Amsterdam

No meio da viagem para Paris, durante o fim de semana, fomos eu e minha amiga para Amsterdam, onde mora a Anita, do blog Greetings from Holland, conhecida velha de guerra da época em que éramos blogueiras de sucesso internacional (cof cof cof).  “Ter” a Anita interferiu na minha decisão em visitar Amsterdam, pois acredito que quando se tem pouco tempo é ideal que alguém ajude na indicação dos passeios que realmente valem a pena.

Em quase 3 dias (sábado, domingo e meia segunda-feira) deu para visitar muitos locais lindos em Amsterdam, mesmo que para isso tenhamos movimentado a família toda da Anita.

Fomos de Paris a Amsterdam de trem, saindo na sexta a tarde e chegando no início da noite. Em termos de preço talvez o trem empate com o avião, mas em termos de tempo o trem sai ganhando pois não tem trâmite de imigração, despacho de bagagem, nada disso.

Nos hospedamos no Ibis Amsterdam Centre, que fica “colado” na Estação Central; achei o serviço excelente e honesto, além da localização perfeita. De contra tinha o fato de não ter café da manhã incluído na diária, o que pode ser resolvido na própria Estação Central, onde existem vários locais para tomar café; tem até uma Starbucks para o caso de bater aquela saudade do jeito americano de viver. Para os menos preconceituosos, pode-se tomar uma cerveja às 8 da manhã sem crise.

Quando chegamos em Amsterdam já demos de cara com a Anita, o que foi uma sorte, já que qualquer palavra em Holandês tem umas dez consoantes. Ainda bem que o inglês é facilmente falado e entendido! Vale registrar que eu não sabia sequer onde ficava a saída quando desembarquei do trem simplesmente por não compreender uma única e básica palavra.

À noite fomos jantar num restaurante delicioso chamado Humphrey’s (até que esse nome não tem tanta consoante, tremas e demais símbolos).  Adorei a comida: saborosa, quente e aconchegante. Todos os requisitos atendidos! Como paulistana da gema devo admitir que não há muita novidade culinária para mim, não comi nada tãããooo diferente, mas o jeito de servir, as combinações e o astral do restaurante foram deliciosas descobertas.

No dia seguinte, à luz do dia, pude ver claramente que Amsterdam é uma cidade linda e inspiradora. Fora que têm vários Brads Pitts circulando por todos os lados, assim sem compromisso, a pé ou em suas velozes bicicletas.

Falando em ciclistas e bicicletas, eles estão por toda a parte, tirando finas de pedestres aéreos (e como não ficar aéreo num lugar como Amsterdam?), buzinando e falando palavras holandesas incompreensíveis.  Na frente do hotel o estacionamento de bicicletas estava espantosamente lotado.

*clique na imagem para ampliar *

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O sábado foi recheado de passeios a pé e de barco entre as encantadoras ruas e canais de Amsterdam. Eram tantas consoantes que jamais lembrarei o nome de todos os lugares que visitamos, mas a Anita fez um post no Greetings from Holland que pode dar uma ajudinha. Eu também escrevi originalmente no Brazil com Z e lá o post está mais completo. Outro detalhe é que eu estava passeando tão sem compromisso, sendo levada pela maré (maré = Anita), que me dei ao direito de não prestar muita atenção e nem fazer anotações.

Passeamos pelo mercado flutuante de flores, visitamos lojas de souvenirs e de comidinhas com direito a degustações, e depois passeamos por um lugar lindo chamado Begijnhof.

 

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Eu e minha guia favorita.
Cores incríveis em Begijnhof
Cores incríveis em Begijnhof

 

Teve ainda passeio ao Museu Van Gogh, localizado nessa encantadora ruazinha da foto abaixo. Lindo museu com uma lojinha que olha …. suspiros.

 

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Rua do Museu Van Gogh (maravilhoso)

 

E também navegamos pelos canais de Amsterdam.

 

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Passeios pelos canais da cidade.

 

No domingo fomos de carro até um local chamado Zaanse Schans (repita se for capaz), que eu – acho – que fica numa village (que eu também não sei direito se equivale a um bairro, distrito, município etc.). Ou seja, só sei o nome do local e sei que é lindo, lindo, lindo.

 

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Tudo florido, mesmo num dia nublado as cores estavam lindas.
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Ser turista é moleza!
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Cores, sem filtro e sem edição.
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Brad Pitt que ensina como faz tamanco.

 

No dia de ir embora (embora para Paris, ai que rica!!!) durante a manhã fiquei andando pela cidade e o que se vê em Amsterdam, assim, meio sem compromisso, é isso:

 

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Floreiras super bem cuidadas em todos os “becos” (sem desmerecer as ruazinhas lindas, of course).
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Becos, ou ruazinhas lindas. Observem o nome da rua. Sugiro tentar não se perder :-O
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Os barcos navegam por esses canais.
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Ruazinhas e as famosas bicicletas.

E foram assim meus três dias em Amsterdam.

Agradeço à minha querida Anita por ter sido tão generosa! Obrigada pelo jantar em sua casa, pelas caronas, pelas taças de vinho e por sua amizade de tanto tempo.

Visitem a loja de fotos da Anita no Etsy, chamada Kiss My Pixel.

 

Este post foi originalmente publicado no Blog Brazil com Z, onde escrevi como colunista convidada.  Aqui fiz uma reedição menos detalhada.

Falando em filme …

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Falando em filme – e dando um tempinho nos temas parisienses – vim contar sobre HER (traduzido como “Ela”), assistiu?

Eu assisti dia desses  porque fiz uma meta maluca de ver todos os filmes que concorreram ao Oscar o que, obviamente, não cumpri. De toda forma, esse filme estava na lista e, bem …. contextualizando.

HER foi dirigido por Spike Jonze, ex marido da Sofia Coppola, diretora de Encontros e Desencontros (Lost in translation), filme que se passa em Tokio, com a Scarlett Johansson e o Bill Murray.

O filme se passa num futuro próximo, em Los Angeles, com algumas cenas futuristas filmadas em Shanghai. Theodore (Joaquim Phoenix)  é um escritor solitário que compra um novo sistema operacional para seu computador. Lá pelas tantas, ele acaba se apaixonando pela voz do programa (voz da Scarlett, maravilhosa, diga-se, até eu me apaixonei), dando início a uma relação amorosa. O filme é lindo, delicado, faz refletir e – para piorar – é uma resposta de Jonze à Sofia, uma declaração de amor. 

A minha querida amiga Dani Cascaes (arroba rockstar @DaniCascaes) já tinha publicado a respeito e ela me autorizou postar os seus comentários, além de ter enviado fotos lindas da viagem que  fez a Shanghai.  Preparem-se para pirar!

Assisti “Ela” (Her) do Spike Jonze e amei. Tudo bem, sou suspeita, amo o trabalho de Jonze antes de ser modinha. A sensibilidade de SJ ao mostrar a solidão do personagem de Joaquim Phoenix (Maravilhoso no papel) me deixou com nó na garganta em vários momentos. E a Los Angeles futurista de Jonze que na verdade foi rodada em Xangai, cidade pela qual sou apaixonada, das mais incríveis que conheci, terminou de encher meu coração de saudade. “Ela” parece uma carta de amor a Sofia Coppola, ex de Jonze e, sobretudo, uma resposta a “Lost in Translation” de Sofia. Fico impressionada como a sensibilidade dos dois é parecida e até a escolha da trilha sonora (Sempre perfeita). Como eles se parecem. Me empolguei nesse post, né? Mas é que toda paixão justifica qualquer eventual excesso. Ai, meu coração. [suspiros]

A Dani depois me mandou outra mensagem, acho que  não era para escrever aqui, mas achei tão certo o que ela disse:

Para mim tal qual o Lost in Translation foi um tapa no Jonze, ex da Sofia, Her foi uma resposta para ela. Que coisa mais linda e genial ambos colocarem a Scarlett Johansson nos dois filmes. Gosto de pensar que um é o grande amor do outro. Como eles eram foda juntos. Sofia é genial, Jonze é absurdo e eu sou cafona porque ainda quero um final feliz. Um filme feito pelos dois.

Bem isso: … paixão justifica qualquer eventual excesso.

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Por fim, uma frase do filme: Se apaixonar é uma coisa louca, uma loucura socialmente aceita.

Obrigada Dani querida.

Disney World–Diário de Bordo–Indo embora

E esse diário, hein? Que tal chamarmos carinhosamente de anuário?

Porém, antes tarde que a noitinha. Então, vou relatar nossa saída de Orlando, rumo à Miami, que eu classificaria como uma Guarujá (cidade do litoral de São Paulo) lotada de shoppings e gente loka comprando como se não houvesse amanhã.

No caminho para Miami, de onde embarcaríamos de volta para São Paulo, paramos no centro Kennedy Space Center, o centro da Nasa na Flórida. Infelizmente, não pudemos ver todas as atrações do local, porque chegamos no meio da tarde, em torno das 15 horas, mas é um passeio que vale muito a pena, é bem tecnológico e interativo, uma verdadeira viagem ao espaço.

Fotos?

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Depois da Nasa, seguimos nossa viagem Miami. Para quem ainda tiver grana e saco pra sair pra comprar, recomendo o Guia de Outlets da Ana Paula Pedras. Nós seguimos as dicas dela sobrevivemos à overdose de sacolas. Ufa!

Ficamos num hotel pé na areia, e que criança resiste à uma prainha?

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Deu até pra fazer uns croquete!

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…só sei que foi assim!

Disney World – Diário de Bordo – Magic Kingdon

Sejamos sinceros, caríssimos leitores, esse meu diário de bordo está uma verdade piada! Como uma pessoa pode demorar 5 meses pra fazer posts tão espaçados? Se eu fosse mesmo bem competente, eu teria voltado de viagem e organizado uma seqüência profissa de posts, daqueles que servem de guia para futuros viajantes, daqueles que são consultados e publicados nos melhores sites do ramo.

Só que não deu.

O que está saindo são posts na pior velocidade possível, também conhecida como devagar e sempre, até porque é uó selecionar fotos num universo de milhares delas. Aliás, eu quebrei uns paus com o Ale na viagem porque toda hora ele queria tirar fotos de tudo e todos e isso me irritava. É amigos. Eu sou fofa, tava na terra do Mickey, mas me irritava porque … né? Ficar fazendo pose atrasava toda a corporação.

Voltando ao tema, o Magic Kingdon é o tão aguardado parque onde tem o Castelo da Cinderela e a Parada.

Já que a Parada é a noitinha, dá até pra chegar um pouco mais tarde (ou seja, dormir até umas 9 horas) sem perder muito. Os demais parques fecham mais cedo, aí tem que madrugar.

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O Magic Kingdon é um parque bem visual, tudo perfeito, com muitos cenários, todo setorizado. Não tem nenhuma atração mega radical (nessas alturas eu nem sei mais o que eu consideraria mega radical…). A atração mais punkrock é a Space Moutain, que é uma montanha russa que o trajeto todo é feito no escuro, bem legal.

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Ei-lo, o Castelo!

Pode-se ver o castelo de qualquer ponto do parque e de dia ele não tem nem 1/10 do glamour que tem a noite, com luzes coloridas, iluminando as torres. É uma imagem bem icônica, gravada na memória de qualquer pessoa que já tenha visto algum filme ou desenho da Disney, porque é aquele castelo que aparece no início dos filmes.

Para chegar ao parque é preciso tomar um barco, adorei. E olha que eu não sou chegada em embarcações marítimas e fluviais, fico mareada só de pensar.

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Essa é a vista que temos do barco, pra ficar com água na boca.

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Família Pusch Ê.

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Família Murback Á.

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Do barco já dá pra ver o Castelo!

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Detalhe do parque, super bem cuidado, um verdadeiro encanto.

Outra atração radical é a Splash Mountain, radical e molhada, diga-se de passagem. Mas muito legal, valeu a pena ficar ensopada o dia todo!

No nosso caso, no exato momento que o carrinho estava subindo, outro vinha descendo pela pista paralela. No que olhamos pra cima, vimos uma gota gigante se aproximar até que ….. ploft! Alagou nosso carrinho.

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O importante é ter coragem! E isso a gente tem e quem não tem, arranja!

Vamos falar de looks?

Bem, como vocês sabem, eu sou uma fraude. Observem o pezinho da Mara, glamour, sandália de dedo, unha azul.

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Agora observem o meu.

Sinto informar mas eu estava de chinelA, como diria minha avó. Perdão, amyghas.

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E falando sobre pés, isso é só uma brincadeira pra dizer o óbvio. Na Disney a gente anda mais que retirante, vá do jeito que você aguentar mais e por mais tempo, porque não dá pra fritar o pé no primeiro dia de passeio, fica a dica.

Mas nem tudo são feiuras, vejam minha trança, feita por minha personal peluquera, Mara Pusch.

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E pra terminar, fotos noturnas, do Castelo iluminado e da parada, enjoy.

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Disney World – Míni Diário de Bordo Fotográfico – Island of Adventure, o retorno

Como eu falei no Diário de Bordo Island of Adventure, esse Parque é o melhor! Tivemos que voltar por causa do Simulador do Harry Potter, que não conseguimos entrar a tempo, fora que queríamos fazer uns repetecos.

Mas pra não ficar chatão, vou contando com fotos. Além disso, agora tenho um editor (que eu sempre tive, mas parei de usar só Deus sabe o porquê) o que facilita muito a postagem de fotos. No wordpress eu confesso que selecionava meia dúzia e ainda chorava na hora de fazer posts fotográficos. Maluquices a gente vê por aqui.

Tá, parei de lero lero, bora pras fotos.

 

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Uma coisa a meu respeito pouco relevante: odeio macaco. Ibama, não me multe.

 

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Achei essas foteenhas tão bonitinhas, sou coruja? Não responde.

 

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Uma estranha saliência apareceu na minha testa …. (já passou)

 

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Esse brinquedo é bem legal e diferente, porque para que um adulto possa ir é preciso de uma criança. Esse foi o único jeito de obrigar convencer o João a ir, ou seja, eu chorei e esperneei, e disse que ele TINHAQUEIRCOMIGO ! É a simulação de um vôo de Pteranodon, um réptil voador da época dos dinoussauros. O brinquedo está localizado no Jurassic Camp.

 

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João pendurado na boca do seu amado dinossauro.

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Perfeição define.

 

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Eu e Mara num momento “noção?”. Isso porque insisto em me perguntar o que leva duas mulheres ficarem de lado na foto após 10 dias vivendo a base de cookies e sanduiches? SOS. Tragam meu Activia.

 

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Bonitezinhas.

 

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Mara tentando uma interação com o dono de um dos simuladores mais luxo-poder-e-glória: o homem aranha.

 

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Ó o bonitão de novo.

 

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Meu brinquedo favorito. O mais de medo, o mais radical, o mais urrruuuu.

 

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Em busca da meiguice perdida no elevador.

Disney World – Diário de Bordo – Island of Adventure

Continuando o diário de bordo para lesmas e tartarugas mancas, quero falar agora do nosso quarto parque: O Universal Island of Adventure, um dos dois parques do Universal Studios Orlando.

O Island of Adventure é o parque  mais legal de todos e nós fomos lá duas vezes, porque não conseguimos ir em todas as atrações num dia só. Ficou para a segunda vez o simulador do Harry Porter e a compra da varinha.

A entrada do Universal Studios Orlando é uma espécie de shopping, e tem uma área comum com restaurantes, lojas, lazer, shows, etc. Essa área chama-se CityWalk e tem atrações que funcionam de dia e de noite. Ou seja, na saída do parque, se sua perna aguentar, ainda dá pra ir comer num restaurante ou ir em um show. A gente não foi em todos os restaurantes, mas batemos bastante perninha e tiramos foteenhas.

HardRock Cafe – cRássico

João e o filho menor da Mara brincando naquelas aguinhas que pulam do chão, depois de muito andar e brincar durante o dia todo! Até que não é mal ficar cansado assim, hein?


Mas voltando ao parque, ao chegar na área que apareceu nas fotos anteriores, logo cedo, seguimos para o Island of Adventure, que é um parque temático, onde é possível encontrar brinquedos de super heróis e outros personagens, tipo Popeye, além do moooeto bom Jurassic Park, uma área inspirada na Grécia e Arábia e o imperdível Mundo de Harry Potter.

E pra ver tudo isso?

Pega um mapa na entrada e se joga!

Ow God, pra onde ir?

Montanha russa do Hulk. Moeto poder ir na frentona, de mão levantada. Yes, eu fui.

Fúria de Poseidon.

E pra quem leu e assistiu Harry Potter, isso aqui é um sonho perfeito.

 

Vai um suco de abóbora?

E uma cerveja amanteigada?

Aqui vende cerveja amanteigada, moeto doce, meio ruim, meio gostosa (me supero dia a dia no quesito “descrevendo coisas”)

Terra do Harry. Muito lindo e real. Tinha um monte de gente fantasiada e amantes neuróticos e fanáticos de Harry Potter por todos os lados.

Na área do Harry (tamo íntimo) tem lojinhas mil, e o João comprou a varinha pra eu poder executar meus planos secretos de PLINNNN do twitter (não me segue? Corre lá) . A compra da varinha é toda cheia de ritual, tem uma fila imensa mas vale a pena.

Entrada do Jurassic Park, muito legal.

João pirou, ele adora dinos (básico)

Brinquedinho comportado, que despenca na água e te molha de cabo a rabo (sem contar que te mata do coração). João amou (depois que se recuperou do sustão master).

Os super heróis!

Mara pirando com os super heróis.

Fora as atrações que aparecem nas fotos, tem os simuladores mais legais de todos que fomos e na minha opinião foi o melhor parque.

Meu brinquedo favorito foi um que despenca de uma altura de 60 metros com os braços e pernas livre, chamado Doctor Doom’s Fearfall. Vê só:

Disney World – Diário de Bordo – Disney’s Hollywood Studios

Amadezas, meu diário de bordo está sendo feito na velocidade de uma tartaruga manca descansando na praia, fala sério! Mesmo assim, continuarei falando devagar e sempre da viagem, com fotos (parte mais legal) e dicas, quando rolar. Também não quero ficar tipo Jane, A Conselheira. Estou, na verdade, só contando como foi nossa aventura!!!

Então tá.

No terceiro dia de parque fomos ao Disney Hollywood Studios, que é um parque temático que mostra como foram feitos alguns filmes, tipo um “por trás das câmeras”. Têm muitos cenários e a gente encontra personagens andando pelo parque; tem ainda a Parada, que acontece no meio do tarde.

Quem “goenta” o Mickey de braços abertos? Demais!

Eu e Mara de pernas de fora para um dia de andação total. A parte boa de andar tanto é que você pode comer sem medo de ser feliz, porque a queima de caloria é garantida!

Essa imagem do chapéu do Mickey é classic rock total, diz.

As atrações do parque envolvem os participantes nas histórias, e pra todo lado é lotado de  cenários, imagens, móveis, etc, como por exemplo a do Hotel do Terrror.

Durante o trajeto (fila) a gente passa por um cenário abandonado, com móveis empoeirados, quadros meio rasgados, teias de aranha e na hora de subir no elevador conta-se a história de que uma família morreu lá porque o elevador despencou. Aí né …. a gente sobe no elevador e ele cai.

Olhem a foto do Hotel. Tudo se dá dentro do prédio porque, como eu disse antes, na Disney a diversão começa na fila.

Outra atração beeeem legal é a Montanha Russa do Aerosmith! Nessa atração, simula-se que a banda sai atrasadíssima para uma apresentação e quando o carro deles chega para buscá-los eles decidem levar a galera (nós) rapidão pro show. Aí a gente entra no carrinho da montanha russa e “voa” ao som bombástico das músicas do Aerosmith.

Eu amo o Aerosmith, e até adaptei aquela música Janie’s got a gun para uma versão particular, chamada JANE’s got a gun, tudo bem né?

Outra atração bem legal, porém não radical, é um espetáculo onde são mostradas as gravações das cenas de Indiana Jones, incluindo aquela cena que ele corre da bola! Me lembrei muito de um tempo muito muito distante, que eu via esses  filmes no meu super video cassete. O tempo passa o tempo voa, oi?

A cena da bola do Indiana Jones quem, não lembra?

Com essas cenas do Indiana Jones, onde eles incendeiam o cenário, apagam o fogo, viram caminhão de roda pra cima, atiram nos inimigos, etc, concluímos que na Disney OS CARAS NÃO ECONOMIZAM, simples assim. Tudo é perfeito !

No meio da tarde os brinquedos param e todo mundo se amontoa reúne nas calçadas para assistir a Parada! O lance é pegar um lugar de sombra com um pouco de antecedência, porque o legal é ficar bem na frente já que os personagens interagem muito com a galera. Eu digo galera porque nessa hora não tem criança, não tem adulto, não tem velhinho, todo mundo se joga e dança e manda beijo porque, né? Pura magia!

O Wood, pura simpatia. Ele é tão lindo!!!!

Assistiu Toy Story 3? Posso contar uma coisa sobre esse ursão? Ele é do mal buáááááááá. Mas é fuefo.

Eu e a Mara “interagindo” com o Wood (também conhecido como dançando macarena ~deleta~ com o Wood)

ELE! Ao Infinito e além.

O Buss, nosso herói.

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Família Pusch na foto histórica do Parque
Família Murback na foto histórica do Parque

A gente se divertiu muito nas lojinhas também, vejam o “Alezinho” e Alezão na foto! Dá vontade de comprar tudo, e olhem que eu não sou das mais consumistas. Um brinquedo super legal que o João comprou foi aquele cachorro de mola do Toy Story sabem? É um brinquedo clássico, um enfeite! Mas também tem besteiras em geral, tipo baquetas do Aerosmith (agora estou achando besteira, mas na hora eu queria, minterna).

No fim de todas as atrações tem uma loja, ou seja, é compração garantida. E muita, mas muita, diversão também.