O Blog mais curtido do pedaço

Eu podia jurar que minha credibilidade blogueira andava mal das pernas, já que esse querido bloguinho não vê atualização há séculos, mas fui passar o feriado na casa da Margaret e decidimos fazer uma página do blog no Facebook: foi sucesso !!!

Não sou muito chegada nessa rede social, mas dizem os profetas que Facebook é o caminho, a verdade e a vida. E eis que de repente, não mais que de repente, PLUFT e … mais de 800 curtidas.IMG_8811

Claro que a própria Marga fez um apelo pelos primeiros 100 seguidores (marca que alcançamos em menos de uma hora), e depois outras meninas também postaram suas súplicas, mas o fato é que, noves fora, choveram curtidas e comentários da galerinha das antigas, pessoas com quem fiz e cultivei amizade graças ao blog.

Então é isso! Esse post pós página, com promessa de um retorno triunfal, serve primeirissimamente para agradecer as palavras amáveis e a amizade de sempre, e segundamente para falar que desejo muito voltar a escrever.

Sinto falta de um espaço gostoso para conversarmos, como fazíamos antes, sem gente patrulhando, pregando chatices, sem radicalismo. Quero falar sobre ter 40 anos, sobre o João grandinho, sobre essa coisa de endeusar filho e reclamar do Natal (que tá chegando, SOS).

Espero que curtam.

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Amsterdam

No meio da viagem para Paris, durante o fim de semana, fomos eu e minha amiga para Amsterdam, onde mora a Anita, do blog Greetings from Holland, conhecida velha de guerra da época em que éramos blogueiras de sucesso internacional (cof cof cof).  “Ter” a Anita interferiu na minha decisão em visitar Amsterdam, pois acredito que quando se tem pouco tempo é ideal que alguém ajude na indicação dos passeios que realmente valem a pena.

Em quase 3 dias (sábado, domingo e meia segunda-feira) deu para visitar muitos locais lindos em Amsterdam, mesmo que para isso tenhamos movimentado a família toda da Anita.

Fomos de Paris a Amsterdam de trem, saindo na sexta a tarde e chegando no início da noite. Em termos de preço talvez o trem empate com o avião, mas em termos de tempo o trem sai ganhando pois não tem trâmite de imigração, despacho de bagagem, nada disso.

Nos hospedamos no Ibis Amsterdam Centre, que fica “colado” na Estação Central; achei o serviço excelente e honesto, além da localização perfeita. De contra tinha o fato de não ter café da manhã incluído na diária, o que pode ser resolvido na própria Estação Central, onde existem vários locais para tomar café; tem até uma Starbucks para o caso de bater aquela saudade do jeito americano de viver. Para os menos preconceituosos, pode-se tomar uma cerveja às 8 da manhã sem crise.

Quando chegamos em Amsterdam já demos de cara com a Anita, o que foi uma sorte, já que qualquer palavra em Holandês tem umas dez consoantes. Ainda bem que o inglês é facilmente falado e entendido! Vale registrar que eu não sabia sequer onde ficava a saída quando desembarquei do trem simplesmente por não compreender uma única e básica palavra.

À noite fomos jantar num restaurante delicioso chamado Humphrey’s (até que esse nome não tem tanta consoante, tremas e demais símbolos).  Adorei a comida: saborosa, quente e aconchegante. Todos os requisitos atendidos! Como paulistana da gema devo admitir que não há muita novidade culinária para mim, não comi nada tãããooo diferente, mas o jeito de servir, as combinações e o astral do restaurante foram deliciosas descobertas.

No dia seguinte, à luz do dia, pude ver claramente que Amsterdam é uma cidade linda e inspiradora. Fora que têm vários Brads Pitts circulando por todos os lados, assim sem compromisso, a pé ou em suas velozes bicicletas.

Falando em ciclistas e bicicletas, eles estão por toda a parte, tirando finas de pedestres aéreos (e como não ficar aéreo num lugar como Amsterdam?), buzinando e falando palavras holandesas incompreensíveis.  Na frente do hotel o estacionamento de bicicletas estava espantosamente lotado.

*clique na imagem para ampliar *

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O sábado foi recheado de passeios a pé e de barco entre as encantadoras ruas e canais de Amsterdam. Eram tantas consoantes que jamais lembrarei o nome de todos os lugares que visitamos, mas a Anita fez um post no Greetings from Holland que pode dar uma ajudinha. Eu também escrevi originalmente no Brazil com Z e lá o post está mais completo. Outro detalhe é que eu estava passeando tão sem compromisso, sendo levada pela maré (maré = Anita), que me dei ao direito de não prestar muita atenção e nem fazer anotações.

Passeamos pelo mercado flutuante de flores, visitamos lojas de souvenirs e de comidinhas com direito a degustações, e depois passeamos por um lugar lindo chamado Begijnhof.

 

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Eu e minha guia favorita.
Cores incríveis em Begijnhof
Cores incríveis em Begijnhof

 

Teve ainda passeio ao Museu Van Gogh, localizado nessa encantadora ruazinha da foto abaixo. Lindo museu com uma lojinha que olha …. suspiros.

 

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Rua do Museu Van Gogh (maravilhoso)

 

E também navegamos pelos canais de Amsterdam.

 

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Passeios pelos canais da cidade.

 

No domingo fomos de carro até um local chamado Zaanse Schans (repita se for capaz), que eu – acho – que fica numa village (que eu também não sei direito se equivale a um bairro, distrito, município etc.). Ou seja, só sei o nome do local e sei que é lindo, lindo, lindo.

 

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Tudo florido, mesmo num dia nublado as cores estavam lindas.
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Ser turista é moleza!
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Cores, sem filtro e sem edição.
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Brad Pitt que ensina como faz tamanco.

 

No dia de ir embora (embora para Paris, ai que rica!!!) durante a manhã fiquei andando pela cidade e o que se vê em Amsterdam, assim, meio sem compromisso, é isso:

 

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Floreiras super bem cuidadas em todos os “becos” (sem desmerecer as ruazinhas lindas, of course).
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Becos, ou ruazinhas lindas. Observem o nome da rua. Sugiro tentar não se perder :-O
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Os barcos navegam por esses canais.
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Ruazinhas e as famosas bicicletas.

E foram assim meus três dias em Amsterdam.

Agradeço à minha querida Anita por ter sido tão generosa! Obrigada pelo jantar em sua casa, pelas caronas, pelas taças de vinho e por sua amizade de tanto tempo.

Visitem a loja de fotos da Anita no Etsy, chamada Kiss My Pixel.

 

Este post foi originalmente publicado no Blog Brazil com Z, onde escrevi como colunista convidada.  Aqui fiz uma reedição menos detalhada.

Falando em filme …

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Falando em filme – e dando um tempinho nos temas parisienses – vim contar sobre HER (traduzido como “Ela”), assistiu?

Eu assisti dia desses  porque fiz uma meta maluca de ver todos os filmes que concorreram ao Oscar o que, obviamente, não cumpri. De toda forma, esse filme estava na lista e, bem …. contextualizando.

HER foi dirigido por Spike Jonze, ex marido da Sofia Coppola, diretora de Encontros e Desencontros (Lost in translation), filme que se passa em Tokio, com a Scarlett Johansson e o Bill Murray.

O filme se passa num futuro próximo, em Los Angeles, com algumas cenas futuristas filmadas em Shanghai. Theodore (Joaquim Phoenix)  é um escritor solitário que compra um novo sistema operacional para seu computador. Lá pelas tantas, ele acaba se apaixonando pela voz do programa (voz da Scarlett, maravilhosa, diga-se, até eu me apaixonei), dando início a uma relação amorosa. O filme é lindo, delicado, faz refletir e – para piorar – é uma resposta de Jonze à Sofia, uma declaração de amor. 

A minha querida amiga Dani Cascaes (arroba rockstar @DaniCascaes) já tinha publicado a respeito e ela me autorizou postar os seus comentários, além de ter enviado fotos lindas da viagem que  fez a Shanghai.  Preparem-se para pirar!

Assisti “Ela” (Her) do Spike Jonze e amei. Tudo bem, sou suspeita, amo o trabalho de Jonze antes de ser modinha. A sensibilidade de SJ ao mostrar a solidão do personagem de Joaquim Phoenix (Maravilhoso no papel) me deixou com nó na garganta em vários momentos. E a Los Angeles futurista de Jonze que na verdade foi rodada em Xangai, cidade pela qual sou apaixonada, das mais incríveis que conheci, terminou de encher meu coração de saudade. “Ela” parece uma carta de amor a Sofia Coppola, ex de Jonze e, sobretudo, uma resposta a “Lost in Translation” de Sofia. Fico impressionada como a sensibilidade dos dois é parecida e até a escolha da trilha sonora (Sempre perfeita). Como eles se parecem. Me empolguei nesse post, né? Mas é que toda paixão justifica qualquer eventual excesso. Ai, meu coração. [suspiros]

A Dani depois me mandou outra mensagem, acho que  não era para escrever aqui, mas achei tão certo o que ela disse:

Para mim tal qual o Lost in Translation foi um tapa no Jonze, ex da Sofia, Her foi uma resposta para ela. Que coisa mais linda e genial ambos colocarem a Scarlett Johansson nos dois filmes. Gosto de pensar que um é o grande amor do outro. Como eles eram foda juntos. Sofia é genial, Jonze é absurdo e eu sou cafona porque ainda quero um final feliz. Um filme feito pelos dois.

Bem isso: … paixão justifica qualquer eventual excesso.

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Por fim, uma frase do filme: Se apaixonar é uma coisa louca, uma loucura socialmente aceita.

Obrigada Dani querida.

Voltando em grande estilo

Blog Torre
Legenda? E precisa?

Depois de um longo recesso, que estava caminhando para uma aposentadoria bloguística, voltei em grande estilo!

E o retorno foi por um excelente motivo: contar e registrar minha última aventura, uma temporada de aproximadamente 10 dias em Paris e Amsterdam. Farei  uma série de posts – porque ninguém merece leituras extensíssimas – mas ainda estou estruturando o melhor jeito de postar. Não sei se reúno as dicas num único post, se coloco informações relevantes (tipo preços) no corpo dos textos, se escrevo aleatoriamente e respondo dúvidas nos comentários. Talvez fique com a última alternativa, mas aceito sugestões.

Após o anúncio sobre o retorno na grande mídia  na minha página no Facebook (nem sei se eu tenho uma página ou um perfil ou se perfil e página são as mesmas coisas) fiz um post colaborativo no Blog Brazil com Z para começar esquentar os motores. Foi então que percebi o quanto estou enferrujada e que demoro duzentos anos para escrever o que antes eu escrevia numa “sentada”. Por isso peço desculpas antecipadas caso a frequência de posts não seja a mesma do tempo que eu era jovem e o Mulheres era meu hobby.

Fui para a Europa sem a família e a maioria dos passeios em Paris fiz sozinha, padrão turistona, com a câmera (iPhone) numa mão e o mapa na outra. Em Paris fiquei hospedada com minha amiga Gris que estava passando o mês todo lá, mas ela foi estudar e não estava disponível para o esquema que programei meus passeios, feitos basicamente de metrô e andando muitíssimo a pé. Esses passeios renderam infinitos selfies e, nesse especificamente, saiu um pedaço do meu inseparável Guia de Paris embaixo do braço.

Foco no Guia!
Foco no Guia!

No período da viagem, fiquei de segunda a sexta em Paris, passei o fim de semana em Amsterdam e retornei na segunda-feira para Paris, onde fiquei até quinta a noite.

Em Amsterdam eu e Gris fomos recebidas pela Anita, do blog Greetings from Holland, que conheci através do Mulheres, quando éramos blogueiras engajadas e postávamos como se não houvesse amanhã. Ela fez toda a programação do fim de semana, e na segunda-feira, como embarcamos para Paris no fim do dia, também pratiquei bateção de perna na terra das bicicletas. Vou fazer um post específico sobre Amsterdam, mas a Anita já contou sobre nossos passeios no blog dela, dá uma espiada. Também vai rolar um post meu no Brazil com Z, são tantas promessas…

Blog Amsterdam
Gris, eu, Anita e a filhinha dela, Lorena.

Posso dizer que nesse esquema conheci Paris muito bem, me localizei e sou capaz de refazer todos os meus trajetos. Já em Amsterdam nem mapa peguei, fiquei por conta da minha guia perfeita, passeei sem me preocupar com direção ou com programações. Por isso me comprometo com mais detalhes nos posts sobre Paris.

Twitter X Blog

Apesar de não ter tido muito tempo para ele – o Twitter, sempre estou dando umas saracutiadas por lá. Inclusive esse post estava guardado nos meus rascunhos, com uma frase da @danicascaes que simplesmete define: Pessoa que diz “não entendo gente que passa o dia no Twitter” não entendeu NADA MESMO sobre essa rede social. Sugestão: delete your account.

O único detalhe é que o twitter é tão legal que, no meu caso, serve um pouco de “ralo”, por onde as idéias escoam da minha cabeça. No início eu achei que o Twitter e o Mulheres poderiam ser complementares (postei aqui), mas a verdade é que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa (oi?).

Hoje eu e a @lubrasil estávamos falando no twitter (apesar de haver forte patrulha, todo mundo usa o microblog  pra bater papo, #quem nunca?) e  ela falou que tinha saudade do tempo que eu ficava esperando para falarmos no MSN. E finalizou sabiamente postando que o twitter estraga blogs (os nossos, por exemplo) e afasta as pessoas.

HAHAHAHA, muito amor!!!!

Seja lá o que for, pra mim pouco importa quem vai prevalcer. Se o Facebook está sendo orkutizado, se o twitter vai comer os blogs com farinha …. O bom é ter amigos pra dar risada sempre!

Guerra às cutículas–Entrevista com a Camila

Conforme prometido no primeiro post Guerra às Cutículas, fiz umas perguntinhas básicas pra Camila Zatz, dona dessa mão:

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Ela não corta cutícula, e contou como chegar nesse resultado.

MI: Os cantos têm que ser cortados ou eles tem uma tendência à reduzirem?

CZ: Os cantões também tendem a reduzir com o tempo, mas eles dificilmente sumirão de uma vez se sua pele cresce e cobre a unha dos cantinhos. Como no cantinho acaba crescendo um pedacinho de unha junto com pele, não tem muito o que fazer, tem que tirar mesmo. Mas nada de arrancar “drasticamente”: mantenha os cantinhos hidratados e depois retire o excesso com o alicate. Passe um creminho depois e beleza, e nunca arranque com a boca! Vai sangrar e ficar um buraco no lugar.

MI: Você empurra sua cutícula ou só hidrata? Como vc conseguiu esse resultado de cutícula grudadinha? Sua cutícula parece de criança, sempre foi assim?

CZ: Minha cutícula sempre foi fininha, mas mesmo assim eu tirava. Quando comecei a parar de tirar a cutícula, eu empurrava todos os dias com a espátula para ela ficar no lugar e não ficar aparecendo aqueles “picotes” do alicate. Demorou uns dois-três meses até elas pegarem o contorno natural das unhas e “assentarem”. Desde então eu mantenho a hidratação diária e só empurro com a espátula na hora de trocar de esmalte. Hoje elas não dão nenhum trabalalho, mesmo na hora de pintar, pra mim ficou mais fácil, já que não corro o risco de ficar com os dedos ardendo com o esmalte e a acetona por ter arrancado a pele que não devia.

MI: Você gosta desse dissolvedor da Sally Hansen? A Vitória (http://www.flickr.com/photos/vikogikoski/) não acha que hidrate tão bem, ela acha que até resseca um pouco, qual é sua opinião? Ela usa Blue Cross, você conhece?

CZ: Nunca usei e não sinto falta de nenhum creme removedor de cutículas. Como nunca tive muita pele sobrando, não sinto falta desse tipo de creme, mas talvez ele seja útil a outras pessoas. O Mira cuticle da Avon é um redutor de cutículas e recomendo o uso dele para quem está começando a parar de tirar a cutícula com o alicate.

MI: Você usa cureta? (eu já comprei uma mas achei meio afiada, é assim mesmo?)

CZ: Não, nas unhas, só alicate (quando alguma pele levanta) e espátula para empurrar e tirar as peles soltas.

MI: Quando estamos com esmalte devemos continuar hidratando e empurrando ou só hidratando?

CZ: No início, vale a pena empurrar e hidratar, mesmo com esmalte. É só empurrar com cuidado para não machucar a pele e não estragar o esmalte.

MI: Que tipo de creme deve ser evitado porque derretem o esmalte ou tiram o brilho?

CZ: Já vi várias meninas falando que protetores solares estragam os eamaltes. Eu uso cremes de mão com protetor solar e nunca reparei em nada, mas também nunca usei um protetor solar comum como Sundown com esmalte, então não sei o efeito que ele pode dar. Em esmaltes foscos, o uso de cremes diários pode deixá-los com aparência “ensebada”. Já em esmaltes comuns, não tem nenhum problema em usar cremes hidratantes.

Pra finalizar, acho bom realçar que eu faço minha unha em casa e mesmo que a pessoa prefira fazer em salão, deixar de tirar as cutículas facilitou muito minha vida. O tempo para fazer as unhas é menor (já que você não demora mais para ficar picotando a pele), tem menores chances de machucar os dedos e evita inflamações, já que a base da unha está protegida. Reza a lenda que as unhas ficam até mais fortes (digo lenda porque nunca tive unhas fracas) e até faz sentido, já que você traumatiza menos a região da base da unha com o alicate. Recomendo a todas terem um pouquinho de paciência e apostarem nesses cuidados. Aliás, como todo tratamento estético, né? Nada tem resultados imediatos, mas depois, é só alegria!

Zatz

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Nos pés, eu também não tiro as cutículas! Faço a mesma coisa que faço nas mãos: só empurro quando vou pintar. Fora isso passo hidratante nos pés antes de dormir e uso creme esfoliante. Aproveito pra esfoliar a parte das cutículas com o esfoliante, também.

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E agora um TESTEMUNHO (isso tá parecendo igreja!).

Minha amiga Fabiana também está empenhada e me mandou um e-mail com fotos contando tudo:

Também venho tentando parar de tirar as cuticulas…ontem lendo seu post resolvi tirar o esmalte de sábado, somente esfoliei.

Bem, no banho passei aquelas escovinhas de cerdas duras, cortei um pouco, massageei com óleo de amendoas. No banho mesmo, porque aproveito e passo no corpo em dias mais frios…fiz o contorno da cuticula com bepantol, ele cicatriza todas pelinhas, usando de manhã e de noite, mas é só na cuticula mesmo porque ele é grossinho.

Esmaltei bem de noite, não ficou a voltinha perfeita mas só dá pra perceber de pertinho…vou tentar mais um mês.

Vejam as fotos da Fabiana no dia que ela pintou:

Fabi

e após 5 dias:

Fabi 5 dias depois

Espero que tenham gostado e se sintam encorajadas. É uma questão de saúde e para quem gosta de manicure, como a Ro, que comentou no post anterior, acho que muitas de nós ainda precisaremos delas. O fato é que pintar a unha é a segunda dificuldade desse processo todo, eu mesma consigo pintar super bem com esmalte claro mas com escuro ainda preciso ir ao salão ! Porém vou com as unhas bem cicatrizadas, sem cutículas machucadas e expostas, evitando assim o contágio por alguma doença.

Agradeço imensamente à meninas que colaboraram com esse post, à Camila Zatz pela entrevista esclarecedora e a Faby por mostrar os resultados dela.

Eventinho elegante

Quando eu fiz a consultoria de estilo com a Mara Pusch chegamos a conclusão que tenho dois medos ao me vestir: parecer sexy e parecer jovem-senhora.

Sobre não ser sexy me parecia bem simples, ou seja, bastava evitar míni-saias com meia arrastão e bota de bico fino e salto. Tá, não é tão óbvio assim, mas é bem mais fácil evitar ser sexy do que evitar ser velhota, oi?

Aquele estilo terninho me mata e, antes da consultoria, eu achava que era a única roupa existente no universo para fins de reuniões e pedidos de aumento e/ou demissão.

Mas aprendi que não, que nem tudo na vida de uma profissional séria são ternos e scarpins.

Fora isso, ao longo da minha jornada (sempre quis falar essa frase, o plano inicial era falar no Globo Repórter, maaaassss ….) conheci muita gente elegante e sincera e moderna, que se veste super bem, que se cuida, é bem feminina, sem ser sexy ou sem parecer vó das filhas.

Uma das pessoas é a Vanessa (já falei nela aqui, inclusive rolou uma promessa que ela nos ensinaria cortar nossos próprios cabelos, eike independência), que conheci na Loja das Turcas (loja MOETOLOKA, merece uma visista) e sábado agora, dia 16/07 ela vai fazer um workshop sobre Como ser moderna no trabalho sem perder a elegância.

Recomendo e convido a todo mundo a participar. Eu vou.

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