Adeus ao desodorante antitranspirante

Faz bastante tempo que estou tentando me libertar do uso de desodorantes antitranspirantes por motivos de saúde. Acho que entope os póros e que a transpiração não é algo que se deva evitar ou interromper, o que pude comprovar após graves episódios de pelos encravados, que me impediam até mesmo de fechar a “asa”.

Minha primeira tentativa de abandonar o uso de antitranspirante foi quando conheci, numa feira natureba da Vila Madalena, uma pedra de sal que tem efeito bactericida e, portanto, combate o odor sem combater a transpiração. Ela deve se usada úmida (basta deixar no box e aplicar após o banho antes de se enxugar) e dura 2 anos (D-O-I-S-A-N-O-S). Na verdade, dura 2 anos se não cair no chão e quebrar, porque caso isso aconteça, as pontinhas machucam e aí já era. Tive duas pedras. Ambas caíram. Desisti.

IMG_8879Recentemente passei a usar leite de magnésia, que transfiro para uma embalagem com spray para facilitar a aplicação. Tem sido ótimo, combate o odor sem combater a transpiração e só tive um episódio de pelo encravado (nada grave, sarei apenas com pomada, nos outros casos tomei até antibiótico  :-O)

Par dar uma alegria continuo usando perfume próximo às axilas, na parte interna do braço. No dia a dia uso os mais refrescantes, tipo águas de colônia da L’Occitane e Roger & Gallet, que têm bom preço, cheiro ótimo e vendem na farmácia! Faço um post mostrando os meus preferidos em breve.

Tem um post no blog Belezinha com várias opções de desodorantes naturais e que não são antitranspirantes, apenas com função de combater o mau odor. São relativamente caros (na faixa de R$ 60,00) mas eu já usei um da L’Occitane (que depois tive dificuldade para encontrar) e garanto que dura uma eternidade.

Importante dizer o suor não tem cheiro e sua principal função é regular e manter a temperatura do corpo. O que causam odores são as bactérias presentes nas axilas.

Cheguei em Paris, e agora?

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Paris, Sena.

Quando comecei a planejar minha viagem à Paris visitei inúmeros blogs, comprei guias, revistas, conversei com amigos que já tinham ido e defini a programação básica que eu considerava imperdível:

– Torre Eiffel;

– Avenue des Champs-Elysées;

– Catedral de Notre Dame;

– Sacre Coeur / Montmartre;

– Versailles; e

– Louvre

Esses locais seriam fundamentais e, a partir deles, definiria os sub-locais a serem visitados (observem a neurose galopante). Minha ideia era visitar tudo com calma, entrar no clima, andar muito e tranquilamente, fazer o que se chama “turistar”. E assim foi feito.

Quando cheguei no Aeroporto Charles de Gaulle fui de ônibus da Air France até o Gare Montparnasse onde peguei um táxi até meu bairro. Esse ônibus custa 16 Euros e faz paradas em Paris (Gare de Lyon, Gare Montparnasse, Port Maillot, Etoile/Champs-Elysées e Invalides). Compensa muito já que um táxi do aeroporto até Paris sai uns bons euros. Porém vale considerar que tomar metrô com mala não é tarefa muito fácil: as estações são super extensas e com muitas escadas (não rolantes). Então prefira chegar na cidade de ônibus num ponto estratégico e então tomar um táxi até o hotel.

O Metrô (maravilhoso) e seus intermináveis corredores.
O Metrô e seus intermináveis corredores.

Chegando em Paris já fiz meu “bilhete único”: uma carteirinha que você carrega com crédito para ilimitadas viagens de metrô (acho que de ônibus também, mas não andei de ônibus) por uma semana ou mais, a escolher. Vale a pena financeiramente e garante perda de tempo zero. O metrô é sem dúvida o melhor jeito de se locomover, a única desvantagem é que não se vê a cidade durante o trajeto (existem pequenos trechos de superfície). Tem estação de metrô por todos os lados e é bem fácil compreender o esquema das linhas.

Usando o metrô consegui cumprir minha programação, exceto visitar Versailles (esse passeio leva um dia inteiro). Andei muito a pé, sem pressa, e posso dizer que conheci bem e me encantei por Paris!

O meu objetivo não foi fazer turismo gastronômico, mas tenho que deixar a dica de um restaurante pra lá de incrível, o Nos Ancêtres Les Gaulois. Fica na Ilha de Saint-Louis – o que já garante um charme extra – pertíssimo do metrô Pont Marie (tudo é perto de algum metrô, acredite). Vinho a vontade, carne de primeira, cesto de legumes crus, pães e queijos divinos. O ambiente é de uma taberna, com música e um certo alvoroço. Parece que tem que reservar mas, como Deus é brasileiro, conseguimos sentar nos dois últimos lugares disponíveis junto com umas americanas. Eu achei que era uma espécie de integração entre os povos, mas depois soube que o restaurante estava completamente lotado aquela noite.

Com o pingo de bateria que me restou consegui tirar foto só da fachada do restaurante.

Minhas outras refeições não foram tão glamourosas, apesar que tudo é glamour em Paris, até andar com um mapa voando e tirar foto o tempo todo (incluindo selfies).

Selfie com glamour.
Selfie com glamour.

 

P.S.: Também escrevi sobre o início dos meus planos de viagem no blog Brazil com Z.

Post Musical / Utilidade Pública / O fim do lá lá lá

Sou super musical, já contei né? E gosto de rádio, por mais antigo que isso possa parecer a você, jovem leitor. No carro rola rádio direto.

Rádio é aquilo ….  Toca de tudo um pouco e é uma ótima diversão ficar trocando de estação.

E o melhor é que tem um aplicativo chamado Shazam que “ouve” a música e conta tudo sobre ela. O mundo tá muito moderno! Aí eu não preciso ficar fazendo lá lá lá até alguém me ajudar a descobrir de que música se trata. Um mico a menos na vida!

Essa foi a última música que o Shazam me ajudou a descobrir.

 

A Linha Amarela e Sapatilha Dourada

Se tem uma coisa boa na vida, se chama metrô.

E aqui em São Paulo, como todo mundo está careca de saber, ir de metrô a qualquer lugar é o método ideal de transporte, principalmente se comparado com o carro. Carro é aquilo. Trânsito enlouquecedor, semi-certeza de atraso e estacionamento de R$ 25,00 a hora dependendo da localidade. Ou seja, mau negócio quase sempre.

Como eu tinha uma reunião na Faria Lima, região rica (entenda-se com estacinamento mega caro) e movimentada (entenda-se congestionada), resolvi investir na exploração do novo, a Linha Amarela do metrô, modernézima.

Valeu a pena, tirando o fato de que para acessar a Linha Amarela, na estação da Luz, andei muito, subi escadas rolantes, desci, etc,  o que matou meus pés, com requinte de crueldade.

Outro detalhe é que andar nas ruas de São Paulo não é tarefa fácil. Ao contrário, é tarefa árdua.

Tirando os pequenos problemas, gostei da experiência, porque não me atrasei e não me estressei. No entanto, tive sensação de sardinha e moí meus pés.

Fica aqui a dica das sapatilhas Ballasox.

Comprei a minha em algum site de liquidação e tirei fotos para mostrar. Ela vem enroladinha numa bolsinha que dá pra carregar na bolsa (quando fui me aventurar no metrô, minha sapatilha ainda não tinha chegado), prática para andanças ou para dirigir.

A foto do detalhe da ponta da sapatilha é para demonstrar que, embora seja molinha, o bico não é não é deformado, tipo sapato de pano.  A foto do saquinho é o modo que ela pode ser guardada. Achei fofa.

Sapatilha

Nada contra, mas esse não é um publieditorial.

Voltei, balanço geral, balança mas não cai

Enfim, voltei!!! Viajar é bom, ótimo, mas voltar também tem seu valor, fala sério!

Vou fazer posts da viagem, prometo.

Meu mês de outubro foi bem incomum/chato/novidadeiro. A parte chata foi a mudança de escritório, para uma tentativa de home office. A parte legal foi a viagem pra Las Vegas, San Diego e Los Angeles.

Outra coisa legal que aconteceu no meu outubro foi a participação num encontro com o objetivo de divulgar a importância do Outubro Rosa através do Dia Rosa, o dia da minha mamografia, onde eu sou minha #prioridade.

Esse ano foi utlizada a palavra #prioridade, nos fazendo refletir sobre onde colocamos nossa saúde na nossa lista de coisas a fazer, e o quanto estamos olhando para nós mesmas, uma vez que, no caso do câncer de mama, a arma mais podereosa que temos é a prevenção e a detecção precoce.

O evento contou com o apoio da FEMAMA  (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama), que  ilumina com luz rosa pontos famosos das cidade.

A Ana Paula Padrão também esteve presente, e prestou apoio promovendo divulgação portal dela, o Tempo de Mulher.

O mais legal foi que na viagem aos Estados Unidos vi muita coisa lembrando a data, inclusive chegando no hotel já tinha na recepção chocolates em forma de moedinha do Outubro Rosa, lindas.

Ou seja,  o Outubro Rosa pode SIM diminuir o número de mulheres que perdem suas vidas para a falta de cuidado consigo mesmas, porque é um mês mundial da consciência.

Moeda

Ferias 2011 - Vegas - San diego - 1 036

Lembrança em forma de chocolate em plena Las Vegas, a cidade mais lokona que eu já tive notícias!

 

O evento teve a participação da dra. Maria Caleffi, mastologista e presidente da Femama.

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Ana Paula Padrão também prestigiou, ambas de roupa rosa!

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Visual da sala no Hotel InterContinental. É bom ser mulher, viu. Tudo rosa e delicado, que lindo!

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Seja conscente, e coloque a mamografia na sua lista de #prioridade

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Quanto menor o tumor, maior a chance de cura, daí a importância da mamografia, que é o único exame que detecta tumores de menos de 1 cm. Um tumor de 1 cm tem 95% de chance de cura!!!

 

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Outubro Rosa, Dia Rosa, #prioridade : eu apoio !!!

Guerra às cutículas

Como já falei umas duzentas mil vezes aqui, sou escrava de duas profissionais em franca extinção no mercadoo: empregada e manicure.

À primeira já me rendi, e eu mesma me auto-amarro no tronco para facilitar a vida da fofa.

Já da segunda, estou lentamente me libertando. Além disso, no dia do aniversário do blog Esmalte no Pé (tem bastante posts no blog) teve uma conversa super útil e esclarecedora com uma dermatologista que recomendou que as cutículas fossem mantidas nas unhas, porque é proteção.

Tá, a gente já sabe disso tudo, mas o que a gente não sabia é que: yes we can !

Na festa tinha um monte de menina chique desses blogs de esmalte, e elas trocam de esmalte tipo 3x por semana (meu sonho) e – tá sentada? – elas não tiram a cutícula!!!!!! Ou seja, aquelas unhas perfeitas que eles fotografam com requintes de crueldade nos detalhes são unhas hidratadas e cuidadas, mas não com cutículas cortadas até o talo (como eu gosto, aff).

A rainha da bateria eleita por mim foi a Camila Zatz, que inclusive vai nos ensinar os truques da unha perfeita, respondendo uma entrevista que estou elaborando a passos de tartaruga manca em coma . Ela não corta a cutícula e escreve no Loucas Por Esmaltes.

Dá uma olhada na unha da criança:

Saindo da festa já comecei planejar o meu testemunho nos CCA – Cortadores de Cutículas Anônimos, já me via sendo aplaudida ao declarar que estava há 7 dias, 2 horas e 10 minutos sem cortar.

Então parti pra ignorância. Tirei o esmalte e comecei a hidratar como se não houvesse amanhã, com todos os produtos de unha disponíveis na minha frente. O segredo é hidratar e empurrar com a parte chanfrada do pau de larenjeira (usado para tirar esmalte com a parte fina). Toda noite também hidratava com um creme para as mãos, e fiquei sem esmalte ao longo da semana.

Na sexta, usei meu dissolvedor de cutícula  mega-power-ultra-hidratante, empurrei, e só cortei os cantões (os cantões são assunto para a Camila, isso é o que mais me aflige). E então cheguei a esse resultado (clica que aumenta):

Passei esse esmalte pálido porque ainda não estou manjando da arte de pintar a unha com esmalte escuro, fora que eu não sabia se as cutículas iam colaborar. Mas no sábado fui ao salão apenas para esmaltar, e passei um licor ou preto, sei lá, uma coisa meio dark (moetoamore).

Uma dica é umidecer o palito no óleo secante na hora de limpar, dica da Vitória, que também conheci na festa.

Durante a semana, usei basicamente esses produtos:

Dissolvedor Sally Hansen (só na sexta-feira, após uma semana hidratando e empurrando)

Cerinha da Granado

Manteiga de Karite da L’Occitane

Mira-cuticle (peguei o link do blog Coisas de Diva, porque não sei se esse produtos ainda existe. O meu é mais velho que tudo (espero que não esteja vencido…), além disso a a tampa é um ótimo empurrador.

Creme hidratante O Boticário

Ó eles aqui:

cera granadoDissolvedorNativamira cuticleManteiga Karite

Ai gentem vou entrar num curso de cortecostura edição de imagens, aguardem.

E aí? Se animaram?

Base Perolada OU Novo uso para a base

Como eu disse no post anterior, no kit que ganhei veio uma base simplesmente linda, bem perolada.

Ei-la:

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Não sei se já é possível ver a “perolice” por essa foto, mas dá pra ver o aplicador. Eu tenho outras bases com esse tipo de vidro, porém para aplicar a gente tem que ficar batendo na mão, o que invariavelmente faz com que saia mais produto do que o desejável.

Com esse aplicador da Vult fica bem mais fácil dosar e evitar o desperdício.

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A cor da base que eu ganhei é 07,  e ficou um  pouco escura para o meu tom de pele.

Não sei se vai dar pra ver, mas tirei uma foto da minha mão com a base bem espalhada com pincel.

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Achei que ficou meio bronzeada, prefiro bases que apenas cubram os milhares de defeitos, mas sem colorir. Maaaas nem tudo está perdido, porque resolvi usar a base como sombra.

Aplico na pálpebra toda, e dá um brilho muito lindo. Dá uma olhada no efeito da bichinha.

Mais detalhes da base na mão para ver a perolice.

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Essas fotos de pertinho são uó, dá pra ver todos os póros, my God. Mas a cor que é bom não sei se mostra muito, enfim, sigo caminhando e cantando.

O fato é que não daria pra eu mostrar a base no meu rosto, primeiro porque não cheguei nesse grau de honestidade, segundo porque a cor – que é o que interessa – eu não sei fotografar muito fielmente.

Mas acho que deu pra ter uma idéia da lindeza e para aprender (ownnn apredam com a tia Jane) que muitas vezes deixamos de tentar e mudar porque ficamos presos. Eu era a típica candidata a jogar a base linda fora porque não deu certo no meu rosto. No entanto, estou mudando. Devagar, mas estou.

 

Se quiser ver melhor, clica nas fotos que aumenta.