Feeds:
Posts
Comentários

IMG_3010

 

Dizem que o amor não prende, não amarra, não é nó, precisa ser laço. Mas em Paris o papo é outro.

A eternidade – ou a prisão – do amor é simbolizada por cadeados fixados às grades da Pont des Arts, para revolta dos parisienses menos românticos e de pessoas que alegam que os cadeados interferem na segurança da estrutura da ponte, poluem a paisagem e ameaçam o patrimônio histórico da cidade.

Passando pela Pont des Arts confesso que fiquei um pouco chocada com a quantidade de cadeados, sem falar nos modelos ultra seguros, grandes, com senha, tipo travas Mul-T-Lock (só quem teve carro na década de 90 entenderá essa piadinha sem graça).

Parece que a prefeitura retira de tempos em tempos as grades com os cadeados e que há estudos afirmando que as estruturas não são ameaçadas pelo peso. Portanto, fique à vontade se quiser prender seu amor a sete chaves (embora os especialistas não recomendem).

IMG_3008

Conheci a Pont des Arts no dia que fui visitar a Catedral de Notre Dame, outro passeio imperdível. Entrei na igreja (grátis, não fui às torres) e observei com calma todos os lindos detalhes, em especial os vitrais e a arquitetura. Vale a pena a visita atenta e uma boa volta por fora da igreja, riquíssima em detalhes.

 

IMG_3002

Vitrais e rosácea da Catedral de Notre Dame.

 

IMG_2995

Entrada da Catedral.

 

IMG_3015

Vista lateral. Imperdível.

 

E para quem quiser ouvir a música do título desse post, clica aqui.

Amsterdam

No meio da viagem para Paris, durante o fim de semana, fomos eu e minha amiga para Amsterdam, onde mora a Anita, do blog Greetings from Holland, conhecida velha de guerra da época em que éramos blogueiras de sucesso internacional (cof cof cof).  “Ter” a Anita interferiu na minha decisão em visitar Amsterdam, pois acredito que quando se tem pouco tempo é ideal que alguém ajude na indicação dos passeios que realmente valem a pena.

Em quase 3 dias (sábado, domingo e meia segunda-feira) deu para visitar muitos locais lindos em Amsterdam, mesmo que para isso tenhamos movimentado a família toda da Anita.

Fomos de Paris a Amsterdam de trem, saindo na sexta a tarde e chegando no início da noite. Em termos de preço talvez o trem empate com o avião, mas em termos de tempo o trem sai ganhando pois não tem trâmite de imigração, despacho de bagagem, nada disso.

Nos hospedamos no Ibis Amsterdam Centre, que fica “colado” na Estação Central; achei o serviço excelente e honesto, além da localização perfeita. De contra tinha o fato de não ter café da manhã incluído na diária, o que pode ser resolvido na própria Estação Central, onde existem vários locais para tomar café; tem até uma Starbucks para o caso de bater aquela saudade do jeito americano de viver. Para os menos preconceituosos, pode-se tomar uma cerveja às 8 da manhã sem crise.

Quando chegamos em Amsterdam já demos de cara com a Anita, o que foi uma sorte, já que qualquer palavra em Holandês tem umas dez consoantes. Ainda bem que o inglês é facilmente falado e entendido! Vale registrar que eu não sabia sequer onde ficava a saída quando desembarquei do trem simplesmente por não compreender uma única e básica palavra.

À noite fomos jantar num restaurante delicioso chamado Humphrey’s (até que esse nome não tem tanta consoante, tremas e demais símbolos).  Adorei a comida: saborosa, quente e aconchegante. Todos os requisitos atendidos! Como paulistana da gema devo admitir que não há muita novidade culinária para mim, não comi nada tãããooo diferente, mas o jeito de servir, as combinações e o astral do restaurante foram deliciosas descobertas.

No dia seguinte, à luz do dia, pude ver claramente que Amsterdam é uma cidade linda e inspiradora. Fora que têm vários Brads Pitts circulando por todos os lados, assim sem compromisso, a pé ou em suas velozes bicicletas.

Falando em ciclistas e bicicletas, eles estão por toda a parte, tirando finas de pedestres aéreos (e como não ficar aéreo num lugar como Amsterdam?), buzinando e falando palavras holandesas incompreensíveis.  Na frente do hotel o estacionamento de bicicletas estava espantosamente lotado.

*clique na imagem para ampliar *

 IMG_3197

O sábado foi recheado de passeios a pé e de barco entre as encantadoras ruas e canais de Amsterdam. Eram tantas consoantes que jamais lembrarei o nome de todos os lugares que visitamos, mas a Anita fez um post no Greetings from Holland que pode dar uma ajudinha. Eu também escrevi originalmente no Brazil com Z e lá o post está mais completo. Outro detalhe é que eu estava passeando tão sem compromisso, sendo levada pela maré (maré = Anita), que me dei ao direito de não prestar muita atenção e nem fazer anotações.

Passeamos pelo mercado flutuante de flores, visitamos lojas de souvenirs e de comidinhas com direito a degustações, e depois passeamos por um lugar lindo chamado Begijnhof.

 

IMG_3066

Eu e minha guia favorita.

Cores incríveis em Begijnhof

Cores incríveis em Begijnhof

 

Teve ainda passeio ao Museu Van Gogh, localizado nessa encantadora ruazinha da foto abaixo. Lindo museu com uma lojinha que olha …. suspiros.

 

IMG_3085

Rua do Museu Van Gogh (maravilhoso)

 

E também navegamos pelos canais de Amsterdam.

 

DSCN0780

Passeios pelos canais da cidade.

 

No domingo fomos de carro até um local chamado Zaanse Schans (repita se for capaz), que eu – acho – que fica numa village (que eu também não sei direito se equivale a um bairro, distrito, município etc.). Ou seja, só sei o nome do local e sei que é lindo, lindo, lindo.

 

IMG_3114

Tudo florido, mesmo num dia nublado as cores estavam lindas.

IMG_3168

Ser turista é moleza!

IMG_3148

Cores, sem filtro e sem edição.

IMG_3179

Brad Pitt que ensina como faz tamanco.

 

No dia de ir embora (embora para Paris, ai que rica!!!) durante a manhã fiquei andando pela cidade e o que se vê em Amsterdam, assim, meio sem compromisso, é isso:

 

IMG_3160

Floreiras super bem cuidadas em todos os “becos” (sem desmerecer as ruazinhas lindas, of course).

IMG_3206

Becos, ou ruazinhas lindas. Observem o nome da rua. Sugiro tentar não se perder :-O

IMG_3217

Os barcos navegam por esses canais.

IMG_3219

Ruazinhas e as famosas bicicletas.

E foram assim meus três dias em Amsterdam.

Agradeço à minha querida Anita por ter sido tão generosa! Obrigada pelo jantar em sua casa, pelas caronas, pelas taças de vinho e por sua amizade de tanto tempo.

Visitem a loja de fotos da Anita no Etsy, chamada Kiss My Pixel.

 

Este post foi originalmente publicado no Blog Brazil com Z, onde escrevi como colunista convidada.  Aqui fiz uma reedição menos detalhada.

Falando em filme …

foto 2

 

Falando em filme – e dando um tempinho nos temas parisienses – vim contar sobre HER (traduzido como “Ela”), assistiu?

Eu assisti dia desses  porque fiz uma meta maluca de ver todos os filmes que concorreram ao Oscar o que, obviamente, não cumpri. De toda forma, esse filme estava na lista e, bem …. contextualizando.

HER foi dirigido por Spike Jonze, ex marido da Sofia Coppola, diretora de Encontros e Desencontros (Lost in translation), filme que se passa em Tokio, com a Scarlett Johansson e o Bill Murray.

O filme se passa num futuro próximo, em Los Angeles, com algumas cenas futuristas filmadas em Shanghai. Theodore (Joaquim Phoenix)  é um escritor solitário que compra um novo sistema operacional para seu computador. Lá pelas tantas, ele acaba se apaixonando pela voz do programa (voz da Scarlett, maravilhosa, diga-se, até eu me apaixonei), dando início a uma relação amorosa. O filme é lindo, delicado, faz refletir e – para piorar – é uma resposta de Jonze à Sofia, uma declaração de amor. 

A minha querida amiga Dani Cascaes (arroba rockstar @DaniCascaes) já tinha publicado a respeito e ela me autorizou postar os seus comentários, além de ter enviado fotos lindas da viagem que  fez a Shanghai.  Preparem-se para pirar!

Assisti “Ela” (Her) do Spike Jonze e amei. Tudo bem, sou suspeita, amo o trabalho de Jonze antes de ser modinha. A sensibilidade de SJ ao mostrar a solidão do personagem de Joaquim Phoenix (Maravilhoso no papel) me deixou com nó na garganta em vários momentos. E a Los Angeles futurista de Jonze que na verdade foi rodada em Xangai, cidade pela qual sou apaixonada, das mais incríveis que conheci, terminou de encher meu coração de saudade. “Ela” parece uma carta de amor a Sofia Coppola, ex de Jonze e, sobretudo, uma resposta a “Lost in Translation” de Sofia. Fico impressionada como a sensibilidade dos dois é parecida e até a escolha da trilha sonora (Sempre perfeita). Como eles se parecem. Me empolguei nesse post, né? Mas é que toda paixão justifica qualquer eventual excesso. Ai, meu coração. [suspiros]

A Dani depois me mandou outra mensagem, acho que  não era para escrever aqui, mas achei tão certo o que ela disse:

Para mim tal qual o Lost in Translation foi um tapa no Jonze, ex da Sofia, Her foi uma resposta para ela. Que coisa mais linda e genial ambos colocarem a Scarlett Johansson nos dois filmes. Gosto de pensar que um é o grande amor do outro. Como eles eram foda juntos. Sofia é genial, Jonze é absurdo e eu sou cafona porque ainda quero um final feliz. Um filme feito pelos dois.

Bem isso: … paixão justifica qualquer eventual excesso.

foto 1

foto 4

foto 3

 

foto 1a

foto 2a

Por fim, uma frase do filme: Se apaixonar é uma coisa louca, uma loucura socialmente aceita.

Obrigada Dani querida.

Voltei esse post, originalmente publicado em julho de 2010, para homenagear meu amigo Rubinho, que nos deixou hoje. 

 

No meu sonho eu tenho uma quitanda. Na minha quitanda é tudo limpinho, “lustroso”, os grãos são vendidos a granel, que nem quando eu era pequena. Os fregueses (lá não tem cliente, eu tenho freguesia) me pedem pra guardar a mercadoria, e eu também indico o que está fresquinho.

Na minha quitanda tem queijos, doces de cortar,  umas linguiças calabreza penduradas nuns ganchos, café moído na hora pra comprar o pó, e café moído na hora pra tomar também.

Pra acompanhar, eu posso assar uns pães de queijo, e também tem a massa pra vender, pega alí na geladeira. Tem chá fresquinho pro bebê com cólica, pra mamãe ter leite, pros insones.

Os amigos se reunem lá, todo mundo coloca um cartãozinho de suas melhores habilidades no mural da minha quitanda. Quem sabe fazer comidinha pode deixar lá pra vender, quem sabe fazer craftices também, todo mundo dá pitaco, é a casa da mãe Joana.

Muitas pessoas sabem desse meu desejo, que nem é desejo, é sonho mesmo, porque na minha imaginação tudo dá certinho, mas na realidade nem sei se seria viável.

Aí o querido do Rubinho, do blog do Seo Rubs (segue ele no twitter @rleme), me mostrou um vídeo lindo, que praticamente traduz o meu sonho, e ainda emociona. Vê só:

Como diz minha amiga, quando estamos em Paris nos sentimos num filme.

Some-se a esse sentimento o fato de um dos meus filmes favoritos se passar em Paris, especificamente em Montmartre. Estou falando de O fabuloso destino de Amélie Poulain, já viu? Tem o trailer aqui.

Passear em Montmartre estava na minha programação e andei durante a tarde pelo bairro, após ter passado a manhã nos arredores de Notre Dame (falarei em outro post). O bairro é cheio de ruazinhas com lojas, pintores de rua e cafés. Tem muita traquitana para comprar, souvernirs para todos os gostos.

Pausa: sou aloka do souvenir. Cheguei à conclusão que é melhor trazer lembrancinhas do que chorar por não ter sequer um ímã de geladeira como recordação. Em Montmartre comprei uma aquarela linda de um pintor de rua (que me deu um trabalhão para trazer sem amassar) e umas ilustrações de Paris impressas.

As ruas do bairro são arborizadas e bem no alto fica a Igreja Sacre Coeur, com uma das vistas mais lindas da cidade.  Para chegar lá em cima vale a pena encarar a escadaria, mas também é possível subir de bondinho.

IMG_3021

Igreja lá em cima, observem a escadaria!

Quem assistir o filme vai lembrar desse Carrossel, que fica no pé da escadaria.

IMG_3018

O Carrossel. Assiste o filme, vai?

IMG_3023

Ruazinha charmosa em Montmartre.

Uma das atrações de Montmartre é o museu do Salvador Dali, recomendo muito!

IMG_3025

Escultura “Alice no país das maravilhas” do Salvador Dali.

 

IMG_2992

Paris, Sena.

Quando comecei a planejar minha viagem à Paris visitei inúmeros blogs, comprei guias, revistas, conversei com amigos que já tinham ido e defini a programação básica que eu considerava imperdível:

- Torre Eiffel;

- Avenue des Champs-Elysées;

- Catedral de Notre Dame;

- Sacre Coeur / Montmartre;

- Versailles; e

- Louvre

Esses locais seriam fundamentais e, a partir deles, definiria os sub-locais a serem visitados (observem a neurose galopante). Minha ideia era visitar tudo com calma, entrar no clima, andar muito e tranquilamente, fazer o que se chama “turistar”. E assim foi feito.

Quando cheguei no Aeroporto Charles de Gaulle fui de ônibus da Air France até o Gare Montparnasse onde peguei um táxi até meu bairro. Esse ônibus custa 16 Euros e faz paradas em Paris (Gare de Lyon, Gare Montparnasse, Port Maillot, Etoile/Champs-Elysées e Invalides). Compensa muito já que um táxi do aeroporto até Paris sai uns bons euros. Porém vale considerar que tomar metrô com mala não é tarefa muito fácil: as estações são super extensas e com muitas escadas (não rolantes). Então prefira chegar na cidade de ônibus num ponto estratégico e então tomar um táxi até o hotel.

O Metrô (maravilhoso) e seus intermináveis corredores.

O Metrô e seus intermináveis corredores.

Chegando em Paris já fiz meu “bilhete único”: uma carteirinha que você carrega com crédito para ilimitadas viagens de metrô (acho que de ônibus também, mas não andei de ônibus) por uma semana ou mais, a escolher. Vale a pena financeiramente e garante perda de tempo zero. O metrô é sem dúvida o melhor jeito de se locomover, a única desvantagem é que não se vê a cidade durante o trajeto (existem pequenos trechos de superfície). Tem estação de metrô por todos os lados e é bem fácil compreender o esquema das linhas.

Usando o metrô consegui cumprir minha programação, exceto visitar Versailles (esse passeio leva um dia inteiro). Andei muito a pé, sem pressa, e posso dizer que conheci bem e me encantei por Paris!

O meu objetivo não foi fazer turismo gastronômico, mas tenho que deixar a dica de um restaurante pra lá de incrível, o Nos Ancêtres Les Gaulois. Fica na Ilha de Saint-Louis – o que já garante um charme extra – pertíssimo do metrô Pont Marie (tudo é perto de algum metrô, acredite). Vinho a vontade, carne de primeira, cesto de legumes crus, pães e queijos divinos. O ambiente é de uma taberna, com música e um certo alvoroço. Parece que tem que reservar mas, como Deus é brasileiro, conseguimos sentar nos dois últimos lugares disponíveis junto com umas americanas. Eu achei que era uma espécie de integração entre os povos, mas depois soube que o restaurante estava completamente lotado aquela noite.

Com o pingo de bateria que me restou consegui tirar foto só da fachada do restaurante.

Minhas outras refeições não foram tão glamourosas, apesar que tudo é glamour em Paris, até andar com um mapa voando e tirar foto o tempo todo (incluindo selfies).

Selfie com glamour.

Selfie com glamour.

 

P.S.: Também escrevi sobre o início dos meus planos de viagem no blog Brazil com Z.

Blog Torre

Legenda? E precisa?

Depois de um longo recesso, que estava caminhando para uma aposentadoria bloguística, voltei em grande estilo!

E o retorno foi por um excelente motivo: contar e registrar minha última aventura, uma temporada de aproximadamente 10 dias em Paris e Amsterdam. Farei  uma série de posts – porque ninguém merece leituras extensíssimas – mas ainda estou estruturando o melhor jeito de postar. Não sei se reúno as dicas num único post, se coloco informações relevantes (tipo preços) no corpo dos textos, se escrevo aleatoriamente e respondo dúvidas nos comentários. Talvez fique com a última alternativa, mas aceito sugestões.

Após o anúncio sobre o retorno na grande mídia  na minha página no Facebook (nem sei se eu tenho uma página ou um perfil ou se perfil e página são as mesmas coisas) fiz um post colaborativo no Blog Brazil com Z para começar esquentar os motores. Foi então que percebi o quanto estou enferrujada e que demoro duzentos anos para escrever o que antes eu escrevia numa “sentada”. Por isso peço desculpas antecipadas caso a frequência de posts não seja a mesma do tempo que eu era jovem e o Mulheres era meu hobby.

Fui para a Europa sem a família e a maioria dos passeios em Paris fiz sozinha, padrão turistona, com a câmera (iPhone) numa mão e o mapa na outra. Em Paris fiquei hospedada com minha amiga Gris que estava passando o mês todo lá, mas ela foi estudar e não estava disponível para o esquema que programei meus passeios, feitos basicamente de metrô e andando muitíssimo a pé. Esses passeios renderam infinitos selfies e, nesse especificamente, saiu um pedaço do meu inseparável Guia de Paris embaixo do braço.

Foco no Guia!

Foco no Guia!

No período da viagem, fiquei de segunda a sexta em Paris, passei o fim de semana em Amsterdam e retornei na segunda-feira para Paris, onde fiquei até quinta a noite.

Em Amsterdam eu e Gris fomos recebidas pela Anita, do blog Greetings from Holland, que conheci através do Mulheres, quando éramos blogueiras engajadas e postávamos como se não houvesse amanhã. Ela fez toda a programação do fim de semana, e na segunda-feira, como embarcamos para Paris no fim do dia, também pratiquei bateção de perna na terra das bicicletas. Vou fazer um post específico sobre Amsterdam, mas a Anita já contou sobre nossos passeios no blog dela, dá uma espiada. Também vai rolar um post meu no Brazil com Z, são tantas promessas…

Blog Amsterdam

Gris, eu, Anita e a filhinha dela, Lorena.

Posso dizer que nesse esquema conheci Paris muito bem, me localizei e sou capaz de refazer todos os meus trajetos. Já em Amsterdam nem mapa peguei, fiquei por conta da minha guia perfeita, passeei sem me preocupar com direção ou com programações. Por isso me comprometo com mais detalhes nos posts sobre Paris.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 1.097 outros seguidores