O Blog mais curtido do pedaço

Eu podia jurar que minha credibilidade blogueira andava mal das pernas, já que esse querido bloguinho não vê atualização há séculos, mas fui passar o feriado na casa da Margaret e decidimos fazer uma página do blog no Facebook: foi sucesso !!!

Não sou muito chegada nessa rede social, mas dizem os profetas que Facebook é o caminho, a verdade e a vida. E eis que de repente, não mais que de repente, PLUFT e … mais de 800 curtidas.IMG_8811

Claro que a própria Marga fez um apelo pelos primeiros 100 seguidores (marca que alcançamos em menos de uma hora), e depois outras meninas também postaram suas súplicas, mas o fato é que, noves fora, choveram curtidas e comentários da galerinha das antigas, pessoas com quem fiz e cultivei amizade graças ao blog.

Então é isso! Esse post pós página, com promessa de um retorno triunfal, serve primeirissimamente para agradecer as palavras amáveis e a amizade de sempre, e segundamente para falar que desejo muito voltar a escrever.

Sinto falta de um espaço gostoso para conversarmos, como fazíamos antes, sem gente patrulhando, pregando chatices, sem radicalismo. Quero falar sobre ter 40 anos, sobre o João grandinho, sobre essa coisa de endeusar filho e reclamar do Natal (que tá chegando, SOS).

Espero que curtam.

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Eu queria ter na vida simplesmente …

Voltei esse post, originalmente publicado em julho de 2010, para homenagear meu amigo Rubinho, que nos deixou hoje. 

 

No meu sonho eu tenho uma quitanda. Na minha quitanda é tudo limpinho, “lustroso”, os grãos são vendidos a granel, que nem quando eu era pequena. Os fregueses (lá não tem cliente, eu tenho freguesia) me pedem pra guardar a mercadoria, e eu também indico o que está fresquinho.

Na minha quitanda tem queijos, doces de cortar,  umas linguiças calabreza penduradas nuns ganchos, café moído na hora pra comprar o pó, e café moído na hora pra tomar também.

Pra acompanhar, eu posso assar uns pães de queijo, e também tem a massa pra vender, pega alí na geladeira. Tem chá fresquinho pro bebê com cólica, pra mamãe ter leite, pros insones.

Os amigos se reunem lá, todo mundo coloca um cartãozinho de suas melhores habilidades no mural da minha quitanda. Quem sabe fazer comidinha pode deixar lá pra vender, quem sabe fazer craftices também, todo mundo dá pitaco, é a casa da mãe Joana.

Muitas pessoas sabem desse meu desejo, que nem é desejo, é sonho mesmo, porque na minha imaginação tudo dá certinho, mas na realidade nem sei se seria viável.

Aí o querido do Rubinho, do blog do Seo Rubs (segue ele no twitter @rleme), me mostrou um vídeo lindo, que praticamente traduz o meu sonho, e ainda emociona. Vê só:

Outubro Rosa

Aproveitando o clima do Outubro Rosa, e com aquele medo típico das primeiras vezes, entrei para o time das que fazem mamografia. Leia-se para o time das mulheres de quarenta – ou em torno disso.

Da primeira mamografia (e de um monte de outras primeiras coisas) a gente não esquece, mas ainda bem que não lembrarei da minha como algo muito doloroso.

Fui para o exame crente que meu peito viraria uma panqueca, segundo palavras da minha própria mãe, ó que amor sincero amor verdadeiro ❤ ! Mas na verdade não doeu tanto, ou eu sou casca grossa (bem provável).

É uma dor totalmente suportável, que dura poucos segundos, nada que seja motivo para não realizar a mamografia ou adiar. Aliás, temos que ficar atentas a esses pequenos desencorajamentos que vão entrando na nossa cabeça.

Para ilustrar, tirei uma foto de uma correntinha-lembrete que ganhei ano passado, num evento que participei e postei aqui.

Oct

Para complementar as histórias de outubro, visitei a Margaret, na Bahia. Ela postou fotos no blog dela, vai lá ver. Aproveita e lê a história da Marga, que venceu um câncer de mama com determinação, coragem e principalmente alegria de viver!

Marga, dedico esse post e meu peito panqueca a você!

Twitter X Blog

Apesar de não ter tido muito tempo para ele – o Twitter, sempre estou dando umas saracutiadas por lá. Inclusive esse post estava guardado nos meus rascunhos, com uma frase da @danicascaes que simplesmete define: Pessoa que diz “não entendo gente que passa o dia no Twitter” não entendeu NADA MESMO sobre essa rede social. Sugestão: delete your account.

O único detalhe é que o twitter é tão legal que, no meu caso, serve um pouco de “ralo”, por onde as idéias escoam da minha cabeça. No início eu achei que o Twitter e o Mulheres poderiam ser complementares (postei aqui), mas a verdade é que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa (oi?).

Hoje eu e a @lubrasil estávamos falando no twitter (apesar de haver forte patrulha, todo mundo usa o microblog  pra bater papo, #quem nunca?) e  ela falou que tinha saudade do tempo que eu ficava esperando para falarmos no MSN. E finalizou sabiamente postando que o twitter estraga blogs (os nossos, por exemplo) e afasta as pessoas.

HAHAHAHA, muito amor!!!!

Seja lá o que for, pra mim pouco importa quem vai prevalcer. Se o Facebook está sendo orkutizado, se o twitter vai comer os blogs com farinha …. O bom é ter amigos pra dar risada sempre!

A Danuza me disse

Esse ano eu ganhei de amigo secreto o livro novo da Danuza Leão, o É tudo tão simples!

Quem me apresentou a Danuza foi nossa amiga comum, a Lu Brasil. Na verdade a Lu me deu outro livro dela, chamado Quase Tudo e a partir daí virei fãnzona.

O É tudo tão simples é um manual de vida, um guia de comportamento, mas sem a menor pretensão. A Danuza ensina  a viver/sobreviver falando de si mesma, contando das suas histórias, suas viagens, suas opiniões e mostrando o resultado de suas auto-experiências, como por exemplo a mais recente, que foi simplificar a vida.

Tem um monte de coisa no livro que quero compartilhar e por isso criei a tag A Danuza me disse. Uma coisa que hoje estou com vontade de postar, e que foi a Danuza quem me disse, é que

como você não deve ter empregada fixa, quase ninguém tem, fica mais fácil, e seu jantar deve ser, sempre, uma folha de alface – pequena – e um copo de água. Só.

HAHAHAHA, tem como não amar?

Claro que ela está falando de um dos nossos temas favoritos: magreza! E espero que todo mundo aqui perceba o nosso (meu e dela, ownnn….) tom irônico, até porque no livro ela também recomenda:

Você tem que tomar uma decisão: engordar e ser feliz, ou ficar magra? Comer e emagrecer, tipo sanfona, dá trabalho.

Adoro saber que todas, incluindo as mulheres perfeitas, sofrem dos mesmos males que EU! Ai que alívio.

O medo do (ano) novo

Se tem uma coisa que me dá medo é pensar que sempre o ano novo representa não somente um ano a mais pra ser bem vivido,  mas também – e infelizmente – um ano a menos.

Um ano a menos pra mim, pra quem eu amo, pros que estão perto de mim e são mais velhos (e, portanto, com menos direitos do que os mais jovens egoístas), enfim, um ano a menos no meu calendário.

Um X bem grande e vermelho no ano que termina. E já se vão 37 xizes.

Fica aqui minha singela e anônima homenagem ao Daniel Piza, que eu conhecia de ler, ver e ouvir sempre, e que morreu aos 41 anos, no dia 30/12/11, me fazendo refletir.