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Por um dia sem chuva

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Não sei se é o meu habitual exagero, ou se minha paciência é inversamente proporcional à idade. Ou se as águas de março estão fechando o verão antes mesmo do verão ter sido aberto.

O fato é que tenho a nítida sensação que não parou de chover desde o começo do ano. Janeiro já está quase terminando e não teve ainda aquela semana de sol a pino pra gente poder reclamar do calor infernal e explorar todas as regatinhas do armário. 

Aquela chuvarada de fim de tarde já é tão esperada e odiada que quando não acontece eu fico até com uma sensação de vazio. Mas acordar com chuva, ir trabalhar com chuva, almoçar com chuva, e voltar pra casa com chuva é realmente bem pior.

Imagem daqui: http://temposthoughts.tumblr.com/

Quem ama o feio….

… bonito lhe parece!!!

Beleza Real -  isso muito me interessa!

JohnnyDepp

TOM

 

Vai ver é por esse motivo que AMO SÃO PAULO,  e parabenizo essa cidade tão maluca por seus 458 anos !

 

Mais realidade? Clica aqui.

A Danuza me disse

Esse ano eu ganhei de amigo secreto o livro novo da Danuza Leão, o É tudo tão simples!

Quem me apresentou a Danuza foi nossa amiga comum, a Lu Brasil. Na verdade a Lu me deu outro livro dela, chamado Quase Tudo e a partir daí virei fãnzona.

O É tudo tão simples é um manual de vida, um guia de comportamento, mas sem a menor pretensão. A Danuza ensina  a viver/sobreviver falando de si mesma, contando das suas histórias, suas viagens, suas opiniões e mostrando o resultado de suas auto-experiências, como por exemplo a mais recente, que foi simplificar a vida.

Tem um monte de coisa no livro que quero compartilhar e por isso criei a tag A Danuza me disse. Uma coisa que hoje estou com vontade de postar, e que foi a Danuza quem me disse, é que

como você não deve ter empregada fixa, quase ninguém tem, fica mais fácil, e seu jantar deve ser, sempre, uma folha de alface – pequena – e um copo de água. Só.

HAHAHAHA, tem como não amar?

Claro que ela está falando de um dos nossos temas favoritos: magreza! E espero que todo mundo aqui perceba o nosso (meu e dela, ownnn….) tom irônico, até porque no livro ela também recomenda:

Você tem que tomar uma decisão: engordar e ser feliz, ou ficar magra? Comer e emagrecer, tipo sanfona, dá trabalho.

Adoro saber que todas, incluindo as mulheres perfeitas, sofrem dos mesmos males que EU! Ai que alívio.

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Perdi o prazo oficial de 06 de janeiro, mas no dia 07 tratei de desmontar a parafernália/parafernalha de Natal. Vim lá da porta, tirando a guirlanda, passei pela cozinha e tirei a vela e o porta guardanapo, chegando finalmente à sala, onde havia 999 milhões de penduricalhos natalinos.

Jurei pela minha própria honra que nunca mais montaria árvore, com venho jurando há uns 10 anos. Obviamente, sempre acabo ameaçando a honra e quebro a jura.

Quem tem filho pequeno não escapa do Natal, anotem. Eu sou a prova cabal disso. Sempre me rendo aos papais noéis. Esse ano cheguei a pecar, mentindo pro meu filho que tinha conversado com o dito cujo via Facebook.

João queria um desses joguinhos portáteis e, como ele já tem, eu disse que o Noel era um cara de bom senso, que não dava presente repetido ou semelhante, e que provavelmente o pedido não seria atendido. A convesa teria se dado via Facebook. Pois é. Eu, que me rebelo todo ano, em 2011 até trocar idéia com o Papai Noel eu troquei!

Tudo pelo sorriso de um filho.

O medo do (ano) novo

Se tem uma coisa que me dá medo é pensar que sempre o ano novo representa não somente um ano a mais pra ser bem vivido,  mas também – e infelizmente – um ano a menos.

Um ano a menos pra mim, pra quem eu amo, pros que estão perto de mim e são mais velhos (e, portanto, com menos direitos do que os mais jovens egoístas), enfim, um ano a menos no meu calendário.

Um X bem grande e vermelho no ano que termina. E já se vão 37 xizes.

Fica aqui minha singela e anônima homenagem ao Daniel Piza, que eu conhecia de ler, ver e ouvir sempre, e que morreu aos 41 anos, no dia 30/12/11, me fazendo refletir.

Depois de um longo período de casa fechada pra balanço, chgou a hora do FICO. Bora lá tirar a poeira, passar aquele spray cheiroso na casa, e retomar a vida de escrever das coisas gostosinhas – ou nem tanto – da vida?

Passado o Natal e Ano Novo, com suas respectivas alegrias e tristezas, acho que a vida de todo mundo, incluindo a minha, já entrou pelo menos no pré-ritmo do que será o resto do ano que se inicia e isso é muito bom.

Como contei, passei por mudanças profissionais, e agora trabalho 4 dias  por semana fixos num escritório, tenho horário rígido, mas já estou com tudo arquitetado e bem contente.

Eu já até defini minha rotina do ano que começa, o que me causa profundo alívio. Já estou cheia de metas, como qualquer neurótica que se preze, fiz listas, comprei cadernos novos, arrumei um belo quadro magnético e compre imãs poderosos.

A meta mais fundamental de todas é começar alguma atividade física séria. Esse negócio de chegar perto dos 40 anos realmente tem um preço, no meu caso meu preço custou 1 kilo que grudou e se apoderou da mim. Mas independente desse kilo, é impensável que uma pessoa seja sedentária como EU SOU. Ai que vergonha!!!!! Até minha mãe caminha. Até meu pai faz não sei o que pra terceira idade. Todo mundo que eu conheço tem pelo menos uma matrícula em aberto na academia. E eu? Nada….

Outra resolução, vou continuar com meu hobby/blog independente da minha opinião sobre os outros blogs. Se nego fica fazendo propaganda o tempo todo, se ganha dinheiro, se faz a vida parecer totalmente cor-de-rosa (enquanto a minha tem dias cinzas, bem cinzas) a maior lição que tiro é: NÃO TENHO NADA COM ISSO!  O dia que 100% das pessoas que blogam mudarem de lado e assumirem posturas das quais discordo, eu saio desse meio.

Faço parte dos que escrevem para dividir, para aprender, para somar, para ganhar amigos, como tem sido durante todos esses anos !

Eu, que já não sou exatamente uma entusiasta com essa época natalina, estou me sentindo bem mais “parada” nesse fim de ano.

Ainda nem sei do paradeiro da minha árvore, não pendurei a guirlanda na porta, a porta nem prego tem. Também ainda tenho que comprar presentinhos, que, aliás, esse ano serão TINHOS mesmo!

O ano que está prestes a terminar não foi um dos melhores pra mim. Na verdade, nunca desejei tanto que um ano ficasse pra trás. Não houve nada brutal, nada envolvendo saúde, talvez nada muito grave aos olhos das pessoas. Mas, pessoalmente, tive várias perdas, ou várias mundanças, o que tem muito signiifcado, já que, como vocês sabem, sou amiga da rotina.

Também teve muita coisa boa, não posso negar, casa nova, viagem maravilhosa de férias (ainda estou devendo posts), família e saúde em ordem.

Tudo isso pra dizer que estou entrando em recesso. Pequeno período de férias blogais. Pequena pausa para reorganização das idéias e retomada das rédeas.

Também pequena pausa para concluir que fim levaram os blogs. Viraram empresas certificadas ISO 9000? Misturaram prazer com dinheiro? Morreram e ressurgiram em forma de espetáculo do Cirque Du soleil?

 

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Las Vegas–Stratosphere

De todos os hotéis-cassinos-etc que visitamos, o Stratosphere se diferencia por vários motivos. Primeiro porque lá tem uma torre, que é o ponto mais alto de Las Vegas, de onde se avista toda a cidade. Então, a gente sobe de elevador uns 100 andares e depois ainda sobe mais um pouquinho pra chegar na tal torre.

Chegando lá em cima, além de observar e morrer de frio na barriga, existem uns brinquedos mega radicais, daqueles que só dá pra encarar se o coração tiver em dia !

Esta é a vista da torre a noite, de qualquer ponto da cidade também é possível vê-la.

Nesse palito vermelho tem um brinquedo daquele elevador que despenca, fomos nele, já já provarei (mas vocês terão que acreditar que uns pezinhos balançando sou eu, a Mara, e o Alê).

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Nossa vez:

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Esse outro briquedo desce por uma rampa pro lado de fora do prédio, volta de ré, e desce de novo, dando umas brecadas ninjas.

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Esse aqui gira pro lado de fora pendurado; dá pra ver duas cadeirinhas em cada “gancho”? OMG

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Pros mais radicais tem um tal sky jump; não cheguei a esse ponto de macheza …

Essa é a vista da cidade (amei os vidros inclinados). Do lao esquerdo da foto dá pra ver umas perninhas penduradas, de algum maluco que estava saltando lá de cima.

 

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Aqueles prediões parecem formiguinhas dessa altura toda.

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Nós osbservando OU com frio na barriga OU nos recuperando do elevador OU resolvendo se íamos em outro brinquedo (fomos só no elevador, não por falta de coragem, veja bem …. talvez um míni medinho bobo).

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Alê me dando uma gravata porque eu falei que contaria pra todo mundo que ele ficou com medinho do elevador (ficou com medA mas foi, devo esclarecer). Só digo uma coisa: o treco é alto!!!!!

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Casados em Las Vegas? BRINKS, eu não casei não.

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Las Vegas

Acho que deu pra perceber no post anterior que Las Vegas é luxo, poder e glória, né?

A cidade é realmente incrivelmente urbana, grandiosa, rica. E a turistada toda pira o cabeção. E – detalhe – aquele papo de casar em Las Vegas é verdade. Em quase todos os cassinos tem uma capela e a gente cruzou com várias noivas.

Quem já assistiu Se Beber não Case? É mais ou menos por aí… (veja o Trailer: Se beber não case )

A Strip, que rua principal e lotada de Hoteis-Cassinos, é muito diferente de dia e de noite, valem os dois passeios.

Os passeios são legais se feitos a pé, porque a gente sai de um hotel e entra no outro (gasta-se tipo umas 3 horas em casa hotel, diga-se de passagem). A gente ficou na Flamingo Road, uma rua perpendicular à Strip, mas dava pra ir andando sem problemas.

Estacionamento também não é problema. A gente parava o carro num estacionamento (cada hotel tem o seu, tipo estacionamento de shopping brasileiro, giga) e ia pros demais hoteis andando. Depois voltava lá e pegava o carro. Nada de tickets. Nada de “carimbos” para liberar o carro.

O clima lá é de deserto. Só que nessa época do ano os dias são bem quentes e as noites realmente frias. Devo dizer que passei muito frio, e tentei amenizar com um lenço no pescoço ou usando tênis. Nos dias que estava de pé de fora congelei os dedos a noite, porque na verdade a gente sai de dia e fica na rua até lá pelas tantas.

Isso não acontece com quem vai sem filho, ou tem um programa mais especial a noite, como no dia que fomos ver o David Copperfield. Nesse dia voltamos pro hotel e nos arrumamos.

Mas no dia que fomos ver La Rêve, outro espetáculo que igualmente merecia um “tapa” no visual, acabamos indo com a roupa que já estávamos e que tínhamos andado o dia todo com ela, mas como sabemos turista pooooooooode tudo (quase tudo, nada de fazer xixi no poste, ok?).

Então, voltando aos passeios, fizemos esses passeios nos Hotéis e fomos a dois espetáculos: David Copperfield e La Rêve. O show do David rola no MGM Grand, e é realmente bem legal. Só achei O Próprio meio “pobre” demais. Ele usava camisa aberta (sem gravata), calça e sapato, tudo preto. Nada de cartola, gravata borboleta e aquilo que a gente espera de um mágico. Tá bom, eu estou acostumada com mágicos dos circos da marginal Tietê em São Paulo. Vai ver o objetivo é ser bem básico e fazer coisas muito impressionantes, como de fato acontecem. Ele some com gente da platéia, faz aparecer carro no palco e por aí vai. Viram na foto que também tem show do Cirque Du Soleil? Infelizmente não fomos  Smiley triste.

Obviamente, fizemos programas para quem tem filho pequeno, então optamos por shows. Mas pra quem vai sem filho tem muita balada noturna, fiquei desejando ….

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O outro show que fomos foi o La Rêve, uma espécie de Cirque Du Soleil dentro da água. Impressionante, dá de dez a zero no David. Acontece no Wynn, recomendo muito. Clica aqui pra ver um vídeo rápido.

De todos os hoteis visitados, o mais lindo na minha opinião foi o Bellagio. O padrão é altíssimo, tem um jardim interno maravilhoso, lojas lindas e personalizadas, e é lá que rola o espetáculo O, do Cirque Du Soleil, que também é dentro da água.

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Na frente do hotel tem um lago, e a noite tem um show das águas que dançam, tipo o show de natal do Ibirapuera revisto e melhorado mil vezes. É só parar lá na frente e assistir quantas vezes quiser, são músicas variadas, maravilhoso.

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Nós, aguardando o show das águas do Bellagio.

Esse dia, só pra exemplicar, eu devia estar morrendo de frio a noite. O Ale e o João não sofreram tanto quanto eu.

Seguem umas fotos da parte interna do Bellagio (numa visita diurna), realmente maravilhoso. Lá tem muitas flores e um jardim que tem uma árvore básica que fala, que tal?

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As flores são uma marca registrada, pra todo lado tem arranjos lindos.

Sem contar os doces Jean Philippe, que eu não conhecia e depois fiquei sabendo que super famoso,  morro?

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Vai um bolinho de cenoura? E uma torta de limão?

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Nada mal, hein.

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Os caras levam esse negócio de Halloween realmente a sério, vê o tamanho das abóboras.

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Geral do lobby do hotel. Aqui o também tem cassino, mas é um pouco mais separado. Mesmo assim, pra acessar a parte de lojas (básica também, tem Prada, Chanell, e outras não muito, digamos, populares) tem que passar pelas máquinas e mesas de jogo.

Olha como é o Cassino:

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Uma dinâmica botânica de cores, como diria a Zelia Duncan.

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João “amando” imitar o espantalho.

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Árvore falante e olhante, oe?

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Pra onde será que eu estava olhando, meu Deus? Vai ver era alguma abóbora gigante dançante e falante!!!

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Os Pusch trocando uma idéia com a árvore. Eles beberam um pouco de champagne e no café da manhã …. BRINKS

Chega por hoje né?

Tá bom, só mais umas fotos de outros hotéis, vai.

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Só pra vocês terem uma idéia da “grandiosidade”, dentro do The Venetian,  você se sente em Veneza, com direito a passeio de gôndola e tudo.  Esse céu azul é o teto pintado, coisinha a toa.

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Ainda vai ter post especial sobre o Grand Cannyon e o Stratosphere, uma torre de onde dá pra ver a cidade toda, com direito a brinquedos radicais.

Esse ano passamos férias na Califórnia, e viajamos novamente com os Pusch, nossos inseparáveis parceiros de aventuras.

Visitamos Las Vegas (Nevada), San Diego e Los Angeles (Califórnia). E tem muita coisa pra mostrar.

A primeira cidade que visitamos nas férias foi Las Vegas, a cidade onde tudo é MEGA.

Lá é tudo extremamente grande, os prédios são gigantes, dourados, com bunners imensos, uma coisa pra fazer o nosso prefeito Kassab – autor da Lei Cidade Limpa – morrer em poucos segundos.

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A primeira providência ao chegar em Las Vegas foi tomar aquele café aguado (que eu amo) da Starbucks, que não nos abandona jamais (fazemos muitas das nossas refeições na Starbucks, não nos denunciem ao conselho tutelar).

Eu e Mara sempre em busca do glamour perdido na noite mal dormida no avião.

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Foto proibida e irritante, fazendo bico e V da Vitória.

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Foto fazendo ASLOKA:

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Em Las Vegas tudo é giga, dourado, exagerado, jogado aos seus pés.

O aerporto já é uma confusão visual, mas eu gostei, amei. Agora, se você tem uma tendência a gostar de calmaria, definitivamente, Las Vegas não é o seu lugar.

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A rua principal da cidade é a LAS VEGAS BOULEVARD, conhecida como STRIP, onde tem um hotel grudado no outro, disputando na categoria QUANTO MAIOR MELHOR! Nos hotéis tem cassinos, lojas, tudo junto e misturado. Quer dizer, mais ou menos misturado. No lobby dos hotéis, onde estão os cassinos, crianças não podem ficar, nem mesmo perto dos pais.

Os hoteis mais legais tem essas áreas de cassino um pouco separadas. Porém é inevitável passar pelos cassinos pra ir pras lojas, por exemplo.

Geral de um cassino qualquer:

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“Pequeno” né?

Até as escadas são intermináveis (mas tem elevador também).

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Predinho básico:

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Dá pra ir de um hotel-cassino a outro de trem, eike rápido:

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Grandezas e exagerices:

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Ai que vida dura!

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Tem de tudo na Strip: hotéis, hotéis que pensam que são pirâmides, shoppings, cassinos, debate presidencial ….

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Nos próximos posts vou tentar detalhar as coisas mais legais que fizemos, e olha que foram 3 dias intensíssimos.

Enfim, voltei!!! Viajar é bom, ótimo, mas voltar também tem seu valor, fala sério!

Vou fazer posts da viagem, prometo.

Meu mês de outubro foi bem incomum/chato/novidadeiro. A parte chata foi a mudança de escritório, para uma tentativa de home office. A parte legal foi a viagem pra Las Vegas, San Diego e Los Angeles.

Outra coisa legal que aconteceu no meu outubro foi a participação num encontro com o objetivo de divulgar a importância do Outubro Rosa através do Dia Rosa, o dia da minha mamografia, onde eu sou minha #prioridade.

Esse ano foi utlizada a palavra #prioridade, nos fazendo refletir sobre onde colocamos nossa saúde na nossa lista de coisas a fazer, e o quanto estamos olhando para nós mesmas, uma vez que, no caso do câncer de mama, a arma mais podereosa que temos é a prevenção e a detecção precoce.

O evento contou com o apoio da FEMAMA  (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama), que  ilumina com luz rosa pontos famosos das cidade.

A Ana Paula Padrão também esteve presente, e prestou apoio promovendo divulgação portal dela, o Tempo de Mulher.

O mais legal foi que na viagem aos Estados Unidos vi muita coisa lembrando a data, inclusive chegando no hotel já tinha na recepção chocolates em forma de moedinha do Outubro Rosa, lindas.

Ou seja,  o Outubro Rosa pode SIM diminuir o número de mulheres que perdem suas vidas para a falta de cuidado consigo mesmas, porque é um mês mundial da consciência.

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Lembrança em forma de chocolate em plena Las Vegas, a cidade mais lokona que eu já tive notícias!

 

O evento teve a participação da dra. Maria Caleffi, mastologista e presidente da Femama.

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Ana Paula Padrão também prestigiou, ambas de roupa rosa!

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Visual da sala no Hotel InterContinental. É bom ser mulher, viu. Tudo rosa e delicado, que lindo!

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Seja conscente, e coloque a mamografia na sua lista de #prioridade

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Quanto menor o tumor, maior a chance de cura, daí a importância da mamografia, que é o único exame que detecta tumores de menos de 1 cm. Um tumor de 1 cm tem 95% de chance de cura!!!

 

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Outubro Rosa, Dia Rosa, #prioridade : eu apoio !!!

Merecidas férias

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Quem me acompanha no twitter sabe mais detalhes sobre minha nova fase, a fase do home office.

Tudo muito bom, tudo muito bem, mas pra chegar no home office passei pela tenbrosa fase de botar o escritório original abaixo, desmontar, doar, chamar caminhão de mudança, guardar documentos velhíssimos, dividir coisas, você fica com a cafeteira, eu fico com dois carturchos de impressora e o porta lápis.

Ainda nem sei se esse negócio de home office me atrai tanto, têm mil prós e contras, preciso pensar, ou não pensar, pra depois de um tempo pensando – ou não – consiga chegar a alguma conclusão.

Por sorte, destino, milagre ou sei lá o quê o término dessa fase de mudança coincidiu com nossa viagem de férias. E por esse ótimo motivo estarei fora por um curto espaço de tempo, mas juro que volto cheia de novidades, fotos, roteiros de viagens, comprinhas, achados, etc.

Vou para meu períodos sabático, mas volto. Me aguardem!

O tempo voa

nowNão sei vocês, mas eu estou em crise existencial com esse negócio de já ser outubro. Como assim? Como outubro se um dia desses eu tava aqui enchendo o saco com minhas lamentações sobre o Natal?

Meu tempo parece sempre menor do que eu preciso, fora que perder um minuto da vida, nem que seja parada no farol, parece a coisa mais revoltante do mundo.

A falta de tempo é tão grande, que a gente nem conta mais com ninguém, repararam? Tudo é feito conforme a demanda vai surgindo, nem de pedir favor dá tempo.

Eu, por exemplo, só conto comigo. Malemá com o meu marido, mãe e pai de vez em nunca. O detalhe é que as pessoas ao meu redor estão bem dispostas a me ajudar, eu é que muitas vezes nem os incluo nos meus planos.

Recentemente mudei de escritório e contei com quem eu sempre conto: comigo mesma. No dia da mudança eu estava exausta física e emocionalmente (desmontar coisas nem sempre é tranquilo), e sempre que me sinto assim me acho a pessoa mais solitária do mundo. E justo nessa condição, o tempo não passava enquanto eu esperava a empresa pra quem doamos boa parte das coisas.

O tempo é assim. Quando a gente mais precisa dele, ele some e voa na velodidade da luz. Quando a gente quer que ele voe, ele vira uma tartaruga manca.

Demaquilar é preciso

Se tem uma coisa que não faço nem pra ganhar dinheiro é dormir maquiada.

Mesmo muitas vezes chegando da balada da pizzaria totalmente disposta a dormir profundamente, não dispenso um bom demaquilante e uma aguinha na carinha. Mas isso tem um motivo: RG Baixo.

Quando se é mais jovem, os sinais das extravagâncias são sutis. Mas depois de uma certa idade, a fatura da falta de cuidados chega implacável na manhã seguinte.

E como acordar com bolsas nos olhos pra José Serra nenhum botar defeito não está nos meus planos, faço tudo bonitinho antes de dormir. Tiro a maquiagem e hidrato, palmas pra mim!

Eu acho que o tipo de demaquilante realmente não faz muita diferença. Em geral uso o Avon Solution, que é uma duplinha de gel e loção de limpeza no mesmo frasco.  Uso a loção, aplicando no rosto (incluindo olhos) com os dedos, fazendo movimentos circulares. Retiro com um algodão. As vezes “erro o buraco” (oe?) e aplico o Gel, que na verdade é um gel limpador (não chama demaquilante) e dá certo também.

Vê como a embalagem é legal:

Avon

O melhor demaquilante será descoberto pelo conceituado método das tentativas, portanto, tem que experimentar e ver se agrada. Vale observar se não irrita a pele ou os olhos (tem uns que não ardem, porém fazem os olhos ficar mega vermelhos no dia seguinte, não curto!).

Depois disso, lavo com espuma para o rosto, uso da L’Occitane (minha marca favorita na vida, amém). Mas vale qualquer sabonete suave e específico, nada esturricante (essa sou eu, inventando palavras e tirando conclusões).

 

Espuma de limpeza Facial Folhas de Oliva

 

Uso um tônico facial da L’Occitane também, aplicado com algodão no rosto e pescoço, provavelmente por uma questão de ritual, já que tonificar pode não ser tãããão importante assim (confere nesse post da Dra. Renata).

Por fim, hidrato com meu creminho manipulado amigo ou aplico ácido também manipulado (uso ácido no inverno ou quando estou muito sardenta), aproveitando para massagear bem, puxando a cara pele para o alto e avante !

Os resultados são visíveis no dia seguinte, e essa é a única razão pela qual a disciplina prevalece sobre meu sono lokão.

Faço xixi e escovo o dente eZzZzZzZzzzzzzzz .

Color Block

Fui a um eventinho nAs Turcas – elas bem que poderiam registrar minha carteira como Arroz de Festa, sinceramente – aprender sobre color block. Inclusive elas fizeram um post trucão (turcas, truque, pegou pegou?) sobre o Círculo de Cores.

Color Block é isso mesmo que estamos pensando: bloco de cores nas roupas. Têm muitos jeitos de fazer um look color block, e já comecei a ficar aliviada só em saber que não é exatamente aquela moda pavorosa (cuja qual eu vi e vivi) de combinar laranja aceso com verde fluorescente.

A Cris, que falou sobre o tema, estava color-blocada e lindona, vê só:

 

Cris

Ela contou que um bom jeito de se inspirar (e garantir que a combinação vai dar certo) é olhar para uma imagem bonita e tirar dali a combinação de cores.

A combinação dela ficou muito linda. Será que ela se inspirou nessa imagem:

 

PavãoDet

Sinceramente esse tipo de cor é muita areia pro meu caminhãozinho, vou ter que começar do começo (oi?).

Resolvi então pegar um pavão inteiro pra ver se a gente consegue fazer esse exercício de inspiração na natureza.  Vejam que lindo o verde azulado com o rosa das pintinhas, com um toque de preto ou amarelo. Quem poderia imaginar????

Pavão

Segundo a Cris, com as cores tudo pode!!!! Mas certamente nosso olho “gosta” ou é acostumado com de determinadas combinações.

Eu, por exemplo, tenho uma calça cor camelo. Na verdade, eu que caméééélo pra conseguir usar essa bendita cor. Olhem uma inspiration luxo. Será que eu consigo?

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Uma dica que eu adorei foi colocar uma terceira cor na união duas cores fortes. Por exemplo, entre um amarelo e um laranja, colocar um cinto camelo, onde o cinto serve de link.

Meio complicado, né?

Mas para exercitar, se a gente for lá no nosso pavãozão, poderíamos combinar verde com rosa (cor das pintinhas) e usar preto de link, em forma de cintinho. Ou então usar de link um azul (cor da cabeça do pavão).

Só não vai inventar de querer usar todas as cores do pavão, pelo amor de God! A Cris falou que pra inspirar tem que  pegar um pedacinho da imagem, hein.

Ai gentem, se fosse fácil não seria moda, seria uma música do Jota Quest néahhhh?

Saúde na corda bamba

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Eu me considero cuidadosa com a saúde, a começar pela alimentação. Eu gosto de comidas que quase ninguém gosta, sou verdadeiramente chegada em verdura e em salada, já contei aqui.

Ocorre que ultimamente me sinto “empanturrada”, mesmo comendo pouquinho e regradamente.

Fui ao médico e fiz endoscopia (delícia…) e estou tomando remédios e tals.

Fico achando que cada dia estou mais perto de me tornar vegetariana. Será que é o vegetarianismo que nos escolhe? Ou seria o contrário?

Pouco sei sobre o tema, só sei que parece que estou achando que o meu corpo precisa de bem menos comida pra viver, e de preferência comida light, leve e integral.

Bem que isso podia ser um sinal divino para eu realizar meu sonho de ter uma “venda”, com grãos a granel, uns pães cascudinhos e chazinhos cheirosos.

Enquanto isso não acontece, estou tomando complexo vitamínico e um remédio anti-herpes (andei tendo herpes seguidas, um pavor ao cubo) , fora os remédios pro empanturramento.

PAUSA PARA A HERPES

Tenho herpes na boca, e o vírus tem um ciclo vicioso e inevitável, ou seja, o negócio aparece e vira um machucado. Nesse momento, o lance é hidratar muito (no meu caso passei Bepantol à exaustão) porque o machucadinho ressecado rompe, abrindo campo para novos ataques. Socorro. Fica então a dica pra quem tem herpes: cuidar logo no começo com tratamento específico e depois que estourar o machucado não parar de aplicar um emoliente.

Obviamente isso funcionou comigo, mas vale a pena presetar atenção em como seu corpo reage. Fora que não sou médica (mas me sinto como se fosse, oe?), então vale a pena conversar com um dotô.

Continuando….

Só me falta voltar a “garrar” na atividade física, mas tá difícil. O frio é o inimigo número um da disposição para fazer atividades ao ar livre, que é do que eu realmente gosto.

Conforme prometido no primeiro post Guerra às Cutículas, fiz umas perguntinhas básicas pra Camila Zatz, dona dessa mão:

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Ela não corta cutícula, e contou como chegar nesse resultado.

MI: Os cantos têm que ser cortados ou eles tem uma tendência à reduzirem?

CZ: Os cantões também tendem a reduzir com o tempo, mas eles dificilmente sumirão de uma vez se sua pele cresce e cobre a unha dos cantinhos. Como no cantinho acaba crescendo um pedacinho de unha junto com pele, não tem muito o que fazer, tem que tirar mesmo. Mas nada de arrancar “drasticamente”: mantenha os cantinhos hidratados e depois retire o excesso com o alicate. Passe um creminho depois e beleza, e nunca arranque com a boca! Vai sangrar e ficar um buraco no lugar.

MI: Você empurra sua cutícula ou só hidrata? Como vc conseguiu esse resultado de cutícula grudadinha? Sua cutícula parece de criança, sempre foi assim?

CZ: Minha cutícula sempre foi fininha, mas mesmo assim eu tirava. Quando comecei a parar de tirar a cutícula, eu empurrava todos os dias com a espátula para ela ficar no lugar e não ficar aparecendo aqueles “picotes” do alicate. Demorou uns dois-três meses até elas pegarem o contorno natural das unhas e “assentarem”. Desde então eu mantenho a hidratação diária e só empurro com a espátula na hora de trocar de esmalte. Hoje elas não dão nenhum trabalalho, mesmo na hora de pintar, pra mim ficou mais fácil, já que não corro o risco de ficar com os dedos ardendo com o esmalte e a acetona por ter arrancado a pele que não devia.

MI: Você gosta desse dissolvedor da Sally Hansen? A Vitória (http://www.flickr.com/photos/vikogikoski/) não acha que hidrate tão bem, ela acha que até resseca um pouco, qual é sua opinião? Ela usa Blue Cross, você conhece?

CZ: Nunca usei e não sinto falta de nenhum creme removedor de cutículas. Como nunca tive muita pele sobrando, não sinto falta desse tipo de creme, mas talvez ele seja útil a outras pessoas. O Mira cuticle da Avon é um redutor de cutículas e recomendo o uso dele para quem está começando a parar de tirar a cutícula com o alicate.

MI: Você usa cureta? (eu já comprei uma mas achei meio afiada, é assim mesmo?)

CZ: Não, nas unhas, só alicate (quando alguma pele levanta) e espátula para empurrar e tirar as peles soltas.

MI: Quando estamos com esmalte devemos continuar hidratando e empurrando ou só hidratando?

CZ: No início, vale a pena empurrar e hidratar, mesmo com esmalte. É só empurrar com cuidado para não machucar a pele e não estragar o esmalte.

MI: Que tipo de creme deve ser evitado porque derretem o esmalte ou tiram o brilho?

CZ: Já vi várias meninas falando que protetores solares estragam os eamaltes. Eu uso cremes de mão com protetor solar e nunca reparei em nada, mas também nunca usei um protetor solar comum como Sundown com esmalte, então não sei o efeito que ele pode dar. Em esmaltes foscos, o uso de cremes diários pode deixá-los com aparência “ensebada”. Já em esmaltes comuns, não tem nenhum problema em usar cremes hidratantes.

Pra finalizar, acho bom realçar que eu faço minha unha em casa e mesmo que a pessoa prefira fazer em salão, deixar de tirar as cutículas facilitou muito minha vida. O tempo para fazer as unhas é menor (já que você não demora mais para ficar picotando a pele), tem menores chances de machucar os dedos e evita inflamações, já que a base da unha está protegida. Reza a lenda que as unhas ficam até mais fortes (digo lenda porque nunca tive unhas fracas) e até faz sentido, já que você traumatiza menos a região da base da unha com o alicate. Recomendo a todas terem um pouquinho de paciência e apostarem nesses cuidados. Aliás, como todo tratamento estético, né? Nada tem resultados imediatos, mas depois, é só alegria!

Zatz

Zatz1

Nos pés, eu também não tiro as cutículas! Faço a mesma coisa que faço nas mãos: só empurro quando vou pintar. Fora isso passo hidratante nos pés antes de dormir e uso creme esfoliante. Aproveito pra esfoliar a parte das cutículas com o esfoliante, também.

——————————

E agora um TESTEMUNHO (isso tá parecendo igreja!).

Minha amiga Fabiana também está empenhada e me mandou um e-mail com fotos contando tudo:

Também venho tentando parar de tirar as cuticulas…ontem lendo seu post resolvi tirar o esmalte de sábado, somente esfoliei.

Bem, no banho passei aquelas escovinhas de cerdas duras, cortei um pouco, massageei com óleo de amendoas. No banho mesmo, porque aproveito e passo no corpo em dias mais frios…fiz o contorno da cuticula com bepantol, ele cicatriza todas pelinhas, usando de manhã e de noite, mas é só na cuticula mesmo porque ele é grossinho.

Esmaltei bem de noite, não ficou a voltinha perfeita mas só dá pra perceber de pertinho…vou tentar mais um mês.

Vejam as fotos da Fabiana no dia que ela pintou:

Fabi

e após 5 dias:

Fabi 5 dias depois

Espero que tenham gostado e se sintam encorajadas. É uma questão de saúde e para quem gosta de manicure, como a Ro, que comentou no post anterior, acho que muitas de nós ainda precisaremos delas. O fato é que pintar a unha é a segunda dificuldade desse processo todo, eu mesma consigo pintar super bem com esmalte claro mas com escuro ainda preciso ir ao salão ! Porém vou com as unhas bem cicatrizadas, sem cutículas machucadas e expostas, evitando assim o contágio por alguma doença.

Agradeço imensamente à meninas que colaboraram com esse post, à Camila Zatz pela entrevista esclarecedora e a Faby por mostrar os resultados dela.

Os 6 anos do João

Hoje vai ter bolo, teve beijo, presente, muita alegria: nosso bebê já tem 6 anos! E nada melhor que um bebê de 6 anos.

Ele está grande, independente, saudável, sabe ler, contar. É engraçado, desencanado, mas um pouco metódico.

Já parece um míni hominho, mas ainda gosta de se fantasiar de super herói.

Filho, meu amor, agora que você já sabe ler, vou te contar um segredo: não consigo viver sem você!

Guerra às cutículas

Como já falei umas duzentas mil vezes aqui, sou escrava de duas profissionais em franca extinção no mercadoo: empregada e manicure.

À primeira já me rendi, e eu mesma me auto-amarro no tronco para facilitar a vida da fofa.

Já da segunda, estou lentamente me libertando. Além disso, no dia do aniversário do blog Esmalte no Pé (tem bastante posts no blog) teve uma conversa super útil e esclarecedora com uma dermatologista que recomendou que as cutículas fossem mantidas nas unhas, porque é proteção.

Tá, a gente já sabe disso tudo, mas o que a gente não sabia é que: yes we can !

Na festa tinha um monte de menina chique desses blogs de esmalte, e elas trocam de esmalte tipo 3x por semana (meu sonho) e – tá sentada? – elas não tiram a cutícula!!!!!! Ou seja, aquelas unhas perfeitas que eles fotografam com requintes de crueldade nos detalhes são unhas hidratadas e cuidadas, mas não com cutículas cortadas até o talo (como eu gosto, aff).

A rainha da bateria eleita por mim foi a Camila Zatz, que inclusive vai nos ensinar os truques da unha perfeita, respondendo uma entrevista que estou elaborando a passos de tartaruga manca em coma . Ela não corta a cutícula e escreve no Loucas Por Esmaltes.

Dá uma olhada na unha da criança:

Saindo da festa já comecei planejar o meu testemunho nos CCA – Cortadores de Cutículas Anônimos, já me via sendo aplaudida ao declarar que estava há 7 dias, 2 horas e 10 minutos sem cortar.

Então parti pra ignorância. Tirei o esmalte e comecei a hidratar como se não houvesse amanhã, com todos os produtos de unha disponíveis na minha frente. O segredo é hidratar e empurrar com a parte chanfrada do pau de larenjeira (usado para tirar esmalte com a parte fina). Toda noite também hidratava com um creme para as mãos, e fiquei sem esmalte ao longo da semana.

Na sexta, usei meu dissolvedor de cutícula  mega-power-ultra-hidratante, empurrei, e só cortei os cantões (os cantões são assunto para a Camila, isso é o que mais me aflige). E então cheguei a esse resultado (clica que aumenta):

Passei esse esmalte pálido porque ainda não estou manjando da arte de pintar a unha com esmalte escuro, fora que eu não sabia se as cutículas iam colaborar. Mas no sábado fui ao salão apenas para esmaltar, e passei um licor ou preto, sei lá, uma coisa meio dark (moetoamore).

Uma dica é umidecer o palito no óleo secante na hora de limpar, dica da Vitória, que também conheci na festa.

Durante a semana, usei basicamente esses produtos:

Dissolvedor Sally Hansen (só na sexta-feira, após uma semana hidratando e empurrando)

Cerinha da Granado

Manteiga de Karite da L’Occitane

Mira-cuticle (peguei o link do blog Coisas de Diva, porque não sei se esse produtos ainda existe. O meu é mais velho que tudo (espero que não esteja vencido…), além disso a a tampa é um ótimo empurrador.

Creme hidratante O Boticário

Ó eles aqui:

cera granadoDissolvedorNativamira cuticleManteiga Karite

Ai gentem vou entrar num curso de cortecostura edição de imagens, aguardem.

E aí? Se animaram?

Como eu disse no post anterior, no kit que ganhei veio uma base simplesmente linda, bem perolada.

Ei-la:

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Não sei se já é possível ver a “perolice” por essa foto, mas dá pra ver o aplicador. Eu tenho outras bases com esse tipo de vidro, porém para aplicar a gente tem que ficar batendo na mão, o que invariavelmente faz com que saia mais produto do que o desejável.

Com esse aplicador da Vult fica bem mais fácil dosar e evitar o desperdício.

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A cor da base que eu ganhei é 07,  e ficou um  pouco escura para o meu tom de pele.

Não sei se vai dar pra ver, mas tirei uma foto da minha mão com a base bem espalhada com pincel.

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Achei que ficou meio bronzeada, prefiro bases que apenas cubram os milhares de defeitos, mas sem colorir. Maaaas nem tudo está perdido, porque resolvi usar a base como sombra.

Aplico na pálpebra toda, e dá um brilho muito lindo. Dá uma olhada no efeito da bichinha.

Mais detalhes da base na mão para ver a perolice.

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Essas fotos de pertinho são uó, dá pra ver todos os póros, my God. Mas a cor que é bom não sei se mostra muito, enfim, sigo caminhando e cantando.

O fato é que não daria pra eu mostrar a base no meu rosto, primeiro porque não cheguei nesse grau de honestidade, segundo porque a cor – que é o que interessa – eu não sei fotografar muito fielmente.

Mas acho que deu pra ter uma idéia da lindeza e para aprender (ownnn apredam com a tia Jane) que muitas vezes deixamos de tentar e mudar porque ficamos presos. Eu era a típica candidata a jogar a base linda fora porque não deu certo no meu rosto. No entanto, estou mudando. Devagar, mas estou.

 

Se quiser ver melhor, clica nas fotos que aumenta.

Presentinhos fofos

Em quase todos os sorteios que faço no Mulheres (um por ano, oe), quem participa comenta que Nuncaganha, ops, nunca ganha nada, e que se ganhasse aquele ficaria muito feliz.

Primeiramente, sou solidária poque eu também estou na lista dos que nunca ganham (mas também admito que participo pouco).

Só que minha sorte está mudando OU estou participando de mais sorteios! Seja lá o motivo cósmico que tenha colaborado, o fato é que ganhei um presente mega lindo da Danny, do Sou Chique Bem, no sorteio de um ano de blog.

Ganhei uma cesta de produtos Vult que, diga-se de passagem, brilha muito na TL (TL = TimeLine, que é a tela do twitter). O que eu quis dizer é que os produtos da Vult são mega brilhantes, e eu particularmente adoro.

Teve um batom mate, bem lindo, cor de boca, e o resto das maquiagens são super pigmentados, brilhantes, excelentes. A base é bem perolada, fiz fotos para um post especial, de tão linda que é!!!! (as fotos devem ter ficado péssimas, mas deixemos as críticas para depois).

Teve também shampoo, condicionador, necessaire, bolsa e eco bag. Não me inveje, apenas trabalhe participe dos concursos e agradeça a Santo Expedito pela graça alcançada.

Bora ver as lindezas.

 

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Shampoo e Condicionador, Eco Bag (amooooooo), demaquilantes e necessaire. Faltou a bolsa preta. Não reparem no laranjão da tampa do shampoo, é que editei as fotos, saturei a cor, contrastei, dei brilho, e cheguei à triste conclusão que não sei editar imagens. Grata.

 

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Pó Bronze. Amiga dona de casa, se você ainda não tem um, corre lá e adquire (já falei que acho estranhíssimo quem fala adquire? Pode falar comprar ou é politicamente incorreto?).

Voltando ao tema, o esse pó tem um brilho lindo, ideal para dar aquela afinada na nossa cara de bolacha maria. E o bicho brilha que é uma cô de loko.

 

 

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Os dois duos de sombra são os mais versáteis possíveis, e a pigmentação linda.

 

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A base é perolada, linda e com um aplicador perfeito. Vou fazer post específico. Perdão pela foto-linguiça.

 

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Tudo junto!

Vejam que teve também batons, delineador, rimel (ótimo) e um lápis de sobrancelha (esse meio marrom perto da sombra) que tem uma cor universal, achei ótimo.

Já usei o shampoo e o condicionador e meu cabelo ficou lhendo.

Danny, bem, tu é chique mesmo!

Quando fiz o post sobre o gaveteiro, não coloquei o preço inicialmente. E acho que a maioria das pessoas achou estranho, tanto que tiveram comentários perguntando o valor. Não foi um ato falho, foi um esquecimento proposital.

Logo a seguir, editei o post com o valor, e ninguém caiu duro. Teve um ou outro comentário achando carinho, mas nada escandalosamente chocante.

Por que eu estou falando isso?

Simplesmente porque eu tenho muita crise com esse negócio de dinheiro. Na verdade, minha grande crise é com o sentimento alheio, talvez isso seja o que se chama EMPATIA (leia o conceito aqui, embora haja dúvidas sobre a confiabilidade da Wikipédia…). Fico achando que alguém pode se sentir humilhado, diminuído, ou sei lá o que. Também fico achando que posso parecer exibida (ainda usa falar essa palavra, oi?), mesmo sabendo que todo mundo que me conhece sabe que o que tenho é suado, desejado, amado e parcelado no carnê!!! 

Tá, voltando à EMPATIA, fiz consultoria ténica (grátis e por telefone) com a Mara Pusch e ela não classificaria esse sentimento como negativo, ao contrário, é bom ter a capacidade de se colocar no lugar do outro. Eu, porém, vejo a empatia mais pelo lado negativo, já que não se trata apenas de pensar no semelhante e sim de adivinhar o que o outro está pensando / sentindo, ou seja, trata-se de extrema pretensão, mania de deus, e por aí vai. Vou tentar fortemente mudar, meta de ano novo (para esse ano ainda, diga-se).

Enfim, reflitam também, e se quiserem colaborar aqui, adorarei.

 

E aí conheci a Daiane, que comentou dizendo que tinha amado o gaveteiro, e fez uma revolução para descobrir a loja. Uma vez descoberta, foi lá e arrematou um super gaveteiro, ryco, maior que o meu (o dobro da largura) e, consequentemente, mais caro que o meu.  

Ela também concluiu meu trabalho jornalístico fracassado e descobriu o endereço da loja: Rua Pelotas, 83, Loja 41 piso terreo (corredor: E/F). Telefone: 5576-9561. Também achou duas vendedoras ótimas de negócio, segundo ela rolou um descontão, os nomes das criaturas amáveis e simpaticas são Suely e Gilvana. Vai nelas.

Vejam as fotos do gaveteiro da Daiane. Não chora, tá?

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Organizar é preciso

Com essa história de mudança, eu comprei coisinhas legais para organizar o que antes vivia num verdadeiro caos, tipo minhas maquiagens.

Estava louca por uma penteadeira, com espelho, banquinho, e tudo mais, mas fui demovida da minha idéia e acabei partindo para um míni gaveteirinho.

Vejam-no:

Pentgeral

Tem 40 cm de altura por 25 de largura. São 7 gavetinhas de 5 cm cada uma, todas devidamente decoradas e com puxadores fofos. Na parte interna do vidro têm uns penduraores para corrente, mas acho que vai ficar bantendo, portanto, não pendurei nada.

Coloquei um livro perto para dar uma idéia de proporção.

Pentlivro

Devo dizer que é uma fofura, tem até chavinha, uma espécie de diário com gavetas.

Pentfecho

E esse pingente de seda branco? Fala sério se tem como não amar.

Pentpingente

As gavetas são rasinhar e eu coloquei cada macaco no seu galho, digo, cada maquiagem com suas parentes na mesma gaveta.

Pentbatom

Gaveta dos batons.

Pentrimel

Gaveta dos rímeis (nossa, nunca falei o plural de rímel) e dos lápis de olho e boca

Pentsombra

Gaveta das sombras

Eu comprei o gaveteirinho no Multishop na Vila Mariana, fica legal também pra guardar jóia, relógio, bijoux. A má notícia do dia é que não sei o nome da loja. A boa notícia é que tem duas lojas iguais no shopping (uma no térreo e outra no primeiro andar), então basta dar uma pernada e ver qual loja você viu duas vezes. O shopping é pequeno e nem vai ser tão sacrificado procurar. Custou R$ 400,00 e na loja tem mais modelos com preços diferentes.

Sábado teve evento na Loja Garimpo da Moda, a loja dAs Turcas (luxo poder e glória!, da Katia e da Gi), com uma conversa sobre elegância e modernidade no trabalho com a Vanessa Palazzi.

Quer conhecer as meninas?

vanessaIII

Da esquerda para a direita, com vocês, na passarela: Katia, Vanessa e Gisele.

Como sempre acontece nesses encontrinhos, houve muita troca, e com a participação de todo mundo aprendemos bastante.

Já de saída pudemos observar a roupa da Vanessa. Super moderna, porém muito elegante.  Ela trabalha com política/políticos, que como se sabe são formais e cheios dos ternos e gravatas (incluem-se no terno as mulheres, só tira a gravata).

Ela destacou que nossa imagem é a nossa marca e que ela está em todos os lugares: no trabalho, no facebook, no orkut (pros mais antigos, oe), e que essa imagem, ou marca, deve nos favorecer e nunca nos derrubar.

Como exemplo, ela usou duas pessoas igualmente qualificadas concorrendo a uma vaga de emprego, onde uma estava absolutamente arrumada e adequada à situação, e a outra estava em desacordo, aparentando relaxo ou falta de compromisso com a imagem que estava sendo transmitida. Chegou-se a conclusão que a pessoa que estava mais arrumada certamente levaria vantagem sobre a que não se dedicou a esse importante detalhe.

Para não errar no trabalho deve-se buscar evitar excessos e, embora nada seja proibido, é conveniente evitar:

- roupas muito justas;

- roupas muito curtas;

- decotes (incluindo tomara que caia).

No fundo, vale a lei da compensação. Se a calça for justa, que a camisa seja solta e longa. Se a blusa for tomara que caia, é conveniente colocar um blaser ou uma camisa soltinha por cima. Se quiser usar uma peça mais curta, deve-se abusar das meias grossas.

Para fugir do clássico monótono, a melhor opção são os acessórios, como colares, lenços, anéis. Também valem roupas convencionais com um corte mais bacanudo. Vejam a calça preta da Vanessa. Nada de uma calça preta igual às outras 99 que temos no armário, vejam o bolso:

vanessaI

A calça preta tinha um bolso soltinho, e a própria calça era relativamente larguinha no corpo (nada de justos!). Por baixo do casaco (sei lá como chama isso, comprei um similar, vou até mostrar aqui logo que eu conseguir fazer fotos dignas porque é a coisa mais versátil do universo roupístico) ela está de regata, porém devemos evitar decotes, lembram? Então ela colocou esse casaco super moderno, que pode ser amarrado de várias formas (uma coisa meio wrap). No caso, ela usou bastante cor, mas para quem não pode ousar nos estampados, vale escolher cores mais calmas (palavras da Gi, achei fofo), sem abrir mão da estampa. E ainda tem um colar dourado por cima, quem teria idéia de colocar? E não ficou exagerado!

vanessaII

A Katia e a Gi fizeram várias propostas desse tipo, mudando o blaser, colocando uma camisa por cima da regata, dobrando a barra da calça, mas sempre jogando com uma peça de roupa ou um acessório modernizante (ow God). Ah, antes que eu me esqueça, sapato é acessório, viu?

Resumo da ópera?

Nem que eu ficasse aqui escrevendo o dia todo seria possível contar como foi legal e o quanto pudemos aprender, rir, conhecer gente legal, comer coisinhas mexicanas gostosas e beber uns BELODRINK, feitos pela Paulina.

Resumo do resumo da ópera?

- Vale copiar. Olhe e se inspire!

- Evitar excessos e usar o bom senso sempre. Essa regra é de ouro.

- Temos uma marca a zelar e nossa marca é nossa imagem.

- Beleza é a gente que faz e  devemos estar bem cuidadas porque TODO MUNDO REPARA (ai que alívio, pensei q só eu gostasse de pescoçar a roupa alheia hahahaha).

- Casual Day não é Havainas day, ok?

Espero ter conseguido transmitir um pouco do que aprendi, prometo pra mim mesma que vou colocar tudo em prática. Vem gente!

A Turcas também colocaram fotos e os comentários delas aqui.

Coleta Misturada

salvar o planeta

Meu prédio novo não tem coleta seletiva, ao contrário do antigo, que colocou apenas um cesto extra na escada para que os moradores depositassem o lixo limpo. Simplesmente isso.

Eu já disse aqui que não consigo misturar materiais limpos, tipo caixa de sapato, com restos de comida, por exemplo. Mas também contei que não faço a linha que lava lata de manteiga. Ou seja, separo o material reciclável que estiver fácil, e mesmo assim, sem exagerar no capricho, observo a quantidade monstro de reicláveis que geramos aqui em casa.

Eu também não acho que a coleta seletiva vá gerar grandes receitas pro prédio, mas acho que alguns benefícios podem ser alcançados com a coleta seletiva, ainda que não traga lucro. Um vantagem que vejo é o fato de não haver catação. Se o lixo for colocado separado, ninguém vai ficar revirando os sacos a procura de recicláveis. Fico com muito medo de algum acidente quando vejo catadores revirando lixo, penso que um pedaço de vidro pode cortar, ou mesmo haver um acidente de carro batendo na carrocinha. Isso não é ser trágica, mas sabendo que há catação (e sempre há), por que não facilitar a vida e evitar possíveis problemas?

Além do mais, se o prédio tivesse coleta seletiva, seria uma mão na roda pra pessoas como eu – e olha que tem muita gente assim – que não conseguem mais jogar tudo no lixo comum.

Acho que vou ter que Chamar o Síndico!

Eventinho elegante

Quando eu fiz a consultoria de estilo com a Mara Pusch chegamos a conclusão que tenho dois medos ao me vestir: parecer sexy e parecer jovem-senhora.

Sobre não ser sexy me parecia bem simples, ou seja, bastava evitar míni-saias com meia arrastão e bota de bico fino e salto. Tá, não é tão óbvio assim, mas é bem mais fácil evitar ser sexy do que evitar ser velhota, oi?

Aquele estilo terninho me mata e, antes da consultoria, eu achava que era a única roupa existente no universo para fins de reuniões e pedidos de aumento e/ou demissão.

Mas aprendi que não, que nem tudo na vida de uma profissional séria são ternos e scarpins.

Fora isso, ao longo da minha jornada (sempre quis falar essa frase, o plano inicial era falar no Globo Repórter, maaaassss ….) conheci muita gente elegante e sincera e moderna, que se veste super bem, que se cuida, é bem feminina, sem ser sexy ou sem parecer vó das filhas.

Uma das pessoas é a Vanessa (já falei nela aqui, inclusive rolou uma promessa que ela nos ensinaria cortar nossos próprios cabelos, eike independência), que conheci na Loja das Turcas (loja MOETOLOKA, merece uma visista) e sábado agora, dia 16/07 ela vai fazer um workshop sobre Como ser moderna no trabalho sem perder a elegância.

Recomendo e convido a todo mundo a participar. Eu vou.

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dinoJoão está na fase do medo. Eu digo “fase” porque quero crer que tudo passa, tudo passará. Espero mesmo que seja somente uma fase, um momento, já que os medos dele são totalmente inexplicáveis.

A primeira relação de medo e amor é com os dinossauros. Ele ama dinossauro, tem filme, bicho de brinquedo, livros, porém jura que há dinossauros pela casa, mesmo com provas científicas sobre a extinção dos bichos.

Também está rolando medo de ETs, estes então … menos amedrontadores do que os dinos, já que nem sei se há provas que eles existem, com todo respeito ao povo de Varginha.

Eu confesso que não estou sabendo muito como lidar, estou lendo um livro vou procurar ajuda profissional. Também tento estimulá-lo a vencer o medo, mas pra dar uma ajudinha escondi o box do Jurassic Park que comprei achando que eu ia abafar.

Hunf.

Look Quadradinho

Geometric-Berries-51893_largeSe tem uma coisa que eu admiro nas minhas amigas da moda é a capacidade ousar. Eu sou do tipo que se compro uma calça que vem com cinto, nem passa pela minha cabeça tirar o cinto original e trocar por outro, ou deixar sem nenhum.

Se numa blusa a alça não me agrada, em vez de colocar um casaquinho por cima, eu dou fim na blusa.

Simples assim.

E na tentativa de mudar essa minha atitude no que se refere a roupas, além de mandar fotos minhas pra Mara Pusch opinar, vivo por aí visitando blogs de moda e seus respectivos looks do dia.

E sempre me deparo com dúvidas existenciais do tipo: essas meninas lindas vivem assim? Lindas?

Elas estão sempre impecáveis, e eu não estão falando só das roupas, mas de tudo, tipo cabelo, sobrancelha, buço (kkkk vide post anterior, creme depilatório da avon na veia urru), unhas.

Comentei com a Lu Brasil que eu me sentia oprimida e ela lançou uma luz na minha escuridão. Ela disse que se sente aliviada. Sabem que eu concordei?

O blog de looks mais legal dos últimos tempos é o TODO DIA UM LOOK. Eu já conhecia, mas a minha amiga Luciana me mostrou de novo porque ela jura (e inclusive divulgou no twitter) que eu uso salto na 25 de março!

Calúnia!!!

Com mulher de bigode ….

Eu sei que faz séculos que não posto, e olhem que dessa vez nem foi falta de assunto. Muito pelo contrário, tenho mil coisinhas pra contar e mostrar, mas isso inclui tirar fotos ou fazer descrições cabulosas, e aí o tempo tempo mano velho vem e ploft! Derruba meu castelo de ilusões. Estou sem tempo até pra morrer, como dizem por aí.

Tudo isso pra dizer que vim mostrar um produto, mas vocês terão que confiar na descrição, porque é impossível mostrar “o antes e o depois”.

O produto é um creme depilatório para os pelos do rosto, também conhecidos na alta sociedade como BIGODE. 

Antes mostrar o produto que tenho amado, uma frase precisa fica registrada: mulher de bigode é a treva.

E eu sempre fico dividida entre ter bigode (treva) ou depilar o buço (ficar bicuda) e descolar um ematoma de brinde.

Daí descobri o Creme depilatório para o rosto da AVON, o Skin So Soft.

creme

É facinho de usar, basta aplicar com a espátula que acompanha o produto e aguardar 2 minutos. Depois é só retirar com uma toalhinha úmida (eu uso uma gase) e fim. Adeus bigode. Afinal, como diz a sabedoria popular, com mulher de bigode nem o diabo pode!

O creme custa 24 roais. Link aqui.

Reflexão acerca de bolsas

Por causa da mudança, conforme esperado e inclusive compreendido até pelos mais organizados, ainda tenho muita coisa fora do lugar.

Uma parte da casa está em caixas e não foi colocada no lugar porque o lugar ainda não existe. Por exemplo, não temos móvel para a sala e, portanto, os CDs e DVDs (e fitas de vídeo, morro?) estão em caixas mil.

Também estão numa caixa as minhas bolsas. Todas empilhadas, tipo umas panquecas. Quando eu olho pra elas, fico com uma pequena pontinha de pena, e por outro lado penso: por que não tenho apenas UMA bolsa?  A bolsa da minha vida?

Eu sempre achei meio demais pra minha cabeça essas bolsas de grife, caronas e tals, mas tenho que admitir que troco de bolsa de vez em nunca e a cada troca fico mais uns tempão sem trocar. Pra sair uso umas bolsas pequenas, de mão, então nem nesse caso a regra muda.

Meus sapatos já ganharam lugar de destaque no armário e o marceneiro não me aguenta mais de tanto que penso na arrumação deles. Ontem mesmo rumei para a Rua do Gasômetro (tradicional local de venda de madeira e acessórios para armários em SP) em busca de organizadores revolucionários. Se der certo mostro tudo aqui!

Já as bolsas…. pobrezinhas. Estão lá, panquecas!

Ainda não cheguei no nível A +++ de desapego, onde eu deveria abrir a caixa, pegar as panquecas e distribuir entre as mais chegadas num troca troca (de bolsas, calma). Mas também não faço idéia de onde elas morarão, diferente de todos os meus outros acessórios que, pelo menos no meu sonho, já têm lindas casinhas.

Isso mostra bem onde as bolsas moram em meu coração e de agora pra frente não compro mais bolsa.

Só por hoje.

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