O amor é um grande laço…

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Dizem que o amor não prende, não amarra, não é nó, precisa ser laço. Mas em Paris o papo é outro.

A eternidade – ou a prisão – do amor é simbolizada por cadeados fixados às grades da Pont des Arts, para revolta dos parisienses menos românticos e de pessoas que alegam que os cadeados interferem na segurança da estrutura da ponte, poluem a paisagem e ameaçam o patrimônio histórico da cidade.

Passando pela Pont des Arts confesso que fiquei um pouco chocada com a quantidade de cadeados, sem falar nos modelos ultra seguros, grandes, com senha, tipo travas Mul-T-Lock (só quem teve carro na década de 90 entenderá essa piadinha sem graça).

Parece que a prefeitura retira de tempos em tempos as grades com os cadeados e que há estudos afirmando que as estruturas não são ameaçadas pelo peso. Portanto, fique à vontade se quiser prender seu amor a sete chaves (embora os especialistas não recomendem).

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Conheci a Pont des Arts no dia que fui visitar a Catedral de Notre Dame, outro passeio imperdível. Entrei na igreja (grátis, não fui às torres) e observei com calma todos os lindos detalhes, em especial os vitrais e a arquitetura. Vale a pena a visita atenta e uma boa volta por fora da igreja, riquíssima em detalhes.

 

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Vitrais e rosácea da Catedral de Notre Dame.

 

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Entrada da Catedral.

 

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Vista lateral. Imperdível.

 

E para quem quiser ouvir a música do título desse post, clica aqui.

Coleta Misturada

salvar o planeta

Meu prédio novo não tem coleta seletiva, ao contrário do antigo, que colocou apenas um cesto extra na escada para que os moradores depositassem o lixo limpo. Simplesmente isso.

Eu já disse aqui que não consigo misturar materiais limpos, tipo caixa de sapato, com restos de comida, por exemplo. Mas também contei que não faço a linha que lava lata de manteiga. Ou seja, separo o material reciclável que estiver fácil, e mesmo assim, sem exagerar no capricho, observo a quantidade monstro de reicláveis que geramos aqui em casa.

Eu também não acho que a coleta seletiva vá gerar grandes receitas pro prédio, mas acho que alguns benefícios podem ser alcançados com a coleta seletiva, ainda que não traga lucro. Um vantagem que vejo é o fato de não haver catação. Se o lixo for colocado separado, ninguém vai ficar revirando os sacos a procura de recicláveis. Fico com muito medo de algum acidente quando vejo catadores revirando lixo, penso que um pedaço de vidro pode cortar, ou mesmo haver um acidente de carro batendo na carrocinha. Isso não é ser trágica, mas sabendo que há catação (e sempre há), por que não facilitar a vida e evitar possíveis problemas?

Além do mais, se o prédio tivesse coleta seletiva, seria uma mão na roda pra pessoas como eu – e olha que tem muita gente assim – que não conseguem mais jogar tudo no lixo comum.

Acho que vou ter que Chamar o Síndico!

Eventinho elegante

Quando eu fiz a consultoria de estilo com a Mara Pusch chegamos a conclusão que tenho dois medos ao me vestir: parecer sexy e parecer jovem-senhora.

Sobre não ser sexy me parecia bem simples, ou seja, bastava evitar míni-saias com meia arrastão e bota de bico fino e salto. Tá, não é tão óbvio assim, mas é bem mais fácil evitar ser sexy do que evitar ser velhota, oi?

Aquele estilo terninho me mata e, antes da consultoria, eu achava que era a única roupa existente no universo para fins de reuniões e pedidos de aumento e/ou demissão.

Mas aprendi que não, que nem tudo na vida de uma profissional séria são ternos e scarpins.

Fora isso, ao longo da minha jornada (sempre quis falar essa frase, o plano inicial era falar no Globo Repórter, maaaassss ….) conheci muita gente elegante e sincera e moderna, que se veste super bem, que se cuida, é bem feminina, sem ser sexy ou sem parecer vó das filhas.

Uma das pessoas é a Vanessa (já falei nela aqui, inclusive rolou uma promessa que ela nos ensinaria cortar nossos próprios cabelos, eike independência), que conheci na Loja das Turcas (loja MOETOLOKA, merece uma visista) e sábado agora, dia 16/07 ela vai fazer um workshop sobre Como ser moderna no trabalho sem perder a elegância.

Recomendo e convido a todo mundo a participar. Eu vou.

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Mudança de casa OU Paradeira geral

caçamba

Nós vamos mudar de apartamento, contei? Se eu não contei – ou se contei sem o devido entusiasmo – não é porque eu não esteja feliz. É porque eu não sou muito chegada em mudança, sinto calafrios compriiiiiiiiiiiiiiiidos só de pensar. Sou daquela que senta todo domingo no mesmo lugar no banco da igreja; um horror, eu sei.

Também não tenho grande afinidade com caçambas e pra eu sair da inércia (ou da situação confortável) eu preciso de uma forte, fortíssima razão. E  a forte razão foi que nosso apartamento já está na idade do “ou dá, ou desce”, sabem? Se nós não mudássemos teríamos que fazer uma reforma com troca de móveis e tals. E no fim das contas vamos mudar.

Fora o lance da obra, que por menos que se faça sempre parece que um terremoto aconteceu, estou na maior paradeira com meu apartamento “velho”. Nem arranjar uma empregada eu estou tentando com muita fé, o que significa que tenho lavado mais banheiro do que estava previsto no meu contrato.

Meu maior desejo é mudar logo, parece que será o começo de uma nova vida. Aí juro que vou contratar uma empregada pra chamar de minha e vou parar de enrolação. Ressurgirei das cinzas e dos cacos de piso. Também vou comprar um monte de vassoura nova (peguei gosto!), mas não para uso pessoal, palavra de escoteiro!

Visto para os Estados Unidos

Amores da televisão, como alguns de vocês devem saber, fomos pra Disney nas férias e eu pretendo ir fazendo posts com relatos e experiências que possam servir de ajuda pra alguém que vá um dia.

Vou começar a série pelo começo, ou seja, pelo o VISTO para os Estados Unidos, que é um detalhe chatonildo e complicadinho, porém que com um pouco de boa vontade e fé sai facim facim.

O primeiro passo é entrar no site Consulado Americano (clica aqui) . Então você deverá recolher uma taxa, que pode ser paga on line, com a qual você terá direito a entrar no site e avançar no preenchimento dos formulários, além de poder agendar a data para a entrevista.

É bom ter em mente que as datas para agendamento variam de estado para estado, porém deve-se considerar uma espera de uns 100 dias, aproximvadamente. No site tem os prazos dos consulados.

Recolhida a taxa e agendada a data para a entrevista, você deve preencher um Formulário DS-160, o qual será enviado on line para o local da sua entrevista. Para começar a preencher clique em Start Aplication e manda bala.

As dicas sobre o Formulário são:

– Salve sempre, mesmo que o site garanta que há um salvamento automático, porque o preenchimento expira após alguns minutos e você pode perder tudo o que preencheu.

– Salve com o nome da pessoa que está tirando o Visto. Deve ser preenchido um formulário por Visto, mesmo que seja de criança, que não precisa ir à entrevista porém precisa de Formulário e Visto no passaporte.

– Feito um formulário completo para um membro da família, você pode fazer um Upload, salvar com outro nome, e recomeçar para a outra pessoa. Isso vale porque muitos dados são os mesmos para a família toda, tais como endereço residencial, local que você vai ficar hospedado, objetivo da viagem, etc.

– Quando você for tirar a foto para o Visto (foto recente de rosto 5×7 ou  5×5), já peça uma via digital, porque no formulário precisa fazer upload da foto.

– Depois do formulário todo preenchido, com foto, tudo bonitinho, você envia on line para o consulado e imprime uma via. IMPORTANTE: Imprima em impressoa a laser, porque nas jato de tinta o leitor de código de barras do consulado pode dar pau, e aí…. aí tem que preencher o formulário de novo, voando, num despachante espertinho na porta do consulado.

– Salve o formulário em um pen drive que deve ir junto no dia da entrevista, porque se houver qualquer problema você recupera os dados e imprime novamente a folha de confirmação.

– Recolha a taxa de visto no Citibank (detalhes aqui) e espere a data da sua entrevista.

No dia da entrevista, comparecer ao consulado com:

  • Página de confirmação do preenchimento online do Formulário DS-160 (impressa em impressora a laser, preferencialmente); 
  • Passaporte válido por pelo menos seis meses a partir da data de viagem;
  • Um foto 5x5cm (ou 5x7cm), com fundo branco, tirada há, no máximo, seis meses (igual à que aparece no formulário)  e
  • comprovante de pagamento da taxa de solicitação de visto (no valor equivalente em reais), a qual deverá ser paga com antecedência numa agência autorizada Citibank.

Mais informações aqui.

De dica esperta, deixo:

– O horário da entrevista é um horário para várias pessoas, mas o atendimento é por ordem de chegada, com senha.

– Não pode entrar no consulado com pen drive, telefone celular, nada eletrônico. Portanto, deixe tudo organizadinho no carro ou pague alguns reaizinhos para os despachantes amigos guardarem suas coisas nos guarda volume.

– Leve os formulários, as fotos, e todos os outros arquivos digitais no pen drive, porque se der um quiprocó você atravessa a rua e apenas imprime novamente. Isso porque os despachantes fazem de tudo, preenchem os formulários de novo, pagam as taxas caso você esqueça, mas cobram bem cobrado por isso.

– Leve documentos comprobatórios sobre sua vida, trabalho, casa, vínculos, mas não se iluda: eles perguntam só o básico na entrevista, falam conosco através de um vidro blindado, e não darão grandes chances para você se explicar caso fique alguma dúvida. Por isso, preencha tudo corretamente e fale o mínimo solicitado!

– Crianças não precisam ir à entrevista, mas devem ter visto. Não leve seu filho na ilusão de obter com isso alguma vantagem tipo passar na frente, porque pelo que eu vi, pelo menos aqui em São Paulo, dentro do Consulado não há exceção. Lá, somos todos irmãos (nivelados por baixo). A prova disso é que o Jairzinho, meu ídolo-kid da Turma do Balão Mágico, estava depois de mim na fila.

Das coisas que nunca acabam

Eu faço inglês, contei? Faz uns trezentos anos. Já fiz em escola, com professor nativo, com professora de escola, com mega power teacher advanced.

E estudar inglês é o tipo da coisa que nunca acaba. Principalmente se você, assim como eu, não utilizar o idioma no dia a dia. Porque se parar, volta pro verbo tóbe e não sai mais dele.

Na verdade eu gosto de inglês, sou interessada, gosto de ouvir música, entender, gosto de falar e de ler. Só naõ sei escrever. Minhas mensagens de texto deixam a professora desesperada, inclusive.

Se eu fosse bem disciplinada eu poderia estudar sozinha, mas eu sou do tipo que se deixar por minha conta o mundo não acaba em barranco, e sim em sofás reclináveis. Então tenho uma professora que gosta de falar de esmalte e Brothers & Sisters, e de quebra corrige minhas falhas linguísticas. Então ela vem aqui em casa, e a gente fica no trololó. Hoje fomos ao Fran’s Café, pra dar uma variada. Tomei um chá de boldo pra rebater um croissant de ricota temperada com alho que comi em casa, mas esse assunto é pra outro post, talvez com o título “das coisas que o boldo cura”.

Agora o mais legal de tudo é falar em inglês com o João. Até a hora que ele cansa e diz: – agora fala direito, mamãe.

Quem é TED?

Antenados, tem uma coisa bem legal que tá rolando nessa net de meu Deus e se chama TED, já viram?

Ted não é um cowboy e nem o nome de cachorro de quem gosta de americanices.

TED é uma pequena conferência de cerca de 17 minutos com pessoas que têm idéias que podem mudar o mundo e que merecem ser espalhadas (marrmeno isso).

Muito legal, vale muito a pena ver. Tem legenda em vários idiomas, além infinitos temas !

Serve para informar sobre coisas legais e, de quebra, pra testar se todos valeu a pena estudar inglês desde o berçário !

A minha palestra favorita é a do Gordon Brown, vejam se num é bem legal. Ele fala que Estamos em um momento único na história e podemos usar a capacidade de interconexão de hoje para desenvolver nossa ética global compartilhada e trabalhar em conjunto para enfrentar os desafios da pobreza, segurança, as alterações climáticas e a economia.