas sobre a maternidade, já que este blogueto está com cheiro de neném.
Além disso, esse é um assunto que acho que ainda não explorei muito por aqui, principalmente sobre o começo da minha carreira de mãe!
 
Let’s go, em forma de texto, pode ser?
 
Quando o João nasceu não houve explosão de amor. Ao contrário, lá na maternidade eu me sentia num hotel e eu ainda tinha uma relação, digamos, formal com meu filho. Me traziam ele, eu amamentava e quando ele chorava, todos – inclusive eu –  alegavam stress e ele era levado para o berçário.
 
Quando chegamos em casa, na garagem do prédio eu já comecei a chorar. Sentia um imenso vazio, um medo incrível daquele bebê e uma dependência total do meu marido. Todos os sentimentos eram absolutamente novos e perversos.
Toda essa novidade foi sendo digerida durante 10 dias, quando eu voltei a me sentir EU. Até então, eu não era eu, nem meu corpo era o meu, nem aquele bebê era o que eu pensei que seria.
 
Passado esse período, tudo começou melhorar e nosso vínculo foi se  estabelecendo com o tempo, ao longo da amamentação, que fucionou perfeitamente embora não tenha sido automática e nem fácil.
Eu passei a conhecê-lo e, principalmente, a me reconhecer naquele novo papel de deixar de ser filha para passar a ser mãe.
E assim nasceu a mais linda história do maior amor que eu jamais teria experimentado se não tivesse mergulhado de cabeça em tudo que vivi.
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9 comentários sobre “Selinho Kreativ Blogger Award

  1. Cláudia Rodrigues

    Ah Jane, que alívio…encontrei alguém no mundo que não sentiu uma explosão de amor incondicional pelo seu bebê imediatamente após ele sair da barriga. Passei uns dias olhando aquela criaturinha com estranhamento (ele olhava pro nada, não sorría e não retribuía – bebe devía sair da barriga reconhecendo a mãe e sorrindo só pra ela), sabía que tinha responsabilidades com ele mas sentía culpa por não sentir o amor de toda grande mãe. Ui!! Graças a Deus os dias passaram e amor maior não existe.

  2. É assim mesmo, admiro mulheres que dizem que amam seus bebês ainda na barriga. Pra mim era meio abstrata a ideia de existit um ser ali dentro, ainda no final questionava se poderia ser gazes rs E qdo nasceu, era só um ser que eu me sentia obrigada a alimentar, mas eles vão crescendo e o amor vai brotando, e ficando muito muito grande, cada vez maior. Adorei seu depoimento beijos

  3. Que bom ter pessoas como voce que sao honestas sobre este assunto. Em todo filme novela etc.. a nova mae volta saltitante pra casa,linda e magra com seu novo bebe. Bom, por experiencia propia e pelo que tenho ouvido de muitas amigas, na sua grande maioria a realidade nao e’ bem assim. Com o meu fiho mais velho e com a minha cacula me bateu uma grande depressao que durou meses, alem de tods os sentimentos que voce aqui descreve. Ter um bebe e’ um grande choque,nao so’ pro corpo,mas pra mente tambem. Ja esta na hora das mulheres deste mundo prestarem atencao ao seu redor e entender que isso e’ super normal. E passa,gracas a Deus,passa.

  4. Só mesmo uma criança, no caso a sua, pra lhe fazer falar sério!
    Este sentimento de solidão, acho que é vivido por todas as mães de primeira viagem. Sentia-me uma injustiçada, quando ouvia os amigos de sempre se divertindo até altas horas na sala da minha casa, enquanto eu, enfurnada no quarto com um bebê esfomeado e um peito( os dois!) rachado e sangrando. A solidão da maternidade…Mas isso, é só com o primeiro. A partir do segundo, o que você mais quer é dormir o suficiente pra se aguentar em pé no dia seguinte e dar conta dos outros.

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