Adeus ao desodorante antitranspirante

Faz bastante tempo que estou tentando me libertar do uso de desodorantes antitranspirantes por motivos de saúde. Acho que entope os póros e que a transpiração não é algo que se deva evitar ou interromper, o que pude comprovar após graves episódios de pelos encravados, que me impediam até mesmo de fechar a “asa”.

Minha primeira tentativa de abandonar o uso de antitranspirante foi quando conheci, numa feira natureba da Vila Madalena, uma pedra de sal que tem efeito bactericida e, portanto, combate o odor sem combater a transpiração. Ela deve se usada úmida (basta deixar no box e aplicar após o banho antes de se enxugar) e dura 2 anos (D-O-I-S-A-N-O-S). Na verdade, dura 2 anos se não cair no chão e quebrar, porque caso isso aconteça, as pontinhas machucam e aí já era. Tive duas pedras. Ambas caíram. Desisti.

IMG_8879Recentemente passei a usar leite de magnésia, que transfiro para uma embalagem com spray para facilitar a aplicação. Tem sido ótimo, combate o odor sem combater a transpiração e só tive um episódio de pelo encravado (nada grave, sarei apenas com pomada, nos outros casos tomei até antibiótico  :-O)

Par dar uma alegria continuo usando perfume próximo às axilas, na parte interna do braço. No dia a dia uso os mais refrescantes, tipo águas de colônia da L’Occitane e Roger & Gallet, que têm bom preço, cheiro ótimo e vendem na farmácia! Faço um post mostrando os meus preferidos em breve.

Tem um post no blog Belezinha com várias opções de desodorantes naturais e que não são antitranspirantes, apenas com função de combater o mau odor. São relativamente caros (na faixa de R$ 60,00) mas eu já usei um da L’Occitane (que depois tive dificuldade para encontrar) e garanto que dura uma eternidade.

Importante dizer o suor não tem cheiro e sua principal função é regular e manter a temperatura do corpo. O que causam odores são as bactérias presentes nas axilas.

Falando em filme …

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Falando em filme – e dando um tempinho nos temas parisienses – vim contar sobre HER (traduzido como “Ela”), assistiu?

Eu assisti dia desses  porque fiz uma meta maluca de ver todos os filmes que concorreram ao Oscar o que, obviamente, não cumpri. De toda forma, esse filme estava na lista e, bem …. contextualizando.

HER foi dirigido por Spike Jonze, ex marido da Sofia Coppola, diretora de Encontros e Desencontros (Lost in translation), filme que se passa em Tokio, com a Scarlett Johansson e o Bill Murray.

O filme se passa num futuro próximo, em Los Angeles, com algumas cenas futuristas filmadas em Shanghai. Theodore (Joaquim Phoenix)  é um escritor solitário que compra um novo sistema operacional para seu computador. Lá pelas tantas, ele acaba se apaixonando pela voz do programa (voz da Scarlett, maravilhosa, diga-se, até eu me apaixonei), dando início a uma relação amorosa. O filme é lindo, delicado, faz refletir e – para piorar – é uma resposta de Jonze à Sofia, uma declaração de amor. 

A minha querida amiga Dani Cascaes (arroba rockstar @DaniCascaes) já tinha publicado a respeito e ela me autorizou postar os seus comentários, além de ter enviado fotos lindas da viagem que  fez a Shanghai.  Preparem-se para pirar!

Assisti “Ela” (Her) do Spike Jonze e amei. Tudo bem, sou suspeita, amo o trabalho de Jonze antes de ser modinha. A sensibilidade de SJ ao mostrar a solidão do personagem de Joaquim Phoenix (Maravilhoso no papel) me deixou com nó na garganta em vários momentos. E a Los Angeles futurista de Jonze que na verdade foi rodada em Xangai, cidade pela qual sou apaixonada, das mais incríveis que conheci, terminou de encher meu coração de saudade. “Ela” parece uma carta de amor a Sofia Coppola, ex de Jonze e, sobretudo, uma resposta a “Lost in Translation” de Sofia. Fico impressionada como a sensibilidade dos dois é parecida e até a escolha da trilha sonora (Sempre perfeita). Como eles se parecem. Me empolguei nesse post, né? Mas é que toda paixão justifica qualquer eventual excesso. Ai, meu coração. [suspiros]

A Dani depois me mandou outra mensagem, acho que  não era para escrever aqui, mas achei tão certo o que ela disse:

Para mim tal qual o Lost in Translation foi um tapa no Jonze, ex da Sofia, Her foi uma resposta para ela. Que coisa mais linda e genial ambos colocarem a Scarlett Johansson nos dois filmes. Gosto de pensar que um é o grande amor do outro. Como eles eram foda juntos. Sofia é genial, Jonze é absurdo e eu sou cafona porque ainda quero um final feliz. Um filme feito pelos dois.

Bem isso: … paixão justifica qualquer eventual excesso.

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Por fim, uma frase do filme: Se apaixonar é uma coisa louca, uma loucura socialmente aceita.

Obrigada Dani querida.

Da série “como não pensei nisso antes?”

Recebi essas dicas por e-mail:

 

  • – Descasque os morangos usando um canudo.

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  • Esfregando uma noz em seus móveis você irá disfarçar arranhões.

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  • Guarde maçãs cortadas, prendendo-as com um elástico.

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  • Faça uma revisão em seu armário.  Coloque as roupas de cama dentro das fronhas.

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  • Aumente o volume, colocando seu iPhone ou iPod em uma tigela. A forma côncava amplifica a música.

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  • Reutilize a embalagem de lenços umedecidos para armazenar os sacos plásticos.

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  • Anexe uma tira de velcro para a parede para armazenar brinquedos macios.

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  • Para encontrar pequenos itens perdidos, como brincos, coloque um pano sobre a mangueira do aspirador.

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  • Use as toucas de banho dos hotéis para guardar seus sapatos usados
    em viagens.

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  • Use as "bread tags" para fazer rótulos para os cabos.

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Obrigada, Patrícia! Coração vermelho

A Danuza me disse

Esse ano eu ganhei de amigo secreto o livro novo da Danuza Leão, o É tudo tão simples!

Quem me apresentou a Danuza foi nossa amiga comum, a Lu Brasil. Na verdade a Lu me deu outro livro dela, chamado Quase Tudo e a partir daí virei fãnzona.

O É tudo tão simples é um manual de vida, um guia de comportamento, mas sem a menor pretensão. A Danuza ensina  a viver/sobreviver falando de si mesma, contando das suas histórias, suas viagens, suas opiniões e mostrando o resultado de suas auto-experiências, como por exemplo a mais recente, que foi simplificar a vida.

Tem um monte de coisa no livro que quero compartilhar e por isso criei a tag A Danuza me disse. Uma coisa que hoje estou com vontade de postar, e que foi a Danuza quem me disse, é que

como você não deve ter empregada fixa, quase ninguém tem, fica mais fácil, e seu jantar deve ser, sempre, uma folha de alface – pequena – e um copo de água. Só.

HAHAHAHA, tem como não amar?

Claro que ela está falando de um dos nossos temas favoritos: magreza! E espero que todo mundo aqui perceba o nosso (meu e dela, ownnn….) tom irônico, até porque no livro ela também recomenda:

Você tem que tomar uma decisão: engordar e ser feliz, ou ficar magra? Comer e emagrecer, tipo sanfona, dá trabalho.

Adoro saber que todas, incluindo as mulheres perfeitas, sofrem dos mesmos males que EU! Ai que alívio.

Color Block

Fui a um eventinho nAs Turcas – elas bem que poderiam registrar minha carteira como Arroz de Festa, sinceramente – aprender sobre color block. Inclusive elas fizeram um post trucão (turcas, truque, pegou pegou?) sobre o Círculo de Cores.

Color Block é isso mesmo que estamos pensando: bloco de cores nas roupas. Têm muitos jeitos de fazer um look color block, e já comecei a ficar aliviada só em saber que não é exatamente aquela moda pavorosa (cuja qual eu vi e vivi) de combinar laranja aceso com verde fluorescente.

A Cris, que falou sobre o tema, estava color-blocada e lindona, vê só:

 

Cris

Ela contou que um bom jeito de se inspirar (e garantir que a combinação vai dar certo) é olhar para uma imagem bonita e tirar dali a combinação de cores.

A combinação dela ficou muito linda. Será que ela se inspirou nessa imagem:

 

PavãoDet

Sinceramente esse tipo de cor é muita areia pro meu caminhãozinho, vou ter que começar do começo (oi?).

Resolvi então pegar um pavão inteiro pra ver se a gente consegue fazer esse exercício de inspiração na natureza.  Vejam que lindo o verde azulado com o rosa das pintinhas, com um toque de preto ou amarelo. Quem poderia imaginar????

Pavão

Segundo a Cris, com as cores tudo pode!!!! Mas certamente nosso olho “gosta” ou é acostumado com de determinadas combinações.

Eu, por exemplo, tenho uma calça cor camelo. Na verdade, eu que caméééélo pra conseguir usar essa bendita cor. Olhem uma inspiration luxo. Será que eu consigo?

camel

Uma dica que eu adorei foi colocar uma terceira cor na união duas cores fortes. Por exemplo, entre um amarelo e um laranja, colocar um cinto camelo, onde o cinto serve de link.

Meio complicado, né?

Mas para exercitar, se a gente for lá no nosso pavãozão, poderíamos combinar verde com rosa (cor das pintinhas) e usar preto de link, em forma de cintinho. Ou então usar de link um azul (cor da cabeça do pavão).

Só não vai inventar de querer usar todas as cores do pavão, pelo amor de God! A Cris falou que pra inspirar tem que  pegar um pedacinho da imagem, hein.

Ai gentem, se fosse fácil não seria moda, seria uma música do Jota Quest néahhhh?

Como ser moderna no trabalho sem perder a elegância

Sábado teve evento na Loja Garimpo da Moda, a loja dAs Turcas (luxo poder e glória!, da Katia e da Gi), com uma conversa sobre elegância e modernidade no trabalho com a Vanessa Palazzi.

Quer conhecer as meninas?

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Da esquerda para a direita, com vocês, na passarela: Katia, Vanessa e Gisele.

Como sempre acontece nesses encontrinhos, houve muita troca, e com a participação de todo mundo aprendemos bastante.

Já de saída pudemos observar a roupa da Vanessa. Super moderna, porém muito elegante.  Ela trabalha com política/políticos, que como se sabe são formais e cheios dos ternos e gravatas (incluem-se no terno as mulheres, só tira a gravata).

Ela destacou que nossa imagem é a nossa marca e que ela está em todos os lugares: no trabalho, no facebook, no orkut (pros mais antigos, oe), e que essa imagem, ou marca, deve nos favorecer e nunca nos derrubar.

Como exemplo, ela usou duas pessoas igualmente qualificadas concorrendo a uma vaga de emprego, onde uma estava absolutamente arrumada e adequada à situação, e a outra estava em desacordo, aparentando relaxo ou falta de compromisso com a imagem que estava sendo transmitida. Chegou-se a conclusão que a pessoa que estava mais arrumada certamente levaria vantagem sobre a que não se dedicou a esse importante detalhe.

Para não errar no trabalho deve-se buscar evitar excessos e, embora nada seja proibido, é conveniente evitar:

– roupas muito justas;

– roupas muito curtas;

– decotes (incluindo tomara que caia).

No fundo, vale a lei da compensação. Se a calça for justa, que a camisa seja solta e longa. Se a blusa for tomara que caia, é conveniente colocar um blaser ou uma camisa soltinha por cima. Se quiser usar uma peça mais curta, deve-se abusar das meias grossas.

Para fugir do clássico monótono, a melhor opção são os acessórios, como colares, lenços, anéis. Também valem roupas convencionais com um corte mais bacanudo. Vejam a calça preta da Vanessa. Nada de uma calça preta igual às outras 99 que temos no armário, vejam o bolso:

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A calça preta tinha um bolso soltinho, e a própria calça era relativamente larguinha no corpo (nada de justos!). Por baixo do casaco (sei lá como chama isso, comprei um similar, vou até mostrar aqui logo que eu conseguir fazer fotos dignas porque é a coisa mais versátil do universo roupístico) ela está de regata, porém devemos evitar decotes, lembram? Então ela colocou esse casaco super moderno, que pode ser amarrado de várias formas (uma coisa meio wrap). No caso, ela usou bastante cor, mas para quem não pode ousar nos estampados, vale escolher cores mais calmas (palavras da Gi, achei fofo), sem abrir mão da estampa. E ainda tem um colar dourado por cima, quem teria idéia de colocar? E não ficou exagerado!

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A Katia e a Gi fizeram várias propostas desse tipo, mudando o blaser, colocando uma camisa por cima da regata, dobrando a barra da calça, mas sempre jogando com uma peça de roupa ou um acessório modernizante (ow God). Ah, antes que eu me esqueça, sapato é acessório, viu?

Resumo da ópera?

Nem que eu ficasse aqui escrevendo o dia todo seria possível contar como foi legal e o quanto pudemos aprender, rir, conhecer gente legal, comer coisinhas mexicanas gostosas e beber uns BELODRINK, feitos pela Paulina.

Resumo do resumo da ópera?

– Vale copiar. Olhe e se inspire!

– Evitar excessos e usar o bom senso sempre. Essa regra é de ouro.

– Temos uma marca a zelar e nossa marca é nossa imagem.

– Beleza é a gente que faz e  devemos estar bem cuidadas porque TODO MUNDO REPARA (ai que alívio, pensei q só eu gostasse de pescoçar a roupa alheia hahahaha).

– Casual Day não é Havainas day, ok?

Espero ter conseguido transmitir um pouco do que aprendi, prometo pra mim mesma que vou colocar tudo em prática. Vem gente!

A Turcas também colocaram fotos e os comentários delas aqui.

Eventinho elegante

Quando eu fiz a consultoria de estilo com a Mara Pusch chegamos a conclusão que tenho dois medos ao me vestir: parecer sexy e parecer jovem-senhora.

Sobre não ser sexy me parecia bem simples, ou seja, bastava evitar míni-saias com meia arrastão e bota de bico fino e salto. Tá, não é tão óbvio assim, mas é bem mais fácil evitar ser sexy do que evitar ser velhota, oi?

Aquele estilo terninho me mata e, antes da consultoria, eu achava que era a única roupa existente no universo para fins de reuniões e pedidos de aumento e/ou demissão.

Mas aprendi que não, que nem tudo na vida de uma profissional séria são ternos e scarpins.

Fora isso, ao longo da minha jornada (sempre quis falar essa frase, o plano inicial era falar no Globo Repórter, maaaassss ….) conheci muita gente elegante e sincera e moderna, que se veste super bem, que se cuida, é bem feminina, sem ser sexy ou sem parecer vó das filhas.

Uma das pessoas é a Vanessa (já falei nela aqui, inclusive rolou uma promessa que ela nos ensinaria cortar nossos próprios cabelos, eike independência), que conheci na Loja das Turcas (loja MOETOLOKA, merece uma visista) e sábado agora, dia 16/07 ela vai fazer um workshop sobre Como ser moderna no trabalho sem perder a elegância.

Recomendo e convido a todo mundo a participar. Eu vou.

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