Cheguei em Paris, e agora?

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Paris, Sena.

Quando comecei a planejar minha viagem à Paris visitei inúmeros blogs, comprei guias, revistas, conversei com amigos que já tinham ido e defini a programação básica que eu considerava imperdível:

– Torre Eiffel;

– Avenue des Champs-Elysées;

– Catedral de Notre Dame;

– Sacre Coeur / Montmartre;

– Versailles; e

– Louvre

Esses locais seriam fundamentais e, a partir deles, definiria os sub-locais a serem visitados (observem a neurose galopante). Minha ideia era visitar tudo com calma, entrar no clima, andar muito e tranquilamente, fazer o que se chama “turistar”. E assim foi feito.

Quando cheguei no Aeroporto Charles de Gaulle fui de ônibus da Air France até o Gare Montparnasse onde peguei um táxi até meu bairro. Esse ônibus custa 16 Euros e faz paradas em Paris (Gare de Lyon, Gare Montparnasse, Port Maillot, Etoile/Champs-Elysées e Invalides). Compensa muito já que um táxi do aeroporto até Paris sai uns bons euros. Porém vale considerar que tomar metrô com mala não é tarefa muito fácil: as estações são super extensas e com muitas escadas (não rolantes). Então prefira chegar na cidade de ônibus num ponto estratégico e então tomar um táxi até o hotel.

O Metrô (maravilhoso) e seus intermináveis corredores.
O Metrô e seus intermináveis corredores.

Chegando em Paris já fiz meu “bilhete único”: uma carteirinha que você carrega com crédito para ilimitadas viagens de metrô (acho que de ônibus também, mas não andei de ônibus) por uma semana ou mais, a escolher. Vale a pena financeiramente e garante perda de tempo zero. O metrô é sem dúvida o melhor jeito de se locomover, a única desvantagem é que não se vê a cidade durante o trajeto (existem pequenos trechos de superfície). Tem estação de metrô por todos os lados e é bem fácil compreender o esquema das linhas.

Usando o metrô consegui cumprir minha programação, exceto visitar Versailles (esse passeio leva um dia inteiro). Andei muito a pé, sem pressa, e posso dizer que conheci bem e me encantei por Paris!

O meu objetivo não foi fazer turismo gastronômico, mas tenho que deixar a dica de um restaurante pra lá de incrível, o Nos Ancêtres Les Gaulois. Fica na Ilha de Saint-Louis – o que já garante um charme extra – pertíssimo do metrô Pont Marie (tudo é perto de algum metrô, acredite). Vinho a vontade, carne de primeira, cesto de legumes crus, pães e queijos divinos. O ambiente é de uma taberna, com música e um certo alvoroço. Parece que tem que reservar mas, como Deus é brasileiro, conseguimos sentar nos dois últimos lugares disponíveis junto com umas americanas. Eu achei que era uma espécie de integração entre os povos, mas depois soube que o restaurante estava completamente lotado aquela noite.

Com o pingo de bateria que me restou consegui tirar foto só da fachada do restaurante.

Minhas outras refeições não foram tão glamourosas, apesar que tudo é glamour em Paris, até andar com um mapa voando e tirar foto o tempo todo (incluindo selfies).

Selfie com glamour.
Selfie com glamour.

 

P.S.: Também escrevi sobre o início dos meus planos de viagem no blog Brazil com Z.

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3 comentários sobre “Cheguei em Paris, e agora?

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