O amor é um grande laço…

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Dizem que o amor não prende, não amarra, não é nó, precisa ser laço. Mas em Paris o papo é outro.

A eternidade – ou a prisão – do amor é simbolizada por cadeados fixados às grades da Pont des Arts, para revolta dos parisienses menos românticos e de pessoas que alegam que os cadeados interferem na segurança da estrutura da ponte, poluem a paisagem e ameaçam o patrimônio histórico da cidade.

Passando pela Pont des Arts confesso que fiquei um pouco chocada com a quantidade de cadeados, sem falar nos modelos ultra seguros, grandes, com senha, tipo travas Mul-T-Lock (só quem teve carro na década de 90 entenderá essa piadinha sem graça).

Parece que a prefeitura retira de tempos em tempos as grades com os cadeados e que há estudos afirmando que as estruturas não são ameaçadas pelo peso. Portanto, fique à vontade se quiser prender seu amor a sete chaves (embora os especialistas não recomendem).

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Conheci a Pont des Arts no dia que fui visitar a Catedral de Notre Dame, outro passeio imperdível. Entrei na igreja (grátis, não fui às torres) e observei com calma todos os lindos detalhes, em especial os vitrais e a arquitetura. Vale a pena a visita atenta e uma boa volta por fora da igreja, riquíssima em detalhes.

 

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Vitrais e rosácea da Catedral de Notre Dame.

 

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Entrada da Catedral.

 

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Vista lateral. Imperdível.

 

E para quem quiser ouvir a música do título desse post, clica aqui.

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Amsterdam

No meio da viagem para Paris, durante o fim de semana, fomos eu e minha amiga para Amsterdam, onde mora a Anita, do blog Greetings from Holland, conhecida velha de guerra da época em que éramos blogueiras de sucesso internacional (cof cof cof).  “Ter” a Anita interferiu na minha decisão em visitar Amsterdam, pois acredito que quando se tem pouco tempo é ideal que alguém ajude na indicação dos passeios que realmente valem a pena.

Em quase 3 dias (sábado, domingo e meia segunda-feira) deu para visitar muitos locais lindos em Amsterdam, mesmo que para isso tenhamos movimentado a família toda da Anita.

Fomos de Paris a Amsterdam de trem, saindo na sexta a tarde e chegando no início da noite. Em termos de preço talvez o trem empate com o avião, mas em termos de tempo o trem sai ganhando pois não tem trâmite de imigração, despacho de bagagem, nada disso.

Nos hospedamos no Ibis Amsterdam Centre, que fica “colado” na Estação Central; achei o serviço excelente e honesto, além da localização perfeita. De contra tinha o fato de não ter café da manhã incluído na diária, o que pode ser resolvido na própria Estação Central, onde existem vários locais para tomar café; tem até uma Starbucks para o caso de bater aquela saudade do jeito americano de viver. Para os menos preconceituosos, pode-se tomar uma cerveja às 8 da manhã sem crise.

Quando chegamos em Amsterdam já demos de cara com a Anita, o que foi uma sorte, já que qualquer palavra em Holandês tem umas dez consoantes. Ainda bem que o inglês é facilmente falado e entendido! Vale registrar que eu não sabia sequer onde ficava a saída quando desembarquei do trem simplesmente por não compreender uma única e básica palavra.

À noite fomos jantar num restaurante delicioso chamado Humphrey’s (até que esse nome não tem tanta consoante, tremas e demais símbolos).  Adorei a comida: saborosa, quente e aconchegante. Todos os requisitos atendidos! Como paulistana da gema devo admitir que não há muita novidade culinária para mim, não comi nada tãããooo diferente, mas o jeito de servir, as combinações e o astral do restaurante foram deliciosas descobertas.

No dia seguinte, à luz do dia, pude ver claramente que Amsterdam é uma cidade linda e inspiradora. Fora que têm vários Brads Pitts circulando por todos os lados, assim sem compromisso, a pé ou em suas velozes bicicletas.

Falando em ciclistas e bicicletas, eles estão por toda a parte, tirando finas de pedestres aéreos (e como não ficar aéreo num lugar como Amsterdam?), buzinando e falando palavras holandesas incompreensíveis.  Na frente do hotel o estacionamento de bicicletas estava espantosamente lotado.

*clique na imagem para ampliar *

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O sábado foi recheado de passeios a pé e de barco entre as encantadoras ruas e canais de Amsterdam. Eram tantas consoantes que jamais lembrarei o nome de todos os lugares que visitamos, mas a Anita fez um post no Greetings from Holland que pode dar uma ajudinha. Eu também escrevi originalmente no Brazil com Z e lá o post está mais completo. Outro detalhe é que eu estava passeando tão sem compromisso, sendo levada pela maré (maré = Anita), que me dei ao direito de não prestar muita atenção e nem fazer anotações.

Passeamos pelo mercado flutuante de flores, visitamos lojas de souvenirs e de comidinhas com direito a degustações, e depois passeamos por um lugar lindo chamado Begijnhof.

 

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Eu e minha guia favorita.
Cores incríveis em Begijnhof
Cores incríveis em Begijnhof

 

Teve ainda passeio ao Museu Van Gogh, localizado nessa encantadora ruazinha da foto abaixo. Lindo museu com uma lojinha que olha …. suspiros.

 

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Rua do Museu Van Gogh (maravilhoso)

 

E também navegamos pelos canais de Amsterdam.

 

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Passeios pelos canais da cidade.

 

No domingo fomos de carro até um local chamado Zaanse Schans (repita se for capaz), que eu – acho – que fica numa village (que eu também não sei direito se equivale a um bairro, distrito, município etc.). Ou seja, só sei o nome do local e sei que é lindo, lindo, lindo.

 

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Tudo florido, mesmo num dia nublado as cores estavam lindas.
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Ser turista é moleza!
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Cores, sem filtro e sem edição.
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Brad Pitt que ensina como faz tamanco.

 

No dia de ir embora (embora para Paris, ai que rica!!!) durante a manhã fiquei andando pela cidade e o que se vê em Amsterdam, assim, meio sem compromisso, é isso:

 

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Floreiras super bem cuidadas em todos os “becos” (sem desmerecer as ruazinhas lindas, of course).
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Becos, ou ruazinhas lindas. Observem o nome da rua. Sugiro tentar não se perder :-O
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Os barcos navegam por esses canais.
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Ruazinhas e as famosas bicicletas.

E foram assim meus três dias em Amsterdam.

Agradeço à minha querida Anita por ter sido tão generosa! Obrigada pelo jantar em sua casa, pelas caronas, pelas taças de vinho e por sua amizade de tanto tempo.

Visitem a loja de fotos da Anita no Etsy, chamada Kiss My Pixel.

 

Este post foi originalmente publicado no Blog Brazil com Z, onde escrevi como colunista convidada.  Aqui fiz uma reedição menos detalhada.

Cheguei em Paris, e agora?

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Paris, Sena.

Quando comecei a planejar minha viagem à Paris visitei inúmeros blogs, comprei guias, revistas, conversei com amigos que já tinham ido e defini a programação básica que eu considerava imperdível:

– Torre Eiffel;

– Avenue des Champs-Elysées;

– Catedral de Notre Dame;

– Sacre Coeur / Montmartre;

– Versailles; e

– Louvre

Esses locais seriam fundamentais e, a partir deles, definiria os sub-locais a serem visitados (observem a neurose galopante). Minha ideia era visitar tudo com calma, entrar no clima, andar muito e tranquilamente, fazer o que se chama “turistar”. E assim foi feito.

Quando cheguei no Aeroporto Charles de Gaulle fui de ônibus da Air France até o Gare Montparnasse onde peguei um táxi até meu bairro. Esse ônibus custa 16 Euros e faz paradas em Paris (Gare de Lyon, Gare Montparnasse, Port Maillot, Etoile/Champs-Elysées e Invalides). Compensa muito já que um táxi do aeroporto até Paris sai uns bons euros. Porém vale considerar que tomar metrô com mala não é tarefa muito fácil: as estações são super extensas e com muitas escadas (não rolantes). Então prefira chegar na cidade de ônibus num ponto estratégico e então tomar um táxi até o hotel.

O Metrô (maravilhoso) e seus intermináveis corredores.
O Metrô e seus intermináveis corredores.

Chegando em Paris já fiz meu “bilhete único”: uma carteirinha que você carrega com crédito para ilimitadas viagens de metrô (acho que de ônibus também, mas não andei de ônibus) por uma semana ou mais, a escolher. Vale a pena financeiramente e garante perda de tempo zero. O metrô é sem dúvida o melhor jeito de se locomover, a única desvantagem é que não se vê a cidade durante o trajeto (existem pequenos trechos de superfície). Tem estação de metrô por todos os lados e é bem fácil compreender o esquema das linhas.

Usando o metrô consegui cumprir minha programação, exceto visitar Versailles (esse passeio leva um dia inteiro). Andei muito a pé, sem pressa, e posso dizer que conheci bem e me encantei por Paris!

O meu objetivo não foi fazer turismo gastronômico, mas tenho que deixar a dica de um restaurante pra lá de incrível, o Nos Ancêtres Les Gaulois. Fica na Ilha de Saint-Louis – o que já garante um charme extra – pertíssimo do metrô Pont Marie (tudo é perto de algum metrô, acredite). Vinho a vontade, carne de primeira, cesto de legumes crus, pães e queijos divinos. O ambiente é de uma taberna, com música e um certo alvoroço. Parece que tem que reservar mas, como Deus é brasileiro, conseguimos sentar nos dois últimos lugares disponíveis junto com umas americanas. Eu achei que era uma espécie de integração entre os povos, mas depois soube que o restaurante estava completamente lotado aquela noite.

Com o pingo de bateria que me restou consegui tirar foto só da fachada do restaurante.

Minhas outras refeições não foram tão glamourosas, apesar que tudo é glamour em Paris, até andar com um mapa voando e tirar foto o tempo todo (incluindo selfies).

Selfie com glamour.
Selfie com glamour.

 

P.S.: Também escrevi sobre o início dos meus planos de viagem no blog Brazil com Z.

Voltando em grande estilo

Blog Torre
Legenda? E precisa?

Depois de um longo recesso, que estava caminhando para uma aposentadoria bloguística, voltei em grande estilo!

E o retorno foi por um excelente motivo: contar e registrar minha última aventura, uma temporada de aproximadamente 10 dias em Paris e Amsterdam. Farei  uma série de posts – porque ninguém merece leituras extensíssimas – mas ainda estou estruturando o melhor jeito de postar. Não sei se reúno as dicas num único post, se coloco informações relevantes (tipo preços) no corpo dos textos, se escrevo aleatoriamente e respondo dúvidas nos comentários. Talvez fique com a última alternativa, mas aceito sugestões.

Após o anúncio sobre o retorno na grande mídia  na minha página no Facebook (nem sei se eu tenho uma página ou um perfil ou se perfil e página são as mesmas coisas) fiz um post colaborativo no Blog Brazil com Z para começar esquentar os motores. Foi então que percebi o quanto estou enferrujada e que demoro duzentos anos para escrever o que antes eu escrevia numa “sentada”. Por isso peço desculpas antecipadas caso a frequência de posts não seja a mesma do tempo que eu era jovem e o Mulheres era meu hobby.

Fui para a Europa sem a família e a maioria dos passeios em Paris fiz sozinha, padrão turistona, com a câmera (iPhone) numa mão e o mapa na outra. Em Paris fiquei hospedada com minha amiga Gris que estava passando o mês todo lá, mas ela foi estudar e não estava disponível para o esquema que programei meus passeios, feitos basicamente de metrô e andando muitíssimo a pé. Esses passeios renderam infinitos selfies e, nesse especificamente, saiu um pedaço do meu inseparável Guia de Paris embaixo do braço.

Foco no Guia!
Foco no Guia!

No período da viagem, fiquei de segunda a sexta em Paris, passei o fim de semana em Amsterdam e retornei na segunda-feira para Paris, onde fiquei até quinta a noite.

Em Amsterdam eu e Gris fomos recebidas pela Anita, do blog Greetings from Holland, que conheci através do Mulheres, quando éramos blogueiras engajadas e postávamos como se não houvesse amanhã. Ela fez toda a programação do fim de semana, e na segunda-feira, como embarcamos para Paris no fim do dia, também pratiquei bateção de perna na terra das bicicletas. Vou fazer um post específico sobre Amsterdam, mas a Anita já contou sobre nossos passeios no blog dela, dá uma espiada. Também vai rolar um post meu no Brazil com Z, são tantas promessas…

Blog Amsterdam
Gris, eu, Anita e a filhinha dela, Lorena.

Posso dizer que nesse esquema conheci Paris muito bem, me localizei e sou capaz de refazer todos os meus trajetos. Já em Amsterdam nem mapa peguei, fiquei por conta da minha guia perfeita, passeei sem me preocupar com direção ou com programações. Por isso me comprometo com mais detalhes nos posts sobre Paris.

Las Vegas–Stratosphere

De todos os hotéis-cassinos-etc que visitamos, o Stratosphere se diferencia por vários motivos. Primeiro porque lá tem uma torre, que é o ponto mais alto de Las Vegas, de onde se avista toda a cidade. Então, a gente sobe de elevador uns 100 andares e depois ainda sobe mais um pouquinho pra chegar na tal torre.

Chegando lá em cima, além de observar e morrer de frio na barriga, existem uns brinquedos mega radicais, daqueles que só dá pra encarar se o coração tiver em dia !

Esta é a vista da torre a noite, de qualquer ponto da cidade também é possível vê-la.

Nesse palito vermelho tem um brinquedo daquele elevador que despenca, fomos nele, já já provarei (mas vocês terão que acreditar que uns pezinhos balançando sou eu, a Mara, e o Alê).

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Nossa vez:

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Esse outro briquedo desce por uma rampa pro lado de fora do prédio, volta de ré, e desce de novo, dando umas brecadas ninjas.

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Esse aqui gira pro lado de fora pendurado; dá pra ver duas cadeirinhas em cada “gancho”? OMG

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Pros mais radicais tem um tal sky jump; não cheguei a esse ponto de macheza …

Essa é a vista da cidade (amei os vidros inclinados). Do lao esquerdo da foto dá pra ver umas perninhas penduradas, de algum maluco que estava saltando lá de cima.

 

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Aqueles prediões parecem formiguinhas dessa altura toda.

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Nós osbservando OU com frio na barriga OU nos recuperando do elevador OU resolvendo se íamos em outro brinquedo (fomos só no elevador, não por falta de coragem, veja bem …. talvez um míni medinho bobo).

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Alê me dando uma gravata porque eu falei que contaria pra todo mundo que ele ficou com medinho do elevador (ficou com medA mas foi, devo esclarecer). Só digo uma coisa: o treco é alto!!!!!

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Casados em Las Vegas? BRINKS, eu não casei não.

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Las Vegas

Acho que deu pra perceber no post anterior que Las Vegas é luxo, poder e glória, né?

A cidade é realmente incrivelmente urbana, grandiosa, rica. E a turistada toda pira o cabeção. E – detalhe – aquele papo de casar em Las Vegas é verdade. Em quase todos os cassinos tem uma capela e a gente cruzou com várias noivas.

Quem já assistiu Se Beber não Case? É mais ou menos por aí… (veja o Trailer: Se beber não case )

A Strip, que rua principal e lotada de Hoteis-Cassinos, é muito diferente de dia e de noite, valem os dois passeios.

Os passeios são legais se feitos a pé, porque a gente sai de um hotel e entra no outro (gasta-se tipo umas 3 horas em casa hotel, diga-se de passagem). A gente ficou na Flamingo Road, uma rua perpendicular à Strip, mas dava pra ir andando sem problemas.

Estacionamento também não é problema. A gente parava o carro num estacionamento (cada hotel tem o seu, tipo estacionamento de shopping brasileiro, giga) e ia pros demais hoteis andando. Depois voltava lá e pegava o carro. Nada de tickets. Nada de “carimbos” para liberar o carro.

O clima lá é de deserto. Só que nessa época do ano os dias são bem quentes e as noites realmente frias. Devo dizer que passei muito frio, e tentei amenizar com um lenço no pescoço ou usando tênis. Nos dias que estava de pé de fora congelei os dedos a noite, porque na verdade a gente sai de dia e fica na rua até lá pelas tantas.

Isso não acontece com quem vai sem filho, ou tem um programa mais especial a noite, como no dia que fomos ver o David Copperfield. Nesse dia voltamos pro hotel e nos arrumamos.

Mas no dia que fomos ver La Rêve, outro espetáculo que igualmente merecia um “tapa” no visual, acabamos indo com a roupa que já estávamos e que tínhamos andado o dia todo com ela, mas como sabemos turista pooooooooode tudo (quase tudo, nada de fazer xixi no poste, ok?).

Então, voltando aos passeios, fizemos esses passeios nos Hotéis e fomos a dois espetáculos: David Copperfield e La Rêve. O show do David rola no MGM Grand, e é realmente bem legal. Só achei O Próprio meio “pobre” demais. Ele usava camisa aberta (sem gravata), calça e sapato, tudo preto. Nada de cartola, gravata borboleta e aquilo que a gente espera de um mágico. Tá bom, eu estou acostumada com mágicos dos circos da marginal Tietê em São Paulo. Vai ver o objetivo é ser bem básico e fazer coisas muito impressionantes, como de fato acontecem. Ele some com gente da platéia, faz aparecer carro no palco e por aí vai. Viram na foto que também tem show do Cirque Du Soleil? Infelizmente não fomos  Smiley triste.

Obviamente, fizemos programas para quem tem filho pequeno, então optamos por shows. Mas pra quem vai sem filho tem muita balada noturna, fiquei desejando ….

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O outro show que fomos foi o La Rêve, uma espécie de Cirque Du Soleil dentro da água. Impressionante, dá de dez a zero no David. Acontece no Wynn, recomendo muito. Clica aqui pra ver um vídeo rápido.

De todos os hoteis visitados, o mais lindo na minha opinião foi o Bellagio. O padrão é altíssimo, tem um jardim interno maravilhoso, lojas lindas e personalizadas, e é lá que rola o espetáculo O, do Cirque Du Soleil, que também é dentro da água.

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Na frente do hotel tem um lago, e a noite tem um show das águas que dançam, tipo o show de natal do Ibirapuera revisto e melhorado mil vezes. É só parar lá na frente e assistir quantas vezes quiser, são músicas variadas, maravilhoso.

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Nós, aguardando o show das águas do Bellagio.

Esse dia, só pra exemplicar, eu devia estar morrendo de frio a noite. O Ale e o João não sofreram tanto quanto eu.

Seguem umas fotos da parte interna do Bellagio (numa visita diurna), realmente maravilhoso. Lá tem muitas flores e um jardim que tem uma árvore básica que fala, que tal?

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As flores são uma marca registrada, pra todo lado tem arranjos lindos.

Sem contar os doces Jean Philippe, que eu não conhecia e depois fiquei sabendo que super famoso,  morro?

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Vai um bolinho de cenoura? E uma torta de limão?

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Nada mal, hein.

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Os caras levam esse negócio de Halloween realmente a sério, vê o tamanho das abóboras.

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Geral do lobby do hotel. Aqui o também tem cassino, mas é um pouco mais separado. Mesmo assim, pra acessar a parte de lojas (básica também, tem Prada, Chanell, e outras não muito, digamos, populares) tem que passar pelas máquinas e mesas de jogo.

Olha como é o Cassino:

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Uma dinâmica botânica de cores, como diria a Zelia Duncan.

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João “amando” imitar o espantalho.

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Árvore falante e olhante, oe?

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Pra onde será que eu estava olhando, meu Deus? Vai ver era alguma abóbora gigante dançante e falante!!!

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Os Pusch trocando uma idéia com a árvore. Eles beberam um pouco de champagne e no café da manhã …. BRINKS

Chega por hoje né?

Tá bom, só mais umas fotos de outros hotéis, vai.

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Só pra vocês terem uma idéia da “grandiosidade”, dentro do The Venetian,  você se sente em Veneza, com direito a passeio de gôndola e tudo.  Esse céu azul é o teto pintado, coisinha a toa.

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Ainda vai ter post especial sobre o Grand Cannyon e o Stratosphere, uma torre de onde dá pra ver a cidade toda, com direito a brinquedos radicais.

Eu fui pra Califórnia, o meu destino é ser star

Esse ano passamos férias na Califórnia, e viajamos novamente com os Pusch, nossos inseparáveis parceiros de aventuras.

Visitamos Las Vegas (Nevada), San Diego e Los Angeles (Califórnia). E tem muita coisa pra mostrar.

A primeira cidade que visitamos nas férias foi Las Vegas, a cidade onde tudo é MEGA.

Lá é tudo extremamente grande, os prédios são gigantes, dourados, com bunners imensos, uma coisa pra fazer o nosso prefeito Kassab – autor da Lei Cidade Limpa – morrer em poucos segundos.

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A primeira providência ao chegar em Las Vegas foi tomar aquele café aguado (que eu amo) da Starbucks, que não nos abandona jamais (fazemos muitas das nossas refeições na Starbucks, não nos denunciem ao conselho tutelar).

Eu e Mara sempre em busca do glamour perdido na noite mal dormida no avião.

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Foto proibida e irritante, fazendo bico e V da Vitória.

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Foto fazendo ASLOKA:

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Em Las Vegas tudo é giga, dourado, exagerado, jogado aos seus pés.

O aerporto já é uma confusão visual, mas eu gostei, amei. Agora, se você tem uma tendência a gostar de calmaria, definitivamente, Las Vegas não é o seu lugar.

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A rua principal da cidade é a LAS VEGAS BOULEVARD, conhecida como STRIP, onde tem um hotel grudado no outro, disputando na categoria QUANTO MAIOR MELHOR! Nos hotéis tem cassinos, lojas, tudo junto e misturado. Quer dizer, mais ou menos misturado. No lobby dos hotéis, onde estão os cassinos, crianças não podem ficar, nem mesmo perto dos pais.

Os hoteis mais legais tem essas áreas de cassino um pouco separadas. Porém é inevitável passar pelos cassinos pra ir pras lojas, por exemplo.

Geral de um cassino qualquer:

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“Pequeno” né?

Até as escadas são intermináveis (mas tem elevador também).

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Predinho básico:

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Dá pra ir de um hotel-cassino a outro de trem, eike rápido:

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Grandezas e exagerices:

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Ai que vida dura!

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Tem de tudo na Strip: hotéis, hotéis que pensam que são pirâmides, shoppings, cassinos, debate presidencial ….

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Nos próximos posts vou tentar detalhar as coisas mais legais que fizemos, e olha que foram 3 dias intensíssimos.