Ensinando o filho a ser gente

Estou numa fase de ensinar bons modos ao João, afinal já se passaram quase 7 anos daquela época em que batíamos nas costinhads dele e ficávamos felizes com um arroto.

Só que criança, se a gente não ensina, continua arrotando como se não houvesse amanhã mesmo depois de adulto.

Também ensino sentar pra comer, já que comer em pé, com um joelho apoiado na cadeira, não é permitido. E o cotovelo na mesa? Ô dificuldade!! Esse item estou sendo até meio light, porque … preguiça neste momento.

E a lista de coisas a ensinar ainda não está nem na metade!

Ele ainda tem que comer sem fazer barulho, não limpar o nariz na manga da blusa, cumprimentar até o ser humano mais chato da face da terra, agradecer inclusive por coisas que ele não gostou…

E aos pais cabe educar, educar, educar. E educar.

urso

3 comentários sobre “Ensinando o filho a ser gente

  1. Miriam Cavalcante

    Entendo bem isso…
    Todo dia de manhã encontramos um mesmo vizinho na garagem. Dou bom dia e as meninas repetem. Todo dia de segunda a sexta e ele nunca responde. NUNCA. Uma menina de 5 e outra de 2 anos que fala “bundia” e fica esperando a resposta. Há umas semanas atrás depois do tradicional bom dia seguido de silêncio, a mais velha perguntou, com a discrição e volume infantil: “Mamãe, porque vc continua dando bom dia se ele nunca responde?” Minha resposta no mesmo volume foi: “Não é porque as pessoas são mal educadas e não respondem que nós também seremos e deixaremos de desejar um bom dia.” Conclusão: há cerca de duas semanas ele nos cumprimenta de volta. Com uma resposta eduquei 3 de uma só vez… rs.

  2. Camila Zerbinatti

    Pois é Jane, te entendo perfeitamente. O meu João, que está com quase 2 anos, está naquela fase terrível de ser super sincero sem culpa. A minha sogra chega e quer pegá-lo no colo e ele diz simplesmente “deixa ele” ou então o que é pior “larga ele”. Aí ela me olha e eu fico com a maior cara de paisagem, pois ainda não adianta eu tentar educar muito, a compreensão dele é bem mais ou menos ainda. É duro, e é sempre a mãe que leva a culpa…. Vc tá muito sumida do blog…. adoro ler seus devaneios/pensamentos/questionamentos. Aparece mais!!!!! beijos

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