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Magros congelados (pros coitados do sul e sudeste), nessa sexta-feira 13 fria e garoenta, falta-me inspiração e sobram e-mails para serem lidos, respondidos e/ou ignorados.

Entre tantas chatices, recebi esse bem legalzenho com os logotipos de grandes empresas para os momentos de crise.

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Nhá Benta de coco

Pessôs, todos sabememos que uma bela Nhá Benta é um santo remédio para os males da alma, mente, hormônios e coração. E também um ótimo brinde para quando não há males, apenas um desejo incontrolável de comer o doce mais doce da doçolândia.

Eu sou fã da Nhá Benta de Maracujá, que cumpre duas funções numa só: acalma e faz crescer (pros lados). Eu amo aquele gostinho azedinho-doce do marácu misturado com o chocolate Kopenhagen, que é o melhor do mundo e/ou da classe social na qual eu me enquadro (Kopen, anota aí, Banco Real, agência 09… ).

Mas um dia resolvi dar ouvidos ao Rodrigo Lombardi e experimentar a Nhá Benta Coco e … posso falar? Não gostei. Achei aquele coco meio farinhento (oi?) e áspero no marshmallow, não gostei da combinação.

Some-se a isso o mico da propaganda. Tem um stand nas lojas Kopenhagen que você aperta um botão e o Rodrigo Lombardi fala umas groselhas na sua orelha, tipo sussurro. Achei tão brega! Só não tão brega quanto o batom que passaram no pobre do Raj. Vê aí. Aproveita e ouve o sussurro, clicando “no seu ouvido” (ui).

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Toda mãe acha seu filho o máximo, certo?

Certo.

Minha experiência se limita achar o meu filhotinho o mais lindo, o mais esperto e o mais comportado de todos, mesmo quando lá no fundo do meu âmago uterino eu sei que ele nem é tudo isso. Mas vibro com as avaliações da escoleta, onde dizem que ele  recolhe os brinquedos e se comunica muito bem. Nada mal pra um menino de quase quatro anos!

Por enquanto, ainda não tenho que avaliar se ele é trabalhador, honesto, paga as dívidas em dia e não brinca com os coraçõezinhos alheios das menininhas cor-de-rosa.

E o bicho pega bem nesse pedaço.

Será que meu filho será aquilo que eu espero e aprecio numa pessoa adulta? Eu fico meio encafifada achando que isso é regra, ou seja, que sempre nossos filhos são o máximo pra nós, e que sempre acharemos que eles são os mais perfeitos de todos. Sabem como? Nego é meio vagal e a mãe fala que ele é criativo, é meio sacana e a mãe fala que ele tem ótima articulação verbal.

Ai, não sei. Depois eu sofro né?

Post musical

Tenho um gosto musical bastante eclético…
Gosto de tudo um pouco desde Carmina Burana (ópera) até Nivana, Pearl Jam, Alice Chains e afins.

Ouço de tudo…  se fizerem uma seleção de vários ritmos eu aguento ouvir por horas.
Carrapicho, Beethoven, Pedra Letícia, Sepultura, Britney Spears…  gosto de tudo.
Mas não me coloquem em uma sala de espera de dentista pra ouvir duas horas de música clássica… nem me levem para um show da Banda Calypso.

Pois bem…  vcs conhecem a Lady Gaga ?
Bem… se não conhecem, procurem uma música dela…  Mesmo eu sendo um péssimo dançarino, acho que a melhor descrição da música é dizer que ela é bastante dançante.
Ela é meio musa no mundo gay e antes que algum engraçadinho(a) faça alguma piada, ela não é minha musa.

Procurando pelo vídeo de uma música dela (Poker Face) acabei trombando com o vídeo de uma menina cantando a tal música.
Putz…  adorei.

Li algumas críticas na internet sobre o tipo de música que ela canta…  onde estariam os pais dela…
Ahhhhh     Covenhamos…   a menina é lindinha de tudo.
Eu nunca deixaria a minha filha colocar um vídeo na internet.
Aliás… eu não colocaria um vídeo nem comigo…   até pra poupar os internautas.

Mas… sei lá…  não vi o vídeo com essa maldade não.
Achei uma gracinha.
Ela canta bem e tem uns trejeitos muito engraçadinhos.

Só acho um pouco de hipocrisia achar que não existe problema nenhum com a exposição da dupla Sandy e Junior (eles começaram bnem novinhos), com a maturidade precoce da Maysa (do SBT) e com as letras impróprias das músicas de axé que várias crianças dançam rebolando na frente do espelho.

Vejam se ela não é lindinha:

Se ainda não assistiram, vejam também esse comercial que eu mimijei de rir:

Rapeize, eu tenho A dica. Post vagal pra gente vagal. É nóis, mano.

Já estamos pra lá de Marrakech de saber que temos que passar filtro solar todo santo dia e assim temos (temos?) feito, sagradamente toda manhã. Pois bem!

Eu contei aqui que uso o La Roche-Posay Fluid Extreme FPS 30 (fiz um up grade, agora uso 60, RG baixo, sacumé) e o Spectraban Loção Fluida FPS 35 Color Base.  Eu aplicava - quando ainda não era vagal - o filtro e, em seguida, o outro com base.  Mas quando vi no blog da Renata, o Bulle de Beauté, a incrível quantidade de filtro que se deve passar, resolvi misturar os dois, para otimizar o suviço e chegar no volume ideal.

Eu misturo os dois filtros na mão, numa proporção de 2 tantos de filtro La Roche pra 1 tanto de filtro-base e aplico. Fica meio branco e pálido, mas logo a pele absorve e fica ótemo.

Indiquíssimo!

Pessôs, eu admito que não sou exatamente um ser engajado em causa alguma, mas ao ver essa gargantilha da Avon realmente eu me encantei.

Além de ser muito lindinha e barata, com a arrecadação das vendas da gargantilha e da pulseira, a Avon irá apoiar projetos que possam favorecer as vítimas de violência doméstica e conscientizar a sociedade para que a agressão física e psicológica à mulher não seja mais admitida. 

A imagem abaixo é do Folheto Avon Moda & Casa, que acompanha o folheto 11/2009.  Para visualizar o folheto clique aqui.

AVON2

Querem ver a  minha?

gargantilha

E pra completar eu ainda amo o símbolo INFINITO!

O caraca cantava e dançava muito bem…
Era um superstar.
E era o únco homem que as mulheres não implicavam quando ele coçava o saco (lembram da levantadinha da calça altes do chute que ele dava ?).

Há alguns anos ele já não existia da forma como todos gostavam.
Mas hoje ele realmente se foi.

Ganhou milhões de dólares na carreira mas acabou deixando muitas dívidas.
Mas também deixou ótimas lembranças…

Para os fãs deixarem a tristeza de lado, sugiro um Jackson 5 bem diferente:

Poot@kiparil !!
Estou em mais uma semana que não tenho tempo pra fazer nada.
Tenho que negociar algumas coisas inegociáveis, pagar algumas contas impagáveis, e mandar algumas pessoas para lugares impublicáveis !

Enfim, é muita coisa para se fazer em míseras 24 horas por dia.
E quando me dou conta…    já estamos no dia 25 de junho.
Sim !   Se vc não cumpriu as suas promessas de fim de ano ainda, só tem metade do tempo pra não se sentir um bocó !

A introdução não tem nada a ver com o resto do post.
Mas, enfim… é sempre bom introduzir, né ?
Pois bem, chegando ao fim de meus lamentos, gostaria de solucionar alguns mistérios que deixei nos últimos posts.

Inicialmente, e sem maiores mistérios (chega, né ?), gostaria de compartilhar com vocês a notícia de que um Senhorzinho ou Senhorazinha Insônia está a caminho !!!  :-)
Sim !!   Tô grávido !
A protuberância abdominal que possuo (vulgarmente chamada de ‘barriga’) tem agora uma desculpa engraçadinha, né ?

Quanto aos comentários acerca da minha insônia, bem…  muita gente reclama de ficar acordado pra cuidar de filho, né ?
No meu caso, eu já estarei acordado.
Mal posso esperar !!!!  :-D

O segundo mistério a elucidar foi muito questionado nos comentários no recente post capilar.
Muitas moçoilas pediram que eu mostrasse uma foto de meu belo e formoso rostinho (vulgarmente chamado de fuça).
Infelizmente sou contratualmente impossibilitado de publicar fotos.
Porém encontrei uma solução magistral.

Sou fã de seriados policiais, como já disse aqui e aqui.
Então, usando meus dotes artísticos já demonstrados a vocês, fiz um autorretrato:
obra primaAntes que digam:  sim…  não sei desenhar nariz. Até porque, se soubesse, vocês veriam a bela nariga que a descendência libanesa me afortunou.
Só não digo que sou igual ao Van Gogh porque eu tenho as duas orelhas.
Mas, cá entre nós, o autorretrato ficou no mesmo nível, hein ???        (favor mentir descaradamente)

Bom dia, borracheiro

supermanOntem de manhã, segundona, aquele humor ….

No trânsito <sorry se minhas histórias se repetem nesse cenário>, no carro ao lado, um ser gesticulante tentava um contato imediato. Parei ao lado e abri meu vidro pra saber do que se tratava. Podia ser um mega empresário interessado no blog, me reconhecendo pelas avenidas arborizadas da zona norte, nunca se sabe …

- Seu pneu tá murcho – informou o prestativo rapaz. (Tanto quanto minha cara após essa informação tenebrosa)

Parei num borracheiro. Maquefalta de glamour!

Liguei pro maridóide pra fazer uma pressão/drama/chantagem ou sei lá o que. Não fui feliz. Consegui apenas que ele me desse orientações a respeito de não deixar o borracheiro martelar minha roda. Em tempo, odeio conselhos, só pra vocês saberem. Eu sei muito bem me virar, não preciso de ninguém, muito menos de marido, pra falar que a roda estraga, e se estragar, dane-se eu compro outra, e tem mais, o carro é meu.

Mentira.

O que eu queria mesmo era que o super- homem baixasse voando na borracharia e me tirasse dali, tipo Lois Jane Lane. Que saco ser independente futebol clube!

Contabilizando minhas amizades, concluí que prefiro meus amigos recentes, ou pelo menos aqueles da fase adulta da minha vida, que participaram de um modo ou de outro dos eventos mais importantes pra mim.

Não que eu não valorize amigos antigos ou amigos de infância, e nem que eu não mantenha amizades de outros tempos, mas para isso uma regra é básica: vamos olhar pra frente.

Amigos antigos que se limitam a relembrar o passado, sinceramente, não me interessam. Os meus amigos de antes e que ainda continuam nas paradas de sucesso são aqueles que participaram da minha vida desde sempre e que ainda continuam por aqui. Acho que é por isso que chato o Orkut enquanto ferramanta para desenterrar defuntos. O que responder pro carinha que estudou comigo na segunda série primária querendo saber “o que eu ando fazendo”. Pô, ando fazendo e já fiz tanta coisa nesse meio tempo que não sei nem por onde começar …. tem um check list?

Eu acho que amizades existem e se mantêm por afinifidade e não por tempo de serviço. Eu mesma tenho uma madrinha de casamento, minha amiga de infância, que nunca mais me ligou. A escolha daquela época já foi equivocada, porque não tínhamos mais nada a ver uma com a outra quando eu me casei, nas naquele tempo eu ainda acreditava que um vínculo antigo poderia superar isso. Me enganei.

Hoje acredito firmemente que amigos são conquistados e mantidos dia a dia, e que não há garantias. Não é porque é da família, ou porque foi meu amigo de infância, ou porque é mulher do melhor amigo do marido que uma amizade sincera seja resultado dessas relações. Você pode gostar, admirar mas daí a dizer “quero fulaninho pra meu amigo”, ah … tem muita diferença.

Agora dei pra filosofar (sem trocadilhos infames, hein!). Minterna!

E a Lei Seca?

táxiPelo visto a Lei Seca não é mais a mesma. Vocês assistiram Fantástico (deprimente isso) domingo? Em algumas capitais o número de acidentes até aumentou!

Diante dessa pequena, inútil e ridícula introdução, ontem a noite saí e tomei uma mísera caipirinha seguida de muita água pra diluir. Na Vila Madalena, que é reduto de bar, não tinha nenhum policial pra chamar de meu, o que me deixou aliviada. Já na avenida da minha casa, não tinha apenas um, mas tinham vários policiais. Melhor dizendo, tinha comando. Eles botavam uma luz na cara do pobre motorista e davam uma geral no carro todo.

Como tenho cara de gente humana e cadeirinha de bebê no banco de trás, não fui parada. Que vergonha, Jane! Mas ó. Fiquei morrendo de medo. Da próxima vez, vou de táxi (by Angélica).

Aproveito para compartilhar com vocês, pessoas conscientes e antenadas, um email nada a ver e sem noção que recebi.

Como agir quando bebeu demais e está com os seguintes sintomas:

 

SINTOMA: Pés frios e úmidos.

CAUSA: Você está segurando o copo pelo lado errado.

SOLUÇÃO: Gire o copo até que a parte aberta esteja virada para cima.

 

SINTOMA: Pés quentes e úmidos.

CAUSA: Você fez xixi.

SOLUÇÃO: Vá se secar no banheiro mais próximo.

 

SINTOMA: A parede a sua frente está cheia de luzes.

CAUSA: Você caiu de costas no chão.

SOLUÇÃO: Coloque seu corpo a 90 graus do solo.

 

SINTOMA: O chão está embaçado.

CAUSA: Você está olhando para o chão através do fundo do seu copo vazio.

SOLUÇÃO: Compre outra cerveja ou similar.

 

SINTOMA: O chão está se movendo.

CAUSA: Você está sendo carregado ou arrastado.

SOLUÇÃO: Pergunte se estão te levando para outro bar.

 

SINTOMA: O local ficou completamente escuro.

CAUSA: O bar fechou.

SOLUÇÃO: Pergunte ao garçom o endereço de sua casa.

 

SINTOMA: O motorista do táxi é um elefante rosa.

CAUSA: Você bebeu muitíssimo.

SOLUÇÃO: Peça ao elefante que o leve para o hospital mais próximo.

 

SINTOMA: Você está olhando um espelho que se move como água.

CAUSA: Você está para vomitar em uma privada.

SOLUÇÃO: Enfie o dedo na garganta

 

SINTOMA: A danceteria se move muito e a música é muito repetitiva.

CAUSA: Você está em uma ambulância.

SOLUÇÃO: Não se mova. Possível coma alcoólico.

 

SINTOMA: Seu amigo não pára de falar repetidamente as mesmas palavras

CAUSA: Você está falando com o cachorro do vizinho

SOLUÇÃO: Pergunte a ele onde é sua casa.

Meus cabelos brancos

peaceandloveÉ meus caros … a idade pesa pra todos. Quando se está gripada há duas semanas pesa bem mais. E quando, ao secar o cabelo, observam-se vários fios brancos em meio a ex-cabelereira black, a coisa está ficando feia.

Meus primeiros cabelos brancos vieram com força total. Nasceram de parto natural sem dor, vários ao mesmo tempo e já se apresentaram longos e devidamente esparramados pela cabeça toda. Acho que é uma situação um pentelésimo melhor do que uma faixa branca nascendo da raiz, mas …  do fundo do útero? deprime igual.

Eu não tenho nada contra cabelo pintado, aliás já pintei muito o meu cabelo nessa vida, inclusive de vermelho (mas não sou A Mulher Vermelha, deixo claro, claríssimo, que inclusive deve ter sido abduzida juntamente com o Armless), mas o negócio é que tinta gruda no cabelo forever. Até se conseguir que saia toda a tinta, deixando o cabelo virgin again, como meu está agora, tem que muito retocar, cortar, esperar …. enfim …. talvez não tenha esse tempo.

Se eu pintar agora estarei assinando contrato até o fim dos meus dias com a L’Oreal, ai que saco. Com quase 35 anos a gente ainda tem que tem que tomar decisões para o resto da vida? Não pode simplesemente deixar como está, pra ver como fica? Preguiça! O que não quero nem morta é ficar com cara hippie véia!

Mas, afinal, o que virou esse blogueto? Um fórum sobre problemas capilares? Eu e Insônia em crise? Ow mai góde.

Post tampão

Dona Janescreide tá dodói.
O vírus da gripe pegou a bichinha de jeito…     (deixando bem claro que é vírus… pq um medicuzinho prescreveu antibiótico – ATB pros íntimos, e ela já colocou o nome dele na boca do sapo).

Entretanto, ainda vou manter o pseudo mistério sobre a minha mudança comportamental.
Afinal, esse mistério não é tããããããããão mistério assim, né ??

Gostaria de questionar as moçoilas de plantão sobre uma questão que está me perturbando.
Bem… sou um inconformado.
Aliás… acho que todo mundo é inconformado.
Aliás… não acho.  Tenho certeza !!!

O mundo não se conforma em ser feio.
Explico: todo mundo é feio.
Se vocês perguntarem pra Monica Bellucci (minha musa) se ela é bonita, ela vai dizer que não pq gostaria de ter olhos azuis.
Se perguntar pra Luiza Brunet (minha musa tupiniquim), ela dirá que tá com culote ou sei lá o que…
Agora… se quiser abusar da sorte e perguntar pra Amy Winehouse, é capaz dela dizer que ela é perfeita.  Mas não vale.   Ela tb vai dizer que almoçou com os setes anões e que ela fez loucuras com o Dunga.
Enfim, todo mundo coloca defeito em si próprio.
Costumamos valorizar os defeitos do que as qualidades.   Não neguem.   Isso é defeito coletivo, comunitário, cosmopolita, mundial e seja lá o que mais…

Pois bem…  não vou dizer que sou feio pq já conheci algumas pessoas que fizeram muito mal à própria mãe na vida passada (Deus castiga !!!).
Mas digamos que tô looooooooooooooooooooooonge de ser um George Clooney ou um Christopher Meloni (acho que tão na ‘parada de sucessos’, né?).

Mas, enfim…  voltando ao meu umbigo.
Sempre me indignei com o fato de que mulher pode sempre se ‘reformular’.
Muda a cor e o corte de cabelo…   pinta as unhas de preto, lilás ou de azul com borboletas sobre uma unha de porcelana a la Zé do Caixão…   coloca silicone, botox…   enfim, tem vários recursos.   Mas sempre reclamam, né ??  hehehehhe

Quanto aos homens, os recursos são bem limitados.
Se os homens fugirem do convencional, assim deixarão de ser considerados.

Eu já deixei a barba crescer.
Foi um desastre.
Meu rosto coçava…   Eu tomava banho e ainda me sentia sujo…   fiquei com cacoete de arrancar pelo da barba quando estava em alguma reunião…
Óbvio que abortei a missão, né ?

Depois eu optei por usar cavanhaque.
A idéia foi simples: se a barba mudava o visual mas me incomodava, vou usar uma “mini barba”.
Não deu certo tb.
Eu reclamava mas não adiantava, meu pai teimava em dizer que eu tinha uma barbicha (tecla SAP: barbicha = barba de bicha).
Eu tinha um discurso pronto. Daquele tipo “eu me garanto”. Sou cavanhaque mas coço o saco e cuspo no chão, manja ?
Mas acabei tendo meus argumentos vencidos quando tomei uma cantada de um gay.

Por fim, abdiquei de toda e qualquer mudança no visual.
Tenho o chamado ‘cabelo ruim’.  Não é pichaim.  Tb não é cabelo de modelo de shampoo.
Então uso o corte que o barbeiro diz pra eu usar.

Mas…   (é… sempre tem um ‘mas’) eu ousei novamente mudar o que Deus e o destino prepararam pra mim.
Depois de muita insistência da Sra. Insônia, fui em um cabelereiro.
Daqueles mega chiques que se denominam unissex mas só vai mulher, sabem ??
É claro que fiz questão que a Sra. Insônia ficasse ao meu lado o tempo todo.  Antes que perguntem o porque, vocês vão sozinhas em borracheiro ??

O cabelegayro fez um corte onde repicava aqui, corta acolá e deixava maior sei lá onde.
Enfim…  é um corte que eu tenho que pentear com as mãos. Disse que esse corte tiraria as ondas do cabelo e faria surgir ‘cachinhos’.  Era tudo que a Sra. Insônia queria…
Pra um ser que estava acostumado a pentear o cabelo pra trás, se preocupando apenas com a formação de um indesejado topete, partir pra um corte desses é algo revolucionário.
Mas, ok. Aceitei o corte.

Outra questão a respeito do corte: ele me recomendou deixar o cabelo crescer além do que eu estava acostumado.
Novamente:  pra um ser acostumado a passar a máquina em certas ocasiões, deixar o cabelo com 5 dedos de comprimento é uma insanidade.
Mas topei…

Depois de um mês e meio acompanhando o crescimento capilar e a formação de cachos, o cabelegayro sumiu !
Não consigo marcar meu retorno.
Por essa razão, estou em risco iminente de receber uma multa do Ibama.
Os cachinhos estão bem rebeldes.

Estou ficando incomodado com isso. Afinal, repito:   a mudança foi bem radical.
Ademais, meu pai agora voltou a implicar:
- Não tenho mais idade de ter cabelo assim.
- Isso é cabelo de vagabundo que não quer  trabalho nem pra pentear o cabelo.
- E de forma simples:  diz que estou ridículo.   hehehehe

A ironia do destino fez com ele me dissesse todas essas críticas na fila do check-in do aeroporto.
E minutos depois a atendente da Gol disse que eu tinha uma cara de anjinho.
Urrú !!!!        :-)

Mas, enfim… agora estou em uma encruzilhada:   espero o aparecimento do cabelegayro ?    Procuro outro que consiga manter o corte ?    Desisto de tudo e volto ao corte normal ?
Cedo aos caprichos femininos e mantenho os cachinhos ??

Sou um novo homem !

Caráleo !!!
Essa é a melhor forma de iniciar esse post.

Minha mãe sempre diz que quem complica a vida somos nós mesmos, né ?
Tenho algumas ressalvas quanto a esse pensamento mas a mama tem uma certa razão.

Depois de uns probleminhas (forma delicada de dizer “uns problemas mais complicados que pelo encravado na bunda de taxista”  ou  ”uns problemas mais chatos do que aquele colega antigo de escola que teima em relembrar que vc falava errado e todos riam da sua cara”  ou simplesmente “uns problemas du caráleo“) que me perseguiram todo o primeiro semestre desse ano, acabei me cansando de lamentar e…
(cantarolem sozinhos a música: “levanta, sacode a poeira, dá a volta por cima”).

É isso aí… tive uns problemas nesse início de ano que me fizeram ficar de cabelo em pé.
Tá… é mentira…  meu cabelo é crespo e não fica em pé nem com um quilo de gel.   Mas, enfim…  vocês entenderam o que eu quis dizer…

Pois então… sabe quando você fica absorvido pelos problemas que surgem na sua frente ?
Parece aquelas cena de cinema mudo em que o ator fica escorregando eternamente em uma casca de banana…  eu era esse ator. E o meu maior medo era parar de escorregar na casca de banana e cair de cara no chão (nem imaginem o que teria no chão à minha espera).

Mas esse é o Sr. Insônia do passado.
Agora sou um novo homem.
Se vocês conseguiram ler esse texto chato até aqui podem estar se perguntando:  ”Mas o que fez com vc se tornasse esse novo e maravilhoso, ó Sr. Insônia ??”       (tá bom…  forcei a barra no ‘maravilhoso’)

Bem…  não direi claramente qual a resposta porque sempre fui um homem misterioso e não deixarei de sê-lo (PQP ! Hoje eu tô gastando o meu português !!!).

Mas deixarei uma dica pra vocês adivinharem:  em alguns meses eu terei uma boa razão pra ter insônia.    :-)

Na escola do João tem festa junina em duas datas, pra dividir as quadrilhas de um modo que que todos os pais consigam, pelo menos, ter uma vaga noção se seus filhos dançaram ou se só choraram no palco.

O que me irrita um pouco e mexe com meu lado mulher muquirana econômica é que nas duas sextas-feiras anteriores às festas não tem aula, porque eles preparam tudo, segundo eles mesmos, “com muito amor e dedicação”. Até que é lindinho isso, mas em se tratando eu de um monstro do pântano já fico achando ladroagem . Mas não conto pra ninguém, só pros meus meia duzia trilhares de leitores.

Voltando às duas festas, levei João todo empetecado, embigodado, remendado e de camisa xadrez na festa do dia 14. O detalhe tétrico é que ele dançará somente na do dia 20. Oi? Minterna!

Falei com a professora e ela jurou de botas juntas que avisou via agenda. Chegando em casa, quando fui checar, vi que ela avisou mesmo, em meio a trezentos bilhetes sobre festa junina, tradição, preparação de tudo com amor, tragam sua família, mande o dinheiro do convite, etc.

Eu sempre chego a noite e pergunto pra minha mãe - que cuida do João durante a tarde - se tem algo importante na agenda. Quando ele não morde ninguém, não foi mordido, não tenho que pagar nada, ou mandar meio cabo de vassoura para a atividade do dia seguinte, confesso que não leio cada vírgula da agenda com a atenção materna devida, até porque minha mãe trabalha do departamento de “triagem de mensagens”.

Dessa vez, falhamos.

É a confirmação do ditado: CACHORRO QUE TEM MUITO DONO MORRE DE FOME!

No dia dos namorados não farei um post sobre namoro, mas um post sobre amor. Até porque quem não namora pode ser sentir triste, ofendido, desomenagiado, diminuído, excluído, enfim, sei lá, mil coisas.

Esse post é sobre a história da Fer Paro, vencedora da promoção de aniversário do Mulheres, lembram dela?

Ela recebeu os presentes, enviados pela super Glau do Quitandoca, e mandou esse email, contando pra gente um pouco da história dela e do seu filhote.

Nem sei muito o que falar … tão lindo! Leiam vocês:

 

Como foi bom chegar em casa sexta feira e ver aquela caixa enorme me esperando!!

Quanta coisa linda (e deliciosa!), quanto carinho em cada potinho, em cada mimo…. O Léo – filhote – ficou tão empolgado quanto eu, e foi logo abrindo o potinho de brigadeiro preto e sem cerimônia, começou a comer com o dedo! E depois ainda me disse:

“Mamãe, pq vc não manda um ingresso pra sua amiga vir na nossa casa?”. (como assim um ingresso, né? rs coisas de criança!).

E que delicia de brigadeiro! Confesso que experimentei todos (não com o dedo! rs) e os meus preferidos foram de damasco, castanha do pará, nozes, pistache,beijinho, capim santo (super original!!), …..ai….faltou algum??? São todos deliciosos, muito bons mesmo!!

Ainda ontem a noite ofereci pro Léo o último potinho de brigadeiro preto como sobremesa no jantar, e ele disse: “Não mamãe, não vamos comer esse senão vai acabar!” …. Não é lindo?? Mas é claro que ele não resistiu e assim, ontem a noite, nossa sobremesa foi brigadeiro de colher, compartilhada entre mãe e filho!

Alías, vcs nos proporcionaram muitas coisas boas: repartir o último potinho de doce, descobrir o quão longe Americana fica de Brasília, e quão mais perto de São Paulo – distâncias essas verificadas no meu Atlas Escolar da 6º série, devidamente guardado esperando um momento desses (nostalgia!), e o melhor de todas as experiências: de que as pessoas não precisam estar perto fisicamente pra demonstrar que gostam de nós e nós delas, e isso foi mais um exemplo que eu dei pro Léo pra tratar de um assunto que nós estamos vivendo agora, que é a minha separação do pai dele.

Queridas, aquela caixinha (caixona!) podia ser simplesmente uma caixa com uns docinhos dentro que eu ganhei de alguém da internet, mas com certeza foi muito, muito mais do que isso. Pelo menos pra mim (e pro Léo tb) teve um significado enorme. Naquela caixa estava uma demonstração de que, apesar de nossa distância geográfica, nós (eu) não estou sozinha. Alguém (vocês duas) se importou comigo, gastaram tempo e dinheiro pra fazer uma gentileza pra uma pessoa que mal conhecem, e isso teve (e tem) um valor incalculável. Mais ainda pq atinge não só a mim, mas o meu filho. Vcs me ajudaram a mostrar pra ele que as pessoas que se gostam nem sempre estão perto da gente, e nesse meu momento em particular, esse gesto foi muito importante!

De coração, vcs fizeram um grande bem pra nós, e eu até poderia escrever que não tenho palavras pra agradecer, mas dada a carta aí de cima, eu estaria me contradizendo! rs

Muito, muito obrigada! Mesmo!

Com carinho,

Fer.

Ó eles aí:

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Véspera de feriado

Hello Moto.

Véspera de feriado. Aquela leseira. Falta de assunto. Nariz entuBido. Tô mals, povo. Aí resolvi postar um email que recebi faz uns trocentos anos (entenda-se que talvez vocês já devam conhecer …  não me odeiem).

Estranho escrever odeiem. Googlei essa palavra e encontrei uma frase: “prefiro que me odeiem pelo que sou do que me amem pelo que não sou”. Detestei isso. Me amem de todo jeito?

Hoje tenho aula de dança. Né fácil ter marido animado quando tudo que ser quer é uma cama, um escalda pés e um pouco de calor (não humano, de sol mesmo). Tá chovendo tanto aqui em sampa. O que será de mim no feriado prolongado? Se eu sobreviver ao mal humor e à gripe terminarei meu livro, assistirei ao último episódio de Brothes and Sisters e aí? O que farei da minha vida? Nem ousem me mandar plantar árvore, palamor.

Falando em fim, segue, finalmente, umas frases para escrever no túmulo, se você for….

ESPÍRITA: Volto já.

INTERNAUTA:www.aquijaz.com.br

AGRÔNOMO: Favor regar o solo com Neguvon. Evita Vermes.

ALCOÓLATRA: Enfim, sóbrio.

ARQUEÓLOGO: Enfim, fóssil.

ASSISTENTE SOCIAL: Alguém aí, me ajude!

BROTHER: Fui.

CARTUNISTA: Partiu sem deixar traços.

DELEGADO: Tá olhando o quê? Circulando, circulando…

ECOLOGISTA: Entrei em extinção.

ENÓLOGO: Cadáver envelhecido em caixão de carvalho, aroma Formol e after tasting que denota presença de Microorganismos diversos.

FUNCIONÁRIO PÚBLICO: É no túmulo ao lado.

GARANHÃO: Rígido, como sempre.

GAY: Virei purpurina.

HERÓI: Corri para o lado errado.

HIPOCONDRÍACO:Eu não disse que estava doente?!?!

HUMORISTA: Isto não tem a menor graça.

JANGADEIRO DIABÉTICO: Foi doce morrer no mar.

JUDEU: O que vocês estão fazendo aqui? Quem está tomando Conta da lojinha?

PESSIMISTA: Aposto que está fazendo o maior frio no inferno.

PSICANALISTA: A eternidade não passa de um complexo de superioridade mal resolvido.

SANITARISTA: Sujou!!!

SEX SYMBOL: Agora, só a terra vai comer.

VICIADO: Enfim, pó!

Amados amantes, sexta tem post de amor, em alusão ao dia dos namô, que irá agradar até quem não tem nem um gato pra puxar pelo rabo!

O dia da partida chegou.

Segunda madruguei, como era de se esperar, já que domingo hibernei a partir das 20 horas. Liguei a TV e já dei de cara com o sumiço do avião da Air France. Naquele momento o avião estava desaparecido, era tudo o que se sabia. Eu não sou de ter medo de voar, mas fiquei meio assim…

Fiquei vendo TV e arrumando a mala no ritmo tartaruga manca. Eu não sou uma pessoa que, normalmente, faço as coisas com tempo. Então, quando não estou atrasada, fico um pouco perdida. Mas aproveitei que estava cedo, tomei banho com calma, arrumei tudo (pra ser sincera nem tinha tirado tudo de dentro da mala, só as coisas de pendurar e os sapatos), olhei mil vezes se não estava esquecendo nada, terminei um episódio de Brothes and Sisters* e fiz meu check out.

Tomei um táxi e lá fui eu pra casa da Lu, que mora pertinho do aerporto. Cheguei lá antes da hora do almoço, almocei a comida da Ritinha - que é Tinha mesmo, bem pequena - e fiquei de papo com a Lu até o Galeno chegar e começar a carregar o carro com minhas coisas. Sofri, pessôs!

Putz, foi muito ruim. Não só o lance da despedida, mas o fato de saber que a gente  mora tão longe, que a Lu vai ter um bebê e eu não irei visitar como eu faria com uma amiga que morasse perto e, na real, com o lance de saber que certamente vai demorar pra gente se reencontrar. Até então, a gente só ficou atrás da vinda dela e da minha ida, e depois de tudo isso aconteceu, deu um p… vazio, tipo fim de festa.

Eu estava me sentindo um Renato Russo, achando que tudo era pra sempre, sem saber que o pra sempre sempre acaba. Mas também, como diz o próprio, na mesma música, nada vai conseguir mudar o que ficou …. e eu estava indo de volta pra casa.

Fomos pro aeroporto falando da vida, dos filhos, de como a gente é, e nunca, em momento algum falamos da despedida e nem ficamos choramingando. Embalei minha caixa de cerâmicas, despachei minha mala, e entrei pro embarque, com uma batata na goela.

Ainda tivemos espírito de porco o suficiente para tirar  fotos, afinal, eles são Brasileiros e não desistem nunca. Eu também sou Brasileira, na boa, me sinti da família.

Nem preciso falar que foi tudo perfeito, que foram ótimos dias, que fui tratada feito princesa, que fui recebida com todo amor e que me diverti muito. Quanto a Belém … ahhh Belém … nunca vi nada tão lindo! Belém é simplesemente o cenário do livro O amor nos tempos do cólera, com direito a porto fluvial, mercado, docas, navios. Precisa dizer mais alguma coisa? Você ir parar no cenário do livro da sua vida! Divino.

Fotos?

Galeno com a minha caixa de cerâmicas. Vejam o tamanho da criança. Tirar esse contêiner da esteira em Guarulhos é que foi lindo. Quebraram duas peças. Alguém ficou sem presente (leia-se sogra), menos eu. I’m sorry.

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Os Brasil sofrendo com minha partida. Ou Lu sofrendo e Galeno bravo? Não sei, ele estava em dúvida (ou não entendeu a orientação do fotógrafo).

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Nós três chorando. Quer dizer, nós duas chorando e Galeno rindo. Pô Galeno, tá difícil, mano.

FIM

E como diria o João: aí cabô!

* Eu já falei que assito B&S com fins terapêuticos, né? Sempre que tô com um choro entalado, me jogo num episódio. O fróidis é que terminou a terceira temporada. Tô pensando em recomeçar. Sou doente.

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O meu terceiro dia em Belém foi o dia do chá do baby-star Angelo.

Acordei no domingo e a Lu me ligou dizendo que desceria pro meu quarto, para esperar o Ga que tinha ido comprar Mucilon, fraldas e outros idens de sobrevivência essenciais para famílias com filhotes. Ficamos de trololó no quarto e quando o Ga chegou o casal foi-se.  Lu precisava ir atrás de uma cabelereira que funcionasse no domingo. Eu fiquei no hotel e fui pra casa dela de táxi um pouco mais tarde.

No domingo combinamos que ela ficaria numa boa, só aguardando o chá, porque não é fácil pra uma grávida chegar 5 horas da tarde inteirona e ainda ter pique pra ficar dando risadinha pra todo mundo. Almoçamos no aerporto e ficamos a tarde na casa da Lu fazendo o que não fizemos em São Paulo, ou seja, ficar de bobeira um pouco, dando risada da vida alheia e da nossa própria.

Lu Brasil fez dia da noiva. Cochilou, descansou e recebeu massagens minhas. Era o mínimo que eu poderia fazer, já que até aquele momento não tinha me preocupado com absolutamente nada, nem carregado minhas sacolas e nem pago sequer a minha conta na farmácia, quando fui comprar a Passiflora plus advanced.

Eu enquanto massagista, especialista em reflexologia pra grávidas. Minha saia era da cor do edredon, o que fez com que, nessa fota, ficasse parecendo que eu era composta apenas de tronco, cabeça e braços. Brigadão.

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Finalmente, chegou a hora do chá. Galeno me deixou no hotel pra eu trocar de roupa (yes, eu troco de roupa) e em seguida voltou pra me buscar, apesar que Andreza me ligou nesse meio tempo perguntando se eu queria que ela passasse pra me pegar. E como eu encarnei a folgadona, respondi: – ah mana, liga pro Galeno e vê com ele … 

Galeno ganhou no palitinho e veio me buscar. Né bom ser paparicada assim?

O chá de bebê foi looxo, com um monte de delícias pra comer, chocolate quente na xícara pheena de porcelana, frozen de chocolate na taça de champagne com chantily em cima, resumindo, negócio do patrão. Muitos detalhes e fotos no blog da Brasil Varonil.

A drag queen que animou a festa era uma drag recatada, não fez ninguém passar vergonha nem dançar na boquinha da garrafa. As brincadeiras eram de advinhar quem cantava a música, de que novela era tal tema, ou seja, coisas light pra moças de família (oi?).

Falando em moças de família, olhem minhas amigas de infância.

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Reginna, Eu e Priscilla (nome padrão para drags antenadas com as últimas tendências de moda). Eu olhando prum lado, Regis e Pri pra outro. Não, não sou estrábica, apenas eram muitos flashes.  

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Eu, Manu, LuBra e Reginna, na foto mais simétrica da história da fotografia: estampadinhas nas pontas, tons de red no centro.

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Lu estava feliz? O chá foi perfeito? A foto dela pode ajudá-lo a descobrir.

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Comi, bebi, vivi e no fim da festa comecei ouvir ao longe frases do tipo “boa viagem”, “gostou?”, “volte sempre” . Algo estraho estava acontecendo …

Andreza me levou embora, pra liberar o Galeno que tinha que levar Lu e seus presentes. Subi pro quarto lotada de brindes que ganhei da drag-gente-boa, além da lembracinha linda, que era um pote de geleia de cupuaçu, que está sendo solenemente consumida até os dias atuais.

Apenas para manter meu padrão de evitar confrontamento com verdades absolutas, cheguei no hotel e entrei em órbita. Deitei na cama e, sem a menor necessidade de passiflorar, dormi o sono mais pesado de todos os tempos. Acordei ainda de roupa ao som da Ivete Sangalo cantando Os botões da blusa …. e olha que não despertar com os brados da Ivete não é pra qualquer um. Me troquei, escovei os dentes e voltei ao sono profundo. Alê me ligou e, aqui em casa, me perguntou se eu estava bêbaba no domingo a noite. Vejam a injustiça da sociedade moderna. Foi exatamente no domingo o único dia que eu não tomei nenhuma cervejinha Cerpa. Fiquei só no chocolatinho …. e passei por Bob Esponja. Óh céus, óh vida.

Esse sonão foi o que salvou meu domingo da tensão pré partida e do sentimento de vazio que começaria a fazer tum tum na minha cabeça logo na segunda cedo, dia que eu viria embora.

Esse post terminou meio deprê? Aguardem então o do dia da despedida. Vai ser padrão programa do Datena,  se espremer, sai sangue (lágrimas, no caso).

People, hoje falarei da segunda parte do meu sábado, a partir do almoço.

Essa viagem foi perfeita, vocês sabem, mas Lu Brasil falhou comigo e já foi advertida. Ela me deixou usar a mesma bermuda branca durante o dia todo e não me lembrou de trocar o figurino. Munf. Falei isso pra ela, e a doida me responde:

- Será que pequei? Deveria ter levado um camarim pra vc trocar de traje a cada point turistic?

Será que a gente estava preocupada com esse detalhe? Será que alguém no mundo pensa nisso? Revista Caras, fica pra próxima.

Mas voltando ao que realmente interessa, fomos almoçar açaí com camarão. Gentem do céu, o negócio é assim: açaí com açúcar e farinha de tapioca numa cuia e, no prato, camarão e outras carnes salgadas a escolher (carne de sol, por exemplo). Eu achei meio diferente, estranho, com gosto de caule de couve (oi?), mas curti. Só que não aguentei tomar tudo não, Andreza precisou vir dar uma assistência.

Esse aí é o açaí com a farinha de tapioca. Glamour !

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Quem não suja a boca não sabe brincar. Vende até escova de dente no restau. E a pasta é de açaí, lógica.

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Rir com o dente preto é uma prova de imenso desprendimento e desenvolvimento espiritual. Mas confesso que fui ameçada pela Lu com uma manga que caiu da árvore: – ri, mana!

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 Batom preto, somos emos da terceira idade.

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 Lu, Jane e Andreza, já devidamente comidas (ui).

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 Depois fomos passear no pólo joalheiro, um lugar muito lindo (pra variar) que vende artesanto além de jóias maravilhosas. O local fora um presídio outrora…

Eu e meu consultor para assuntos infantis, escolhendo presentes pra si mesmo, para o irmão (que também fica pra ele no fim das contas) e pro João (que também pode muito bem deixar com ele um pouquinho). Foto no mercado de vidro, no Mangal das Garças.

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Área externa do antigo presídio. Em cada portinha funciona um ateliê de jóias. A construção foi reformada, mas ainda mantem muitas características originais. Maravilhoso!

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 Depois fomos passear no Mangal das Garças, um parque com museu, viveiro, e mirante.

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 Loren não reclama, segue o bando e ainda topa tirar foto. Né lindo?

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 Eu e Ga no mirante. Photo by Lu, de sua câmera super poderosa e com o zoon mais maior de grande de todo o Norte.

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 A noite fomos comer pizza. Mas não foi uma simples pizza. Foi pizza de camarão com jambu. A metade de queijo gorgonzola com calabreza eu passei para o Ga e para a Lu, que ignorou os efeitos colaterais de comer algo tão apimentado no auge da barriguétes.

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 Sofro ao relembrar, devo admitir.

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 Close nela.

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Depois fomos pro hotel. O casal dormiu lá de novo, mas suspendemos o sexo selvagem pois ficamos com medo da congestão.

E assim terminou meu sábado feliz!

Depois do Veropeso, passamos na casa da Lu, pegamos Lorenzo, e fomos passear em Icoaraci, onde vendem as cerâmicas mais incríveis do Pará por um preço camaradíssima!

Eu comprei como se amanhã não houvesse, sob pretexto de presentear a família toda, e sem me importar com o tamanho da caixa que eu teria que carregar na cabeça em Guarulhos, no desembarque.

Não me importei com esse detalhe pelo fato mais claro pra mim naquele momento. Eu não estava pensando na minha partida, ir embora não estava nos meus planos (só nos planos do Alê, da minha sócia, da minha mãe e de quem ainda bota um pingo de fé na vida. Ah, e nos planos do meu coração, partido de saudades do João). Também nem lembrei que esteiras rolantes eram self-service, que cerâmicas quebram e que eu desembarcaria alone, aloníssima em Sampa city.  

Essa história de Galeno pra lá, Galeno pra cá, carregando nossas sacolas realmente me fez desacostumar de levar uns tropicões. E, na verdade, eu queria mais era que o mundo acabasse em barranco pra eu morrer encostada. Além disso, eu era grávida, pelo princípio do “diga-me com quem andas que direi quem tu és”. Resumindo: tava na malemolência.

Fotas? Segurem-se nas cadeiras.

Ruth e Raquel

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Quarteto trio los dos (photo by Lorenzo)

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Pessoa sem lenço e sem documento, sem saber nada do futuro próximo (o que almoçarei?).

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Fotos das carâmicas que seriam dadas de presente se, e somente se, eu não quisesse tudo pra mim :D

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Vocês já repararam que eu vou falar de Belém até o ano 2025, né?

Vou enrolar muito, não que eu seja enrolona profissional (cof), mas é que eu quero detalhes, muitos detalhes. E quero reviver, ao contar, tudo que aconteceu. Não é assim que a gente faz com histórias boas?

Então vamos lá.

Sábado de manhã acordamos e tomamos café no hotel. De lá, fomos para uma feira/mercado/shopping ou seja lá o que for chamado VER O PESO, véropeso, verupa, e outros apelidos carinhosos. Advinhem? Amei.

Lá vende comida pronta, comida pra fazer, artesanato, pato (vivo), e garrafadas para todos os males do corpo, alma, espírito, coração, vidas passadas e vindouras.

O vendedor me deu uma consultoria e eu levei uma dúzia de vidrinhos, entre eles:

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Será que funúncia? E quem se importa?

Mas o lance das garrafinhas é loucura loucura loucura (voz de Luciano Hulk). Vê aí:

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Depois fomos ao Museu do Índio:

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Lu Brasil encantada com sua própria terra:

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Dupla de dois:

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Minha gêmea: (guardem suas conclusões para si)

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Yes, nós usamos dentadura:

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Fotos lindas, de uma vida mansa:

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Paulista pooooode

Ser branquela em Belém é praticamente uma ofensa ao clima da cidade, que por sinal muito me agradou (isso que é paixão). Eu não senti calor em nenhum momento, nem liguei o ar condicionado durante a noite no hotel, ao contrário, se eu morasse lá seria tipo uma velhinha que joga um casaqueto nas costas ao entrar no ar condicionado.

Aí lançamos um concurso: o  mais branquelo de todos.

Lu Brasil concorreu só por conta daquele papo que grávida pode tudo, e quis porque quis me humilhar com seu bronze garota da laje.

Ó nossas pernas aí:

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Fineza omitirem comentários sobre meu chinelão da Fiona. Eu avisei que encarnei a turista.

E agora, com vocês, os vencedores branquelos : Jane e Galeno, os imaculados:

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Obs.: Comentários sobre meus vazinhos e propagandas de médicos vasculares serão prontamente deletados.

LUBRA 008 Cheguei em Belém sexta a tarde e quando o comandante anunciou que iniciaria o pouso um sorriso imenso se implantou no meu rosto. Falando sério, eu senti  uma felicidade, uma grande emoção, o avião sobrevoando aquele mundo de água e floresta me emocionou muito, sem pieguice, apenas já avistava do alto a imagem de uma cidade linda, e que ainda me surpreenderia muito!

Quando desembarquei já avistei a Lu e o Galeno me esperando com uma faixa escrito bem vinda, a chave da cidade, um grupo de carimbó e uns balões  para me proporcionar tudo de melhor que eu jamais poderia imaginar. Foi tão bom ficar sem lenço e sem documento, sem destino, sem saber qual seria a próxima supresa.

Sim, porque foi exatamente desta forma, eles tinham um só objetivo: me  mostrar tudo de mais lindo, me deixar o mais a vontade possível e me mimar ! Isso não é perfeito? Isso não é amor?

Cheguei e fui pro hotel fazer uma última coisinha de trabalho. Dali pra diante foram só linduras e delícias, começando pela queda da minha máscara: eu comi carne e bebi cerveja como se não houvesse amanhã.

Passeamos de carro, com Galeno de guia, me mostrando todos os pontos turísticos, e eu bem turistona mesmo, amando e encantada.

Fomos jantar na Estação das Docas e paramos no Forte do Castelo e no Boteco das 11 janelas.

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 Tá bom, tá bom, eu como carne vai. E já que tô aqui mesmo, me dá mais um pedaço dessa linguiça recheada com queijo. Ah, e suspende a salada!

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Eu servindo a linguiça. Dá de quererem o maior pedaço né não? Deixa que eu administro o alimento.

Ao fundo camarão com palmito e um risotinho básico.  Ah, e patinhas de carangueijo. Sofro.

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Eu e meu guia favorito tomando chop de bacuri. Delícia ! Galeno foi demitido do cargo de Bob Esponja e eu não podia deixar o chop dele esquentar: “dá aqui meu filho, me dá que eu tomo pra você” :)

Ele não bebe. Nem a Lu. Já eu ….

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Mais tarde chegou a Andreza, totalmente desapontada com meu sotaque paulista (eu liguei pra dizer onde estávamos), mas que não resitiu às minhas pernas brancas e veio mimar também, afinal, sou ou não sou uma blogueira de sucesso? 

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Eu tava feliz? Eu chorei de rir? Nem dá pra perceber, vai.

Lu ficou meio com ciuminho, fez bico, mas grávida né, sacumé. Logo voltou a ser o centro das atenções !

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As três mais lindas da Estação das Docas. Mulheres de todas as formas, cores, localidades. Uma  coisa Viva a Diversidade!

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Só não tão lindas quanto o Carimbó. Ameiê. Por alguma razão estava tendo apresentação de dança. Lindo demais.

Depois disso tudo, Lu e Ga se hospedaram no mesmo hotel que eu, e passaram lá a noite de sexta pra sábado. Os caras entraram de cabeça na onda de curtir a vida antes do Angels nascer, né? Humm…. sorte minha!

Tô frágil

BEL fragilPessôs, esse blog pode ser usado só hoje como muro de lamentação?

Juro que amanhã volto com detalhes da minha viagem pra Belém, com fotos, relatos, suor e lágrimas.

Mas hoje só tenho a declarar que despedidas acabam com meu botox. Sofro que só mana, égua !

Saí hoje da casa da Lu pra vir embora 3 da tarde e foi realmente muito ruim. Credo cara, já me sentia de casa,  totalmente revoltada porque Belém não foi escolhida entre as cidades que irão ter um jogo da Copa, ao ponto do taxista ter que meio me consolar, dizendo que a escolha se dava por questões políticas. Valeu, Miranda!

Mas ó só, tô fragilizada, desacorsoada, cansada e com frio. 

Tenho que redimensionar novecentas e noventa e nove fotos, parar de chorar, ir tomar um banho, desfazer a mala, lamentar em cima dos cacos das minha cerâmicas que quebraram na viagem, entre outros servicinhos dométicos menos nobres.

Depois eu volto, tá? Guenta aí.

Amados leitores, ávidos por notícias minhas (continuo miachando), vim só dizer que estou em Belém!!!

Vim pro chá de bebê da Lu Brasil, saudar o Ângelo, e estou aproveitando para:

- comer as comidas mais exóticas da Amazônia;

- encarar o açaí como ele veio ao mundo (quase) e não com granola, banana, aveia, mel, etc, conforme comemos glamourosamente (e erradamente) em sumpablo;

- comprar artesanatos para decorar uma dúzia de casas;

- ser paparicada pelos Brasil, com direito a brigas pra ver quem pagará a conta e sacolas sendo carregadas pelo Galeno;

- dormir até as 10, sem ninguém fazendo xixi na cama vizinha e nem me gritando logo cedo. (*)

(*) esse pedaço é a maior mentira dos últimos dias, acordei as 6, acordei várias vezes a noite e, na verdade, tô morrendo de saudades dos meus meninos, incluindo o xixi do João. Passiflorine, essa noite a gente se vê!

Veja minha entrada triunfal na cidade no blog dos Brasil.

Tem foto “pamais de metro”, postarei o diário da viagem ao longo dos próximos dias, mas tem que ser bem próximos mesmo, porque minha memória não vale nenhum tostão furado.

Até o momento só tem uma palavra que define minha viagem: PERFEITA!

Quando eu ouvi a música Sutilmente (sabe qualé? clica aqui) eu gostei muito!

Só que eu pensei que fosse do Engenheiros do Hawai, o que já me fez desgostar. Eu detesto os Engenheiros, aquele opapaépópe traumatizou meus dias, acho eles uns caras chatos, me lembram a época que eu estava no terceiro colegial, em plena transição, fazendo vestibular, sem saber quem eu era nem pra onde eu ia. Não que eu agora eu saiba, mas … voltando.

Só que qual não foi minha feliz supresa? A música é do Skank, em parceria com o red-ídolo Nando Reis. Eu estava livre pra amar a música de novo. O Skank sim fez parte de uma fase feliz da minha vida, na faculdade, quando eu já não era mais tão desbussolada. 

Vejam aí que letra mais delícia:

Sutilmente - Skank  (Composição: Samuel Rosa / Nando Reis)

E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe

E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce

Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti

Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti

Hoje, na aula de Pilates, quando a professora mandou:

- apoiar o pé no chão, todos os dedos

- encaixar o quadril

- mandar o umbigo pras costas

- fechar as costelas

- afastar o ombro das orelhas e, finalmente,

- sorrir …

 … EU PEDI PRA SAIR!

Longas noites

insO especialista em noites sem sono não sou eu, inclusive eu divulgo aos quatro ventos que sou boa de cama. Dormir não era um problema pra mim, aliás, até era, porque eu era  do tipo que dormia em pé.

Mas algo mudou. Seria a proximidade dos 35 anos (com corpinho de 33, aquele papo todo…) ? Seria crise hormonal ? Ansiedade ? Dor do crescimento (pros lados) ?

Não sei a resposta.

Sei que toda noite acordo e demoro umas duas horas pra voltar a dormir. Enquanto isso, ouço cada tic tac do relógio do vizinho, o barulho da água das descargas alheias, os feirantes montando a feira de quinta, os cachorros e, finalmente, os galos.

<Eu não moro numa zona rural, nem na fazenda do Cocoricó, mas tem um galo lá por perto, juro que tem>

Já pensei em tomar Plasil (não apoio auto-medicação, esclareço, não tentem fazer isso em casa) mas tenho medo de capotar e ficar moribunda no dia seguinte, o que na verdade tem acontecido do mesmo jeito.

A alternativa mais viável seria ler meu livro, mas estou economizando. Não quero que ele acabe nunca mais.

Contei que estou lendo O amor nos tempos do cólera, né? E que estou apaixonada e que talvez esse seja o mais novo livro da minha vida, contei?

Vai ver é por isso que ando perdendo o sono.

Magros e gordos,
após um breve recesso criativo de posts vi o manifesto da Jane satisfazendo a curiosidade geral acerca de sua tara vegetariana.
Fiquei chocado… embasbacado… impressionado…  e vários ‘ados’ a mais.

Por que ??   Bem.. tenho medo que vcs adotem o cardápio ecológico em casa.
Convenhamos…  exceto os maridos saradões e ‘zens‘, os demais (como eu), PRECISAM de ’sustança’.
Pode ser uma carninha… um frango assado e brilhante (de tanto óleo)…  uma lasanha com aqueles fios de queijo igual a comercial de pizzaria…

Concordo que comer produtos hortifruti é algo saudável.
Além disso, acho que é super ‘in’. Diquinha: se estiver em um restaurante e pedir apenas uma saladinha todos vão comentar sobre a a sua preocupação alimentar e vc ainda pode fazer um discurso ecológico (tá super na moda isso, né?).
Mas…  infelizmente todo mundo que me conhece não vai acreditar nesse personagem.

Não vou dizer que sou anti salada porque não seria verdade.
Acho super bacana um prato colorido.
Sei lá se isso é coisa de doido mas acho legal vc colocar umas folhinhas alface bem verde, junto com duas fatias de tomate vermelhão, uns mini-milho (sabem o que é isso, né?), umas rodelinhas de pepino japonês e cenoura crua bem raladinha.
Fica ainda melhor após regar com um molho composto de mostarda, uma dose de azeite, sal e um pouco d’água.

Pois é…  parece que sou adepto ‘Janescreide Living Style’, né ?
Quase…

Eu acho que se a etiqueta sempre chamou a salada de ‘entrada’, nós temos que passear pelo resto da refeição.
Passo pela entrada.
Dou uma chegadinha no arroz, feijão e a carne assada (que vou denominar ’sala de estar’).
Por fim, vou para o ‘quintal’ (onde só tem alegria) e pego um naco de qualquer chocolate que encontrar (pode ser um doce, uma barra, um sorvete ou até mesmo aquele resto granulado de chocolate que sobrou na geladeira na última vez que fizeram bolo).
Depois de toda esse tour, vou parar o quarto (sem analogias) e deito na cama como se fosse um leão após ter devorado um alce.

Sim… eu sei que é por isso que eu não perco a minha pochete (vulgo ‘barriga’).
Mas, cá entre nós, como tudo na vida, para que vcs, mulheres, tenham o Rei da Floresta em casa, existem alguns preços a pagar.

Minha mãe sempre me disse que remédio se fosse bom, seria vendido na Kopenhagen.
Seguindo a lógica ‘Janística’ de que folha é bom, fui à Kopenhagen.
Fiquei triste…
Eles não vendem alface.
Então, pra não sair de mãos vazias, comprei uma Nhá Benta.

Mas, enfim…  a revista Veja desta semana tem uma reportagem muito interessante sobre alimentação saudável.
Veredito:  A Jane tá certa !!!

Essa semana vou comer muito mato !!  :-)

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