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O último apaga a luz

Será que nem pra reclamar do Natal irei postar? Nem pra contar que terei que fazer um almoço dia 25 e que ainda não comprei nada? E que na esperança do fim do mundo, deixei pra ir ao shopping aos 45 do segundo tempo?

Eu já andei tentando falar aqui que esse respeitável blog estava prestes a virar purpurina.

Eu falei que não era mais a mesma (graças a Deus, diga-se), que as coisas não me inspiravam mais. Faltou falar a derradeira verdade, que ando com preguiça postar.

Também postei músicas por pura falta de assunto, o que pode significar que o lugar onde antes eu falava de tudo um pouco tenha virado uma caixa de memórias.

E no fundo é isso, esse blog hoje é uma caixa de memórias. Onde guardo preciosidades, mas onde já não passo toda hora.

Isso não significa que virei uma Fiona – versão ogro – e que esqueci de desejar um Feliz Natal aos amigos.

Por isso desejo a todos um ótimo Natal e que o verdadeiro sentido desta data não seja esquecido e nem se perca diante do desejo pelo maior pacote.

TREE

Outubro Rosa

Aproveitando o clima do Outubro Rosa, e com aquele medo típico das primeiras vezes, entrei para o time das que fazem mamografia. Leia-se para o time das mulheres de quarenta – ou em torno disso.

Da primeira mamografia (e de um monte de outras primeiras coisas) a gente não esquece, mas ainda bem que não lembrarei da minha como algo muito doloroso.

Fui para o exame crente que meu peito viraria uma panqueca, segundo palavras da minha própria mãe, ó que amor sincero amor verdadeiro <3 ! Mas na verdade não doeu tanto, ou eu sou casca grossa (bem provável).

É uma dor totalmente suportável, que dura poucos segundos, nada que seja motivo para não realizar a mamografia ou adiar. Aliás, temos que ficar atentas a esses pequenos desencorajamentos que vão entrando na nossa cabeça.

Para ilustrar, tirei uma foto de uma correntinha-lembrete que ganhei ano passado, num evento que participei e postei aqui.

Oct

Para complementar as histórias de outubro, visitei a Margaret, na Bahia. Ela postou fotos no blog dela, vai lá ver. Aproveita e lê a história da Marga, que venceu um câncer de mama com determinação, coragem e principalmente alegria de viver!

Marga, dedico esse post e meu peito panqueca a você!

Post Musical

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Posts musicais são recursos muito utilizados quando se quer fazer um post embromeixam (meu caso) ou quando se quer contar de uma música nova, linda, amada (meu caso II).

Já ouviu a música Til you, da Alanis Morrissete? Não? Clica aqui.

Já? Ouve de novo!

A moda do Tem Que Ter

Não sei se vocês repararam, mas a nova onda do pedaço é Ter Que Ter alguma coisa. De preferência essa coisa Tem Que Ser bem supérflua, tipo um sapato com o bico metálico. Ou seja, algo que definitivamente Não Temos Que Ter. Ao contrário, se não tivermos, vida normal!

Mas essa coisa controlada, essa invasão, me incomoda. Não que eu não queira ter muito do que aparece na revista ou na TV. Quero sim, e gosto de querer. Mas sou de um tempo em que a gente tinha tempo de sonhar com um desejo. Uma roupa da moda, uma bota, uma computador, um celular incrível. Mas agora, no tempo do Tem Que Ter, você mal ganha dinheiro para, enfim, ter o que lhe foi imposto e aí ….. vira Tinha Que Ter, vira passado.

Ando meio chocada com isso tudo, com essas regras onde não cabe discussão ou reflexão. É tudo bem simples, tipo ameba. Tem Que Ter. E acabou.

makeupEu sempre gostei de maquiagem. E sempre andei maquiada – o que não significa parecendo uma drag queen, esclareço.

Antes, eu usava lápis todo-santo-dia e talvez um batonzinho, o que nunca foi meu forte.

Hoje, abandonei o lápis e uso rímel todo dia. O lápis escurece mais ainda minhas olheiras e o rímel cumpre a função essencial de abrir os olhos! Falando nelas, também não posso mais deixar de usar um corretivo …. e tem que ser dos bons, senão acumula nas linhas de expressão, que por sinal estão expressando mais do que eu gostaria.

Ah, tenho também que usar uma base, já que as charmosas sardinhas da infância se juntaram e resolveram fazer um complô contra mim. Para facilitar, uso um protetor com cor, economizando uns milésimos de segundo.

É, tinha esquecido do protetor. Ele não é considerado maquiagem, porém é de fundamental importância, se eu não quiser ficar ainda mais pintada.

Ou seja, só pra começar a brincadeira rolam protetor, base, corretivo e rÍmel. E nessa cara pálida um blush não cai mal. Aliás, cai bem e, dependendo do jeito que é passado, afina o rosto. Magreza nunca é demais!

Se tiver um iluminador -  infelizmente – é certeza que fará diferença e que eu vou achar que preciso daquilo pra viver. Pra fechar, um lábio hidratado.

Realmente, ser mulher não é fácil. E não ter 20 anos é menos fácil ainda!

Ágatha. Quem nunca?

agata

Uma unanimidade: Avenida Brasil.

Outra: Ágatha, a filha gordinha da temida Carminha, que aliás não cansa de dar esporro na menina, principalmente quando os temas são comida e beleza.

Na casa da Ágatha, o buylling come solto. Aliás, que medo desse tal “bulin”.

Na minha época eu era enferrujada (sardenta), a Dolores era conhecida como Bolores (porque tinha um capítulo do livro chamado Bolores e Fungos), minha prima magricela era Pau de Virar Tripa (virar tripa? seria pra fazer linguiça ou algo do gênero?). Fora que minha forma física também não era das melhores….

Fato é que #todosama a Ágatha. Acho que é porque todo mundo um dia na vida foi Ágatha. Mesmo assim, a gente não quer que  nossos filhos sejam Ágatha, Deus os livre e guarde.

Sou super musical, já contei né? E gosto de rádio, por mais antigo que isso possa parecer a você, jovem leitor. No carro rola rádio direto.

Rádio é aquilo ….  Toca de tudo um pouco e é uma ótima diversão ficar trocando de estação.

E o melhor é que tem um aplicativo chamado Shazam que “ouve” a música e conta tudo sobre ela. O mundo tá muito moderno! Aí eu não preciso ficar fazendo lá lá lá até alguém me ajudar a descobrir de que música se trata. Um mico a menos na vida!

Essa foi a última música que o Shazam me ajudou a descobrir.

 

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