Minha mamografia ou Outubro Rosa em novembro

imagesEsse ano fiz minha segunda mamografia. A primeira foi em 2012, portanto antes dos 40 anos por opção do médico. A partir desse ano, tendo passado dos 40, o exame será feito anualmente e isso não me assusta.

Ouço muito falar que a mamografia dói e por causa disso a mulherada foge e evita o exame. Eu não achei que dói tanto, prefiro fazer mamografia do que fazer papanicolau, por exemplo. Mas como não se trata de preferência, e sim de cuidado com a minha saúde, faço ambos.

No meu caso o exame causa a sensação de uma ventosa gigante sugando as mamas. Eu até perguntei para a enfermeira: – isso chupa ou aperta? :-O

Fato é que a  máquina pressiona o peito por uns 10 segundos depois que a enfermeira ajeita tudo certinho e orienta “relaxa o ombro, joga o pescoço para o lado esquerdo…” para que a pressionada não dê errado e ela consiga obter o resultado desejado sem precisar repetir (o que pode acontecer).

São duas rodadas para cada peito: uma de frente para a máquina e outra meio de lado, ambas com o mesmo grau de incômodo.

Claro que sou casca dura (e miolo mole), aguento bem algumas dores (menos coração partido) e meus peitos não são doloridos não são dois meios melões densos e firmes, o que imagino que deve facilitar. Mas se você tem dificuldade ou medo na hora da mamografia lembre-se que é rapidíssimo, que é uma vez por ano e que pode salvar sua vida!

Não fuja.

 

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Adeus ao desodorante antitranspirante

Faz bastante tempo que estou tentando me libertar do uso de desodorantes antitranspirantes por motivos de saúde. Acho que entope os póros e que a transpiração não é algo que se deva evitar ou interromper, o que pude comprovar após graves episódios de pelos encravados, que me impediam até mesmo de fechar a “asa”.

Minha primeira tentativa de abandonar o uso de antitranspirante foi quando conheci, numa feira natureba da Vila Madalena, uma pedra de sal que tem efeito bactericida e, portanto, combate o odor sem combater a transpiração. Ela deve se usada úmida (basta deixar no box e aplicar após o banho antes de se enxugar) e dura 2 anos (D-O-I-S-A-N-O-S). Na verdade, dura 2 anos se não cair no chão e quebrar, porque caso isso aconteça, as pontinhas machucam e aí já era. Tive duas pedras. Ambas caíram. Desisti.

IMG_8879Recentemente passei a usar leite de magnésia, que transfiro para uma embalagem com spray para facilitar a aplicação. Tem sido ótimo, combate o odor sem combater a transpiração e só tive um episódio de pelo encravado (nada grave, sarei apenas com pomada, nos outros casos tomei até antibiótico  :-O)

Par dar uma alegria continuo usando perfume próximo às axilas, na parte interna do braço. No dia a dia uso os mais refrescantes, tipo águas de colônia da L’Occitane e Roger & Gallet, que têm bom preço, cheiro ótimo e vendem na farmácia! Faço um post mostrando os meus preferidos em breve.

Tem um post no blog Belezinha com várias opções de desodorantes naturais e que não são antitranspirantes, apenas com função de combater o mau odor. São relativamente caros (na faixa de R$ 60,00) mas eu já usei um da L’Occitane (que depois tive dificuldade para encontrar) e garanto que dura uma eternidade.

Importante dizer o suor não tem cheiro e sua principal função é regular e manter a temperatura do corpo. O que causam odores são as bactérias presentes nas axilas.

Outubro Rosa

Aproveitando o clima do Outubro Rosa, e com aquele medo típico das primeiras vezes, entrei para o time das que fazem mamografia. Leia-se para o time das mulheres de quarenta – ou em torno disso.

Da primeira mamografia (e de um monte de outras primeiras coisas) a gente não esquece, mas ainda bem que não lembrarei da minha como algo muito doloroso.

Fui para o exame crente que meu peito viraria uma panqueca, segundo palavras da minha própria mãe, ó que amor sincero amor verdadeiro ❤ ! Mas na verdade não doeu tanto, ou eu sou casca grossa (bem provável).

É uma dor totalmente suportável, que dura poucos segundos, nada que seja motivo para não realizar a mamografia ou adiar. Aliás, temos que ficar atentas a esses pequenos desencorajamentos que vão entrando na nossa cabeça.

Para ilustrar, tirei uma foto de uma correntinha-lembrete que ganhei ano passado, num evento que participei e postei aqui.

Oct

Para complementar as histórias de outubro, visitei a Margaret, na Bahia. Ela postou fotos no blog dela, vai lá ver. Aproveita e lê a história da Marga, que venceu um câncer de mama com determinação, coragem e principalmente alegria de viver!

Marga, dedico esse post e meu peito panqueca a você!

O kilo da discórdia

bodyDepois que eu emagreci no pós parto (onde pós = 2 anos após, abaffff) eu fiquei bem estável em um determinado peso, podendo, inclusive, enfiar um pouquinho o pezinho na jaquinha.

Bastava eu não jantar, ou substituir uma refeição por chupar gelo/comer alface – se é que você me entende – que lá estava eu com o mesmo peso, toda agradecida a Deus.

Mas de uns tempos pra cá, digamos que há um ano, qualquer pequeno deslize me custa caro! Acordo mais gorda, com retenção de líquido e retenção de todo o resto sólido tambem #prontofalei.

Cheguei a ir à minha endócrino amada choramingar e a bonita foi implacável: – depois dos 35 tudo piora.

Como já passei dos 35 faz um tempo, imaginem minha situação.

Comprei um tal óleo de coco pra ver se dá uma turbinada no metabolismo ou se unta as vias perdedoras de peso ou se algum milagre é operado. E parece que esse óleo age nas gorduras abdominais, que é justamente onde a coisa toda acontece.

Estou no aguardo, mas sofrendo!

A Danuza me disse

Esse ano eu ganhei de amigo secreto o livro novo da Danuza Leão, o É tudo tão simples!

Quem me apresentou a Danuza foi nossa amiga comum, a Lu Brasil. Na verdade a Lu me deu outro livro dela, chamado Quase Tudo e a partir daí virei fãnzona.

O É tudo tão simples é um manual de vida, um guia de comportamento, mas sem a menor pretensão. A Danuza ensina  a viver/sobreviver falando de si mesma, contando das suas histórias, suas viagens, suas opiniões e mostrando o resultado de suas auto-experiências, como por exemplo a mais recente, que foi simplificar a vida.

Tem um monte de coisa no livro que quero compartilhar e por isso criei a tag A Danuza me disse. Uma coisa que hoje estou com vontade de postar, e que foi a Danuza quem me disse, é que

como você não deve ter empregada fixa, quase ninguém tem, fica mais fácil, e seu jantar deve ser, sempre, uma folha de alface – pequena – e um copo de água. Só.

HAHAHAHA, tem como não amar?

Claro que ela está falando de um dos nossos temas favoritos: magreza! E espero que todo mundo aqui perceba o nosso (meu e dela, ownnn….) tom irônico, até porque no livro ela também recomenda:

Você tem que tomar uma decisão: engordar e ser feliz, ou ficar magra? Comer e emagrecer, tipo sanfona, dá trabalho.

Adoro saber que todas, incluindo as mulheres perfeitas, sofrem dos mesmos males que EU! Ai que alívio.

Saúde na corda bamba

veggie

Eu me considero cuidadosa com a saúde, a começar pela alimentação. Eu gosto de comidas que quase ninguém gosta, sou verdadeiramente chegada em verdura e em salada, já contei aqui.

Ocorre que ultimamente me sinto “empanturrada”, mesmo comendo pouquinho e regradamente.

Fui ao médico e fiz endoscopia (delícia…) e estou tomando remédios e tals.

Fico achando que cada dia estou mais perto de me tornar vegetariana. Será que é o vegetarianismo que nos escolhe? Ou seria o contrário?

Pouco sei sobre o tema, só sei que parece que estou achando que o meu corpo precisa de bem menos comida pra viver, e de preferência comida light, leve e integral.

Bem que isso podia ser um sinal divino para eu realizar meu sonho de ter uma “venda”, com grãos a granel, uns pães cascudinhos e chazinhos cheirosos.

Enquanto isso não acontece, estou tomando complexo vitamínico e um remédio anti-herpes (andei tendo herpes seguidas, um pavor ao cubo) , fora os remédios pro empanturramento.

PAUSA PARA A HERPES

Tenho herpes na boca, e o vírus tem um ciclo vicioso e inevitável, ou seja, o negócio aparece e vira um machucado. Nesse momento, o lance é hidratar muito (no meu caso passei Bepantol à exaustão) porque o machucadinho ressecado rompe, abrindo campo para novos ataques. Socorro. Fica então a dica pra quem tem herpes: cuidar logo no começo com tratamento específico e depois que estourar o machucado não parar de aplicar um emoliente.

Obviamente isso funcionou comigo, mas vale a pena prestar atenção em como seu corpo reage. Fora que não sou médica (mas me sinto como se fosse, oe?), então vale a pena conversar com um dotô.

Continuando….

Só me falta voltar a “garrar” na atividade física, mas tá difícil. O frio é o inimigo número um da disposição para fazer atividades ao ar livre, que é do que eu realmente gosto.

Guerra às cutículas–Entrevista com a Camila

Conforme prometido no primeiro post Guerra às Cutículas, fiz umas perguntinhas básicas pra Camila Zatz, dona dessa mão:

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Ela não corta cutícula, e contou como chegar nesse resultado.

MI: Os cantos têm que ser cortados ou eles tem uma tendência à reduzirem?

CZ: Os cantões também tendem a reduzir com o tempo, mas eles dificilmente sumirão de uma vez se sua pele cresce e cobre a unha dos cantinhos. Como no cantinho acaba crescendo um pedacinho de unha junto com pele, não tem muito o que fazer, tem que tirar mesmo. Mas nada de arrancar “drasticamente”: mantenha os cantinhos hidratados e depois retire o excesso com o alicate. Passe um creminho depois e beleza, e nunca arranque com a boca! Vai sangrar e ficar um buraco no lugar.

MI: Você empurra sua cutícula ou só hidrata? Como vc conseguiu esse resultado de cutícula grudadinha? Sua cutícula parece de criança, sempre foi assim?

CZ: Minha cutícula sempre foi fininha, mas mesmo assim eu tirava. Quando comecei a parar de tirar a cutícula, eu empurrava todos os dias com a espátula para ela ficar no lugar e não ficar aparecendo aqueles “picotes” do alicate. Demorou uns dois-três meses até elas pegarem o contorno natural das unhas e “assentarem”. Desde então eu mantenho a hidratação diária e só empurro com a espátula na hora de trocar de esmalte. Hoje elas não dão nenhum trabalalho, mesmo na hora de pintar, pra mim ficou mais fácil, já que não corro o risco de ficar com os dedos ardendo com o esmalte e a acetona por ter arrancado a pele que não devia.

MI: Você gosta desse dissolvedor da Sally Hansen? A Vitória (http://www.flickr.com/photos/vikogikoski/) não acha que hidrate tão bem, ela acha que até resseca um pouco, qual é sua opinião? Ela usa Blue Cross, você conhece?

CZ: Nunca usei e não sinto falta de nenhum creme removedor de cutículas. Como nunca tive muita pele sobrando, não sinto falta desse tipo de creme, mas talvez ele seja útil a outras pessoas. O Mira cuticle da Avon é um redutor de cutículas e recomendo o uso dele para quem está começando a parar de tirar a cutícula com o alicate.

MI: Você usa cureta? (eu já comprei uma mas achei meio afiada, é assim mesmo?)

CZ: Não, nas unhas, só alicate (quando alguma pele levanta) e espátula para empurrar e tirar as peles soltas.

MI: Quando estamos com esmalte devemos continuar hidratando e empurrando ou só hidratando?

CZ: No início, vale a pena empurrar e hidratar, mesmo com esmalte. É só empurrar com cuidado para não machucar a pele e não estragar o esmalte.

MI: Que tipo de creme deve ser evitado porque derretem o esmalte ou tiram o brilho?

CZ: Já vi várias meninas falando que protetores solares estragam os eamaltes. Eu uso cremes de mão com protetor solar e nunca reparei em nada, mas também nunca usei um protetor solar comum como Sundown com esmalte, então não sei o efeito que ele pode dar. Em esmaltes foscos, o uso de cremes diários pode deixá-los com aparência “ensebada”. Já em esmaltes comuns, não tem nenhum problema em usar cremes hidratantes.

Pra finalizar, acho bom realçar que eu faço minha unha em casa e mesmo que a pessoa prefira fazer em salão, deixar de tirar as cutículas facilitou muito minha vida. O tempo para fazer as unhas é menor (já que você não demora mais para ficar picotando a pele), tem menores chances de machucar os dedos e evita inflamações, já que a base da unha está protegida. Reza a lenda que as unhas ficam até mais fortes (digo lenda porque nunca tive unhas fracas) e até faz sentido, já que você traumatiza menos a região da base da unha com o alicate. Recomendo a todas terem um pouquinho de paciência e apostarem nesses cuidados. Aliás, como todo tratamento estético, né? Nada tem resultados imediatos, mas depois, é só alegria!

Zatz

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Nos pés, eu também não tiro as cutículas! Faço a mesma coisa que faço nas mãos: só empurro quando vou pintar. Fora isso passo hidratante nos pés antes de dormir e uso creme esfoliante. Aproveito pra esfoliar a parte das cutículas com o esfoliante, também.

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E agora um TESTEMUNHO (isso tá parecendo igreja!).

Minha amiga Fabiana também está empenhada e me mandou um e-mail com fotos contando tudo:

Também venho tentando parar de tirar as cuticulas…ontem lendo seu post resolvi tirar o esmalte de sábado, somente esfoliei.

Bem, no banho passei aquelas escovinhas de cerdas duras, cortei um pouco, massageei com óleo de amendoas. No banho mesmo, porque aproveito e passo no corpo em dias mais frios…fiz o contorno da cuticula com bepantol, ele cicatriza todas pelinhas, usando de manhã e de noite, mas é só na cuticula mesmo porque ele é grossinho.

Esmaltei bem de noite, não ficou a voltinha perfeita mas só dá pra perceber de pertinho…vou tentar mais um mês.

Vejam as fotos da Fabiana no dia que ela pintou:

Fabi

e após 5 dias:

Fabi 5 dias depois

Espero que tenham gostado e se sintam encorajadas. É uma questão de saúde e para quem gosta de manicure, como a Ro, que comentou no post anterior, acho que muitas de nós ainda precisaremos delas. O fato é que pintar a unha é a segunda dificuldade desse processo todo, eu mesma consigo pintar super bem com esmalte claro mas com escuro ainda preciso ir ao salão ! Porém vou com as unhas bem cicatrizadas, sem cutículas machucadas e expostas, evitando assim o contágio por alguma doença.

Agradeço imensamente à meninas que colaboraram com esse post, à Camila Zatz pela entrevista esclarecedora e a Faby por mostrar os resultados dela.